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8 de maio de 2017

Culto Infantil - ORAÇÃO DE ABERTURA

A oração de abertura é uma parte importante de cada lição por várias razões: Primeiro, ele sinaliza que é hora de começar a classe. As atividades de abertura usado enquanto espera para as crianças para chegar permitem que as crianças conversem e compartilhem as atividades feitas ao longo semana.Quando é hora de ficar se aquietarem, uma oração funciona muito bem para facilitar essa ação. Além disso, uma oração de abertura irá definir o clima para a lição, enquanto convidamos o Espírito Santo para estar no controle.

A oração de abertura deve sempre incluir o seguinte:

1. Louvado seja Deus pela oportunidade de encontrar-se e pelo comparecimento de todos os presentes.
2. Um pedido de orientação, especialmente para o professor, para que a Palavra de Deus possa ser compartilhada de maneira significativa.
3. Pedir às crianças que estejam abertas a aprender a Palavra de Deus e a convidar o Espírito Santo a estar presente no coração de todos e na sala de aula.
A oração de abertura trabalha melhor para incluir o pedido da oração e os agradecimentos. Com uma nova classe, as crianças podem não se sentir confortável falando, mas quando eles conhecerem uns aos outros, eles serão mais abertos para a partilha de agradecimentos e pedidos de oração. Compartilhamento como este pode demorar um pouco, por isso é importante para se certificar de que as crianças permaneçam  focadas em dar apenas um agradecimento ou um pedido de oração e não se tornar demorado em outras questões. Se o tamanho da turma é muito grande, você também pode considerar dividir as crianças em grupos menores e ter a oração liderada por mais de um líder adulto ou ajudante.

Ao incluir pedidos de oração e agradecimentos, considere sempre o seguinte:


1. Garantir que todos tenham a chance de falar. 

2. Em vez de confiar na sua memória, esteja preparado para anotar o que é dito. 

3. Certifique-se de falar nos pedidos de cada criança. É importante para eles saberem que você se importa com eles e que suas orações são importantes. 

4. Certifique-se de que as necessidades especiais de sua igreja ou membros da igreja também são mencionadas.

23 de setembro de 2015

4 razões para ficar no Ministério das Crianças

Ministério das crianças é muito gratificante, mas como todos os ministérios, mas também pode ser muito exigente. Ministrando a mais do que um punhado de crianças a cada semana pode estar usando, física e espiritualmente, não importa o quanto você ama Jesus.Adicionar em lutas pessoais, relações pessoais e outros fatores estressantes e você tem motivos de sobra para se afastar de ministério. Eu sei que é difícil. Eu tenho trabalhado com as crianças há quase vinte anos. Quantas vezes eu disse: "Isso é o suficiente. Não mais. "Mais do que alguns, eu prometo a você. Portanto nenhuma condenação de mim!
Deixe-me dizer antes de ir mais longe que existem razões legítimas para deixar o ministério. Às vezes você apenas tem que fazer uma pausa. Eu recomendo sabáticos regulares! No entanto, há momentos em que é o inimigo que está empurrando e puxando em você. (Sim, ele ainda está no trabalho, procurando a quem devorar 1 Pedro 5: 8.) Mesmo se você não está lutando com o pecado, você ainda pode ser um alvo do seu desânimo. Você pode estar se perguntando: "Por que eu deveria ficar no ministério das crianças?" Eu posso pensar em pelo menos quatro razões para você ficar no ministério infantil.
1. Você está fazendo um impacto eterno na vida de uma criança. 
O que você faz é imensurável. Ele não pode ser medido por um homem só de Deus vê a extensão do que você faz. Se você ficar no ministério das crianças, você vai fazer um impacto ainda maior!
2. Você vai ser um melhor estudante da Bíblia. 
Naturalmente curiosas, as crianças vão fazer você estudo. "Por que o cabelo de Sansão torná-lo forte? De que cor era seu cabelo? Será que ele realmente usá-lo em uma trança? "Servir as crianças vão forçá-lo a conhecer a palavra para si mesmo.
3. ministério infantil nos lembra que devemos ser humildes. 
Eu vi crianças doação seus prêmios, lanches e até mesmo os seus próprios sapatos a alguém que eles necessário ou solicitado. Crianças são exemplos perfeitos de Deus de compaixão e de partilha. Todos nós precisamos de esses tipos de exemplos. Não importa quantos anos nós temos.
4. Você tem algo a oferecer. 
Suas experiências de vida únicas, seus pontos de vista, o seu coração é como ninguém mais. O amor de Deus, filtrada através de suas mãos e pés pode mudar o mundo.
Você pode fazer isso! Nós precisamos de você!

9 de junho de 2012

Você sabe contar e ouvir histórias?


 Na vida de qualquer ser humano ouvir histórias é algo prazeroso. Porém, em se tratando de crianças, esta atividade torna-se infinitamente mais poderosa. É verdade! As histórias permitem que a criança vivencie novas situações, tirando delas lições que a ajudarão a lidar com sua realidade. E isto torna-se ainda mais importante quando tratam-se de histórias bíblicas.
Por isso, devemos levar à sério o ato de contar histórias na igreja. Como vemos em Provérbios 22.6, “ensina a criança no caminho em que deve andar, e ainda quando for velho não se desviará dele.” Sabendo disto, precisamos observar pelo menos três aspectos antes de contar uma história:
1. Dominar a história
Conversar com alguém que não é claro naquilo que diz, ou que vacila nas palavras é desagradável, não é? Quando isto acontece, tendemos a nos distrair e abandonar a conversa, não é mesmo? Pois bem, o mesmo acontece quando contamos histórias.
Para garantir a atenção de seus alunos, é indispensável que você domine o conteúdo da história. E, certamente, a melhor maneira de adquirir este domínio é estudar a história na Bíblia. Mesmo quando ela estiver transcrita na revista do professor, não deixe de recorrer à Palavra. Leia a história várias vezes e peça à Deus sabedoria. Faça desta preparação um exercício prazeroso e você verá o cumprimento “… a nossa suficiência vem de Deus” (2 Coríntios 3.5).
2. Dominar os recursos
Alguns recursos são muito úteis na contação de histórias. Entre eles estão o flanelógrafo, os fantoches, as figuras, a fantasia, e até objetos que compõem o cenário. Entretanto, a má utilização dos mesmos pode prejudicar a atividade. Você deve lembrar sempre que, mais importante que os recursos, é o conteúdo da história. Por isso, não sobrecarregue a atividade de materiais. Além de ofuscar a história, isto impede que os alunos se apropriem dela. Para que as crianças se identifiquem com a história é necessário que você dê algum espaço para a imaginação.
Não tenha medo de inovar! Utilize sua criatividade na hora de escolher como vai contar a história. Você pode fazer uma narração pura, um monólogo de um dos personagens, ou quem sabe até envolver as crianças na atividade, deixando que elas contem o que já ouviram.
3. Preparar a turma
Ouvir histórias é um hábito. Desenvolva este hábito em seus alunos. Toda turma tem características próprias e não há ninguém melhor do que você para identificá-las. Você já sabe qual o tempo médio de concentração de seus alunos e qual o tipo de recurso que eles preferem. Não desperdice esses conhecimentos. Adapte a atividade de contar histórias para as características de sua turma. Não ultrapasse seus limites. Vá, aos poucos e sem pressa, acostumando as crianças a ouvirem em silêncio.
Contar e ouvir histórias é uma arte que você pode aprender, pois é através delas que as crianças aprenderão lições preciosas da Palavra de Deus.

Fernanda Carvalho Ramalho

23 de março de 2012

10 coisas que seu filho DEVE SABER SOBRE ORAÇÃO



1. Oração é a comunicação. 
Ele pode ser falada ou silenciosa. 
Pode ser uma música ou uma história. 
Pode ser uma imagem ou uma dança.
2. A oração pode ser feita quantas vezes quiser. 
Toda semana. Todos os dias. Cada hora.
3. A oração pode ser feito como quiser. 
Não há maneira certa ou errada de orar.
4. A oração pode ser partilhada, 
mas não tem de ser. 
Isso pode ser feito sozinho ou com um brinquedo favorito. 
Isso pode ser feito com amigos, família ou animais de estimação.
5. A oração pode ser feito em qualquer lugar. 
Isso pode ser feito em sua sala 
ou na mesa da cozinha. 
Isso pode ser feito em seu quintal, no parque 
ou mesmo no zoológico.
6. A oração pode ser feito em qualquer estado de espírito. 
Você pode ser feliz, triste, irritado, assustado ou confuso quando você orar.
7. A oração pode ser para si ou para outra pessoa. 
Se você conhece alguém que poderia usar um pouco de ajuda, adicioná-los às suas orações.
8. A oração não precisa de uma certa estrutura de comprimento, ou palavras específicas. 
Qualquer palavra que você usa, longa ou curta, 
no entanto a sua oração sai é bom.
9. A oração não precisa de uma ocasião especial. 
Existem certas orações 
apropriada para ocasiões especiais 
mas você não precisa esperar 
por um tempo especial para orar.
10. Oração não tem que ser um pedido. 
Também pode ser usado para dar graças 
para o que você já recebeu. 
"Obrigado," é uma oração perfeita.

22 de março de 2012

Jogo O Poder da Cruz

PODER DA CRUZ

Instruções:
Riscar todas as palavras que podem ser consideradas um pecado
ou algo que seria errado aos olhos de Deus.

  
   
AMARGURA
JESUS
FRAUDE
Maldade
CIÚME
GOSSIP
SAID
ÓDIO
Infidelidade
FALAR FILTHY
PAI
ENCONTRANDO
IMORALIDADE
PREGUIÇA
PERDOAR
Argumentando
TEIMOSO
Calúnia
Cobiça
IDOLATRIA
Calúnia
ASSASSINATO
ELES
MATANDO
BLASFÊMIA
Adultry
PARA
EGOÍSMO
ROUBANDO
Calúnia
RAGE
PICANTE
ELES
GANÂNCIA
DO
SWEARING
INVEJA
ARROGÂNCIA
NÃO
ORGULHO
GULA
Briguento
Loucura
CONHEÇA
Atendimento ao cliente
LUXÚRIA
Hipocrisia
Impureza
ROUBANDO
O QUE
JOGO
ELES
RACISMO
Maldade
SÃO
PREOCUPAÇÃO
Indelicadeza
ORGULHO
FAZER
Fazer o mal
Gozando
RAIVA
DESOBEDIÊNCIA

Jesus carregando cruz

Enquanto Jesus morreu na cruz entre dois criminosos, perguntou ao pai dele para fazer algo muito especial para todos nós. Anote as palavras restantes, pela ordem, nas linhas abaixo para descobrir o que Jesus disse.
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Lucas 23:34 um

Teatro de fantoches


A sátira sobre como jumentinho um menino passou de ordinário para extraordinário
por causa de nosso Senhor Jesus.

Materiais:
3 fantoches
(Comerciante, pai e menino)
Burro de pelúcia (opcional)
  a peça pode ser realizada por 4  (Pai, ​​proprietário , menino, o narrador)
Duração:
Aproximadamente 15 minutos

Burro

Tópicos:
Páscoa, o Domingo de Ramos, o Culto






Público-alvo:
  (Idade 7-12)




Narrador: Nossa história é sobre um menino que gostava muito de cavalos. Ele continuamente implorou a seu pai para comprar um para ele. Ele queria um cavalo muito, ele juntou todas as moedas que ganhou para ajudar a pagar. Um dia, ele acreditava que tinha economizado o suficiente e foi para seu pai.


Filho: Pai, eu sei cavalos custar muito dinheiro, mas eu acho que eu ganhei o suficiente para comprar um. Veja, eu tenho dois denarios já!


Pai: Filho, eu estou feliz que você tenha o dinheiro, mas tenho medo que não vai ser suficiente.


Filho: Tudo bem, eu vou continuar trabalhando, então, eu particularmente gosto do tipo de cavalo que os soldados romanos tem.


Pai:   Continue trabalhando filho, um dia desses você vai ter seu próprio cavalo especial!


Narrador: O pai do menino saiu da sala com um sorriso misterioso no rosto. Na verdade, ele foi o único comerciante na cidade que tinha cavalos para a venda. Quando ele chegou, ele viu um cavalo jovem e bonito que era do tamanho certo para seu filho.


Comerciante: Não, não, este não está à venda! Sinto muito. Nós não temos mais nenhuma cavalos para venda. O governador romano comprou todos eles ontem para seus soldados.


Pai: Ah, não, meu filho vai ficar desapontado. Eu estava pensando em dar-lhe um cavalo como presente de aniversário surpresa.


Comerciante:  Meu amigo, seu filho é jovem demais até mesmo para um jovem cavalo como este. Eu digo uma coisa. Eu tenho um jumentinho aqui que nunca foi montado, mas ele é gentil e bem comportado. Meu próprio filho cuidou dele como se ele fosse um cavalo de soldado romano. Meu filho está muito ocupado agora a trabalhar nos estábulos do governador, para que ele não pode cuidar de um burro mais. Talvez seu filho gostaria dele.


Pai: Tenho certeza que ele faria.


Comerciante Eu vou dar pra você de graça se você estiver interessado, mas você também deve concordar em assumir a mãe do jumentinho e cuidar dele também.


Pai: Maravilhoso, muito obrigado, eu vou levá-los!


Narrador: O pai olhou para o burro jovem, sorriu e falou com ele como se o animal poderia entendê-lo.


Pai: Hummm, você é do tipo simples olhar, mas  você está livre! Você vai fazer feliz um menino pequeno. Eu devia salvar o seu primeiro passeio para o meu filho. Vamos lá!


Narrador: Com isso, ele caminhou ao lado dos burros e se dirigiu para casa. Quando ele chegou, ele orgulhosamente apresenta o jumentinho para seu filho e explicou como ele já pertenceu ao filho do proprietário do estábulo.


Filho: (Lamentação) Mas não é um pai cavalo. Como posso me tornar um cavaleiro respeitado, com um burrinho? Pessoas famosas não montar em um jumento.


Narrador: O rapaz se afastou, com o coração partido. Seu pai, triste, falou suavemente para o burro.


Pai: Como posso fazer meu filho aceitá-lo? Você é pequeno e você não tem experiência. Você olha tímido, você parece muito amigável, você olha assim .... 


Narrador: Em seguida, amarrou os burros a uma árvore e entrou em sua casa. Momentos depois, ouviu uma batida na porta e fora eram dois homens. Ele deixá-los entrar e conversou com eles. Quando saíram, ele tinha uma expressão estranha no rosto.

Horas se passaram quando, de repente, seu filho veio correndo até a casa com seus amigos. Todos eles tinham ramos de palmeira nas mãos e cantavam alegremente.


Filho: Pai, venha conosco! O Rei está aqui! Todo mundo é ao longo da estrada esperando por ele.


Pai: O que quer dizer o Rei?


Filho: Jesus, o Rei, lembra? Ele está à porta e todo mundo está se regozijando. Vamos vê-Lo!


Pai: Louvado seja o Senhor, Ele está chegando! Vamos pressa!


Narrador: Ao longo da estrada, todo mundo estava cantando louvores e agitando ramos de palmeira. As crianças cantavam em voz alta e todos gritavam ...


Todos: Hosana! Hosana! Bendito seja Aquele que vem em nome do Senhor!


Filho: Olhar, Pai! Jesus está quase a chegar!


Pai: Filho, olhe de perto. Jesus é montado em um burrinho!


Filho: (Chorando de alegria) Sim pai, o Rei está montando no meu próprio burro .

Oração final

Oração final

Assim como a oração de abertura é extremamente importante para a lição do dia e da estrutura, assim também é a oração de encerramento. Não só um sinal de que a classe tenha terminado, mas também lhe dá a oportunidade para reforçar a lição e compartilhar o que foi ensinado mais uma vez. As crianças vão conhecer a aula tem aplicação na vida real e significado quando se torna parte da oração de encerramento. A oração de encerramento deve ser breve. Lembre-se, as crianças são provavelmente ansioso para ir para a próxima fase de seu dia.
A oração de encerramento deve sempre incluir o seguinte:
1. Louve a Deus pela oportunidade de poder ouvir a Sua Palavra e aprender com ele.
2. Aplicação da Lição. Por exemplo, se a lição foi sobre "Tentação", a sua oração, poderá pedir
para o Espírito Santo para ajudar a todos durante a semana sempre que são tentados.
3. Segurança e saúde para as crianças
4. Que os outros possam ver Jesus em nossas vidas.

Atividade para EBD - Termine a história

Termine a história
bando de pássaros
1. Havia um velho agricultor que notou um bando de
pássaros no meio do inverno.


pássaros em um fio
celeiro vermelho
3. Ele sabia que seu celeiro era quente e capaz de fornecer
um lugar seguro para ficar.
2. estavam com frio  e procurando abrigo. Uma tempestade de inverno estava chegando e que podiam congelar até a morte.

.
celeiro vermelho
4. Então, ele abriu as portas do celeiro. Mas as aves estavam com medo e não queria entrar

chamada
5. Ele tinha que encontrar uma maneira de dizer as aves, ou mostrarlhes o que devem fazer para ser salvo. Ele finalmente percebeu que ele precisava fazer.

6. O fazendeiro ___________________________
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Jogo para Crianças - EBD

Jogue os seus pecados
Fonte: www.kidssundayschool.com




Materiais:
Folhas de papel, um para cada criança
Fita adesiva

Duração:
10 minutos
menino e lata de lixo


Tópicos:
Pureza, Pecado, o Arrependimento
Tentação



Público-alvo:
Crianças entre  6-12 anos

Preparação:
Amasse as folhas de papel em bolas de acordo com o número de crianças na sala. Em seguida, dividir as crianças em que duas equipes, e têm os estar em lados opostos da sala. Marque o centro do chão com fita adesiva para separar cada equipe. Em seguida, têm cada criança pegar uma bola de papel.
O que você vai fazer:
Neste jogo, as bolas de papel representam o pecado, e as crianças vão fingir que jogam estes pecados. No entanto, como jogá-los fora, as crianças do outro lado da sala está jogando mais para trás. Cada equipa vai jogar as bolas (pecados) para o lado oposto e continuar jogando qualquer que voltar. Após cerca de 30 segundos de jogar, a equipe que tem o menor número de bolas do seu lado será o vencedor. Então mude as equipes ao redor e jogar novamente.

O que você vai dizer:
Quando aceitamos Jesus em nossas vidas, ele nos dá força e ajuda que precisa para se livrar de todos os nossos pecados. No entanto, ser cristão não significa que está completamente livre dos pecados. Às vezes há tentações, tais como raiva, inveja, desobediência e outros lixos que precisamos estar atentos. Estes vêm em diferentes formas e maneiras, para desviar os olhos de Jesus. Nós sabemos que estes pecados são e quando eles surgem em nosso caminho, precisamos jogá-los fora.
 

11 de maio de 2011

As marcas das palavras

 
 Amamos nossos filhos, queremos o melhor para eles, mas às vezes agimos como se o amor encobrisse o peso das nossas palavras e ações. Não temos consciência do quanto os atingimos com o que fazemos e dizemos. A palavra é um instrumento, e como tal, tanto pode ser usada para o bem quanto para o mal. Ela também tem o poder de destruir, arruinar, deprimir, de causar toda sorte de dor à alma de alguém, podendo deixar profundas marcas."Digo-vos que de toda palavra frívola que proferirem os homens, dela darão conta no dia de juízo; porque pelas tuas palavras serás justificado, e pelas tuas palavras serás condenado."(Mt 12. 36,37).Jesus nos chama a atenção para termos cuidado com cada palavra que sair de nossa boca, porque Ele sabe a força que ela tem. Já ouvi muitas histórias envolvendo o misterioso poder das palavras. Uma delas foi sobre um rapaz que viveu há alguns anos numa pequena cidade do interior. Ele possuía no braço direito, na região do cotovelo, uma estranha mancha, como se fosse o pêlo de um animal no lugar de pele. Isto o deixava muito constrangido e para dificultar sua situação, ele tinha um vizinho que, sempre que o via, não perdia a oportunidade de humilhá-Io, de zombar dele por causa daquele sinal. Depois de algum tempo suportando calado as humilhações, este rapaz reagiu e cheio de ódio, disse ao homem:
– Cuidado, porque de onde veio esta marca, tem outra para você.
Depois de algum tempo, este homem, que o importunava, teve uma filha e para seu grande espanto, ela nasceu com uma marca idêntica, localizada exatamente na mesma posição que a do rapaz.
O poder da palavra é realçado em várias passagens por toda a Bíblia. Em uma delas, Jesus mostra isto com muita ênfase. Quando seguia em direção a Jerusalém com seus discípulos, Ele passou por uma figueira que não tinha frutos e a amaldiçoou dizendo: "Nunca mais coma alguém fruto de ti". Na volta da viagem, ao passar pelo mesmo lugar, Pedro observou que a figueira estava completamente seca e entendeu que foi em conseqüência da palavra proferida por Jesus.
Ele sabia que não era tempo de dar fruto, portanto compreendemos que não havia intenção simplesmente de castigar a figueira e sim demonstrar a força e o poder que há no que se diz.
Além da força que a palavra traz em si, sua influência pode ser muito mais devastadora dependendo de quem as profere, do significado que tem para nós a pessoa que a proferiu. Uma criança, por exemplo, pode ficar muito ferida com o que um colega tenha dito, ou até um desconhecido. Mas quando certas coisas são ditas pelos pais ou por pessoas muito importantes para elas, a força é extremamente maior, o significado é muito mais forte, deixam raízes muito mais profundas.
Há pouco tempo atendi uma mulher de 48 anos que tinha muitas barreiras em sua vida, geradas pelo turbulento relacionamento com sua mãe. Ela contou sobre as várias vezes que sua mãe lhe bateu, por pequenos motivos, e a mágoa que isto lhe deixou. Sobre as surras que levou quando tinha menos de 10 anos de idade. Mas nada feriu tanto quanto as palavras que sua mãe lhe dizia. Entre outras coisas, ela repetia, a cada briga, que a filha da vizinha era ótima, a da fulana era excelente, mas que a dela era a pior pessoa do mundo. E falava exatamente com estas palavras:
– Você é a pior pessoa do mundo, eu não conheço criança nenhuma tão ruim quanto você.
Palavras duras despertam raiva levando a atitudes de rebeldia. "... A palavra dura suscita a ira".(Pv 15. 1) Esta moça, quando era pequena, dizia a si mesma que um dia ainda ia fazer algo de muito ruim para mostrar a sua mãe o que é realmente uma pessoa má. E muitas vezes, movida pela revolta, agiu com extrema agressividade. Como não conseguia atingir a mãe diretamente, feria a si mesma. Chegou até mesmo a pensar em se matar com a intenção de se vingar de sua mãe.
As pessoas são criticadas por suas atitudes, mas ninguém sabe das mágoas que motivam estas ações. Certas palavras ditas pelos pais deixam feridas abertas por longos anos ou para sempre levando os filhos a agirem de forma a serem julgados mal, por todos. Uma jovem, na adolescência, foi vista pela mãe com um namorado, e ouviu palavras muito fortes que a machucaram profundamente. Sua mágoa foi tão grande que ela disse a si mesma que seria exatamente aquele tipo de filha que sua mãe pensava que ela fosse e suas atitudes, a partir daí, passaram a ter o propósito de ferir quem a havia ferido.
Muitos contam sobre as vezes que apanharam, sem demonstrar revolta, ou mesmo dizendo que fizeram por merecer. Contam rindo sobre as surras que levaram, mas não conseguem apagar a tristeza de algumas coisas que ouviram. As palavras certamente ferem mais que a vara.
Meu pai conta que, quando era pequeno, não importava qual dos irmãos começava a confusão, todos, que quase formavam um time de futebol, entravam numa fila, para apanharem juntos. A surra era por atacado e cada um tinha que escolher sua própria vara. Aquele que escolhesse um varinha fraquinha, apanhava dobrado. Isto não adiantava muita coisa porque, como ele conta, eles continuavam armando confusões e inventando brincadeiras perigosas e, sem dúvida, emocionantes. Uma das preferidas era entrar em um barril no alto do morro e rolar de lá de cima até cair dentro do rio. As surras não foram capazes de conter o espírito de aventura, o que os levou a apanhar muito. Mas isto não foi problema para sua mãe porque eles moravam na roça e tinham vara com fartura.
Mas o interessante é que ele conta estas histórias achando graça, sem nenhum rancor. Isto não foi suficiente para contaminar as boas lembranças e o carinho que ele tem por seus pais.
Não estou defendendo que a melhor maneira de resolver as coisas é batendo. Acredito que na maioria das vezes não resolve nada. Como já disse, estou apenas tentando mostrar que determinadas palavras têm o poder de ferir muito mais que muitas varadas. A dor do corpo pode passar com o tempo, mas a dor da alma, às vezes, nem o tempo pode curar.
Numa conversa que ouvi entre dois garotos, um deles disse:
- Eu prefiro quando meu pai me bate do que quando ele zanga comigo.
É claro que boa coisa ele não devia ouvir. O fato de a criança apanhar dá a ela a sensação de ter pagado pelo erro, alivia a consciência. Mas quando ouve uma bronca dos pais, dependendo do que eles dizem, sua culpa se torna maior.
É bom lembrar que quando digo "bater", estou me referindo às chineladas, muitas vezes inevitáveis, e não a espancamento, que infelizmente é o que fazem alguns pais descontrolados e desequilibrados emocionalmente.
O diálogo é a melhor solução. Porém, se não conseguirmos evitar uma atitude mais enérgica, é importante lembrar que não podemos bater de qualquer jeito. Quando um pai bate, por exemplo, no rosto de um filho, a única coisa que ele consegue é humilhar e despertar muita raiva na criança.
Quando um pai bate, movido pelo ódio, corre o risco de passar dos limites e se arrepender depois, além de não conseguir ensinar a criança o que ela precisava aprender.
A Bíblia nos ensina a não usar as mãos para bater numa criança e sim a vara. É porque as mãos têm que estar associadas ao carinho, ao afeto e não à agressividade. Talvez a Bíblia se refira a vara porque naquela época não havia chinelos. As sandálias eram de couro e amarradas aos pés, o que deveria dificultar seu uso para estes fins, e as varas deveriam existir com fartura. Para os que vivem numa cidade grande, fica difí­cil conseguir varas, por isto o chinelo é o que funciona.
Num congresso de terapia familiar, há algum tempo, alguém perguntou a um importante terapeuta se ele era a favor de se bater nos filhos. Ele respondeu que não aconselha nenhum pai ou mãe a agir desta forma, mas disse que quando era criança levou uma surra de seu pai, por ter feito algo muito errado. E acrescentou que hoje é um homem de bem, que não entrou num caminho errado graças à atitude enérgica de seu pai.
É preciso ter ponderação, saber a melhor maneira de agir em cada situação. Quem bate por qualquer coisa, com o tempo perde o respeito dos filhos. Eles se acostumam com as surras. Com bom senso, cada um pode encontrar a forma mais adequada de agir em cada momento.
Seja qual for a situação, é preciso ter consciência de que não podemos agir impulsivamente. Não podemos nos esquecer de que ferimos, com atitudes e com palavras, de forma marcante.
Mesmo já tendo usado o chinelo algumas vezes, eu creio que podemos ensinar qualquer coisa aos filhos com diálogo, carinho e compreensão.
Nota da Redação:
Texto reproduzido, com permissão, do livro O Poder da Palavra dos Pais, de autoria da Dª Elizabeth Pimentel. Paulínia, SP: Apta Edições, 2005, 4ª ed.. Fonefax: (19) 3933-3277 – 3933-3541 – e-mail: editora@aptaedicoes.com.brEste endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo. e editoravox@terra.com.br

4 de abril de 2011

UM LUGAR SEGURO – PRESERVANDO OS DIREITOS DA CRIANÇA



Por Alice Carolina Barbosa Cirino
Gerente Executiva de Ação Social
O que leva uma criança ou um adolescente a fugir de casa ou a optar por uma vida nas ruas, enfrentando a cruel realidade que ela lhes oferece?
Será que, pelo menos, possuem um lar? Ou, sem essa alternativa ou qualquer outra perspectiva, buscam nas ruas os meios de sobrevivência, mesmo que destituída de dignidade?
“Sexo a R$ 1,99 para pagar o crack”. Esse é o título da matéria publicada pelo Jornal O Globo, em 6/4/09, sobre o crescimento da exploração sexual infantil com o uso de droga por adolescentes.
Uma adolescente de 12 anos, que seria portadora do vírus da Aids contou, ao ser atendida numa unidade de saúde do Rio, que era explorada sexualmente por traficantes da zona Norte da cidade, sendo obrigada a fazer programas por R$ 1,99. Segundo o coordenador do Núcleo de Direitos Humanos da Secretaria Municipal de Assistência Social, a exploração sexual infantil tem crescido por causa do uso de crack pelos menores, que vão para as ruas sozinhos fazer programas para manter o vícios.
Segundo ele, um plano da Comissão Municipal de Enfrentamento à Violência Contra o Adolescente, que tem a participação do Ministério Público e de conselhos tutelares regionais.
Porém esse é um problema que afeta a todos nós, como membros da sociedade civil e, principalmente, como responsáveis pela manutenção de instituições sociais de apoio à criança em situação de risco.
Uma outra reportagem publicada em 22 de março mostrou o efeito devastador do crack em crianças e jovens residentes em área de risco. Nesse enredo se misturam os vícios das crianças e jovens, de seus pais, familiares e das ameaças a que se encontram submetidos nos lares ou fora deles.
Um dos adolescentes entrevistados pela reportagem diz que faz programas para manter o vício do crack. “Preciso de dinheiro para comprar crack. A minha mãe não liga, porque também é uma drogada.”
Essa triste realidade vivenciamos também nas regiões onde funcionam as casas lares mantidas por Missões Nacionais. Recentemente recebemos em um dos lares uma menina de apenas 9 anos de idade, encaminhada pelo Conselho Tutelar. Sua mãe, dependente química, a entregava à prostituição, em troca de bebida.
Outras notícias mostram o cenário assustador que envolve as crianças e jovens em nosso País:
A cada 8 minutos uma criança ou adolescente é abusada sexualmente no Brasil (por seus próprios pais, padrastos, parentes). No Rio Grande do Sul a média é alarmante.
Número de mulheres dependentes de álcool aumentou em São Paulo
Entre 12 e 17 anos, 6,4% das adolescentes são dependentes.
A descrição de Oséias mostra que más notícias não são coisas só de nossos dias: “O Senhor tem uma contenda com os habitantes da terra; porque nela não há verdade, nem amor, nem conhecimento de Deus. O que só prevalece é perjurar, mentir, matar, furtar e adulterar, e há arrombamentos e homicídios sobre homicídios. Por isso, a terra está de luto, e todo o que mora nela desfalece, com os animais do campo e as aves do céu; e até os peixes do mar perecem” (Os 4.1-2).
Quando nos deparamos com realidades como essa , que violam os direitos fundamentais das crianças e adolescentes de nosso país, nos damos conta de quão grandes são os desafios de Missões Nacionais que tem, como um dos seus objetivos estratégicos  a ampliação de sua atuação em projetos de ação social.
Esse é o caminho que temos trilhado, investindo para a manutenção das casas lares, colégios e programas de recuperação de dependentes químicos.
Essa é a preocupação e o nosso foco nas  casas lares que abrigam crianças adolescentes em situação de risco e vulnerabilidade social, encaminhadas pelo Conselho Tutelar ou Ministério Público.
Essas crianças nos são encaminhadas por motivos tão diversos, tão tristes, que se traduzem muitas vezes na total impossibilidade de serem criadas no seio familiar: violência doméstica abuso e exploração social , ausência dos pais biológicos por prisão ou incapacidade total de os criarem no caminho do bem.
Nos lares são recebidas com carinho e amor , acolhidas agora em um ambiente seguro e passam a integrar uma nova família: a família missionária. Tornamo-nos responsáveis por essas vidas, tornamo-nos responsáveis pela assistência integral às suas vidas, ao seu desenvolvimento, nas áreas física,  emocional, física, psíquica, intelectual, espiritual. Passamos a ser responsáveis para que vivam em um ambiente digno, para que recebam uma educação pautada nos valores cristãos, e sejam preparadas para a vida futura, tornando-se cidadãos íntegros que façam a diferença na sociedade.
A partir daí precisamos dar às crianças um ambiente saudável e cristão, para que possam crescer em sabedoria, estatura e graça, diante de Deus e dos homens.
Nossas crianças precisam ter a  oportunidade de viverem como viveu o menino Jesus.
Desenvolvimento intelectual e social
E crescia Jesus em sabedoria
Jesus teve a chance de elaborar seus conhecimentos mesmo em um ambiente complexo e contraditório. Ainda na adolescência impressionou os doutores da lei com sua sabedoria e capacidade para ensinar (Lc 2.41-52).
Precisamos de um espaço que lhes propicie conhecimento relevante para a vida, empreendendo esforços junto às escolas, investindo em oportunidades justas para o desenvolvimento de seus talentos e habilidades. Oremos e lutemos para que as nossas praças sejam criadas em um ambiente seguro e acolhedor para o lazer e sonhos das crianças.
Desenvolvimento físico e emocional
E crescia Jesus em estatura
Jesus desfrutou de cuidados como alimentação, habitação, proteção e saúde, e cresceu fisicamente. Maria foi uma mãe exemplar, José foi um pai atento à voz de Deus e um protetor sábio. Nossas crianças precisam ser cuidadas por pessoas bondosas e responsáveis que fortaleçam a auto estima e confiança de cada uma delas.
Que o pai e a mãe de Jesus sejam um exemplo e inspiração para as mães e pais sociais de nossas crianças.
Desenvolvimento espiritual
E crescia Jesus em graça, diante de Deus e dos homens
Jesus desfrutou da mais profunda comunhão com o Pai. Sem dúvida, seu senso de missão, sua entrega incondicional a Deus Pai, sua prática de espiritualidade engajada em todas as áreas da vida, fermentaram uma espiritualidade singular – modelo a ser seguido por toda criança, em qualquer parte do mundo. A espiritualidade de Jesus tanto o aproximava de Deus quanto das pessoas.
Nossas crianças precisam ser inspiradas pelo exemplo de homens e mulheres que seguem Jesus Cristo. Que as igrejas sejam transformadas em comunidades fraternas semelhantes às experiências de Jesus e à primeira geração de discípulos.
Que sejam vidas em abundância.
Uma rede de proteção à criança precisa ser formada por todos os segmentos da sociedade.
A própria lei nos lembra disso:

“É dever da família, da comunidade, da sociedade em geral e do Poder Público assegurar, com absoluta prioridade, a efetivação dos direitos referentes à vida, à saúde, à alimentação, à educação, ao esporte, ao lazer, à profissionalização, à cultura, à dignidade, ao respeito, à liberdade e à convivência familiar e comunitária”.*

Cada pedaço de corda que forma essa rede precisa desempenhar sua função. Quando um segmento não funciona, é como se uma das cordas apodrecesse, enfraquecendo a rede. Assim, os elementos que formam uma rede de proteção à criança são:
Igreja:
É a referência de comunidade e comunhão. Quando ativa, a igreja nos mantém no foco correto quanto ao cuidado da criança e do adolescente em risco. Na igreja, a criança pode descobrir a vida planejada por Deus para ela.
Família:
É a célula principal da sociedade. É na família que a criança é moldada, pois apresenta os primeiros modelos de vida. Cabe à família cuidar da criança, protegendo-a e lutando pela sua dignidade.
Escola:
Tem o papel essencial de ensinar a criança sobre o mundo e estimulá-la a desenvolver suas capacidades.
Estado:
Tem a obrigação de proporcionar um ambiente em que os direitos e deveres da criança sejam respeitados.
Organizações da sociedade civil:
Braço direito das autoridades. Ajudam a levar e cobrar dignidade às crianças discriminadas pela sociedade e desprovidas de seus direitos e deveres.
Amigos e vizinhança:
Compõem a rede de proteção pessoal da criança. São fundamentais para o seu crescimento sadio.
*Estatuto da Criança e do Adolescente, Lei Nº 8.069, Art. 3º.
Nunca mais haverá nela uma criança que viva poucos dias (...). Construirão casas e nelas habitarão.” (Is 65.20,21)
“Deixem vir a mim as crianças, não as impeçam; pois o Reino de Deus pertence aos que são semelhantes a elas.” (Mc 10.14)

Não podemos nos esquecer dos Dez Mandamentos em favor da Criança*, * (citados no livro "Um Mundo Melhor para as Crianças", Nações Unidas – Nova Iorque – 2002)
 
1. Colocar as crianças em primeiro lugar.
Em todas as medidas relativas à infância será dada prioridade aos melhores interesses da criança.
2. Erradicar a pobreza: investir na infância.
Reafirmamos nossa promessa de romper o ciclo da pobreza em uma só geração, unidos na convicção de que investir na infância e realizar os direitos da criança estão entre as formas mais efetivas de erradicar a pobreza. Medidas imediatas devem ser tomadas para eliminar as piores formas de trabalho infantil.
3. Não abandonar nenhuma criança.
Todas as meninas e todos os meninos nascem livres e têm a mesma dignidade e os mesmos direitos; portanto, é necessário eliminar todas as formas de discriminação contra as crianças.
4. Cuidar de cada criança.
As crianças devem ter o melhor início de vida. Sua sobrevivência, proteção, crescimento e desenvolvimento com boa saúde e uma nutrição adequada são as bases fundamentais do desenvolvimento humano. Faremos um esforço conjunto para lutar contra as doenças infecciosas, combater as principais causas da desnutrição e criar as crianças em um meio seguro que lhes permita desfrutar de boa saúde, estar mentalmente alerta, sentir-se emocionalmente seguras e ser socialmente competentes e capazes de aprender.
5. Educar todas as crianças.
Todas as meninas e todos os meninos devem ter acesso à educação primária obrigatória, totalmente gratuita e de boa qualidade como base de um ensino fundamental completo. Devem eliminar-se as disparidades de gênero na educação primária e secundária.
6. Proteger as crianças da violência e da exploração.
As crianças devem ser protegidas de todo e qualquer ato de violência, maus-tratos, exploração e discriminação, assim como de todas as formas de terrorismo e de serem mantidas como reféns.
7. Proteger as crianças da guerra.
As crianças devem ser protegidas dos horrores dos conflitos armados. Crianças que estão em território sob ocupação estrangeira também devem ser protegidas de acordo com as disposições do direito humanitário internacional.
8. Combater o HIV/AIDS.
É necessário proteger as crianças e suas famílias dos efeitos devastadores do HIV/AIDS.
9. Ouvir as crianças e assegurar sua participação.
As crianças e os adolescentes são cidadãos valiosos que podem ajudar a criar um futuro melhor para todos. Devemos respeitar seus direitos de se expressar e de participar em todos os assuntos que lhes dizem respeito, de acordo com sua idade e maturidade.
10. Proteger a Terra para as crianças.
Devemos defender nosso ambiente natural com sua diversidade biológica, sua beleza e seus recursos, tudo aquilo que melhora a qualidade de vida para as gerações atuais e futuras. Será dada toda a assistência possível para proteger as crianças e reduzir ao mínimo os impactos nelas provocados pelos desastres naturais e pela degradação do meio ambiente.


A Convenção dos Direitos da Criança (Nações Unidas) estipula no artigo 19 que:
1. Os Estados-partes tomarão todas as medidas legislativas, administrativas, sociais e educacionais apropriadas para proteger a criança contra todas as formas de violência física ou mental, abuso ou tratamento negligente, maus-tratos ou exploração, inclusive abuso sexual enquanto estiver sob a guarda dos pais, do representante legal ou de qualquer outra pessoa responsável por ela.
2. Essas medidas de proteção deverão incluir, quando apropriado, procedimentos eficazes para o estabelecimento de programas sociais que proporcionem uma assistência adequada à criança e às pessoas encarregadas de seu cuidado...
Da mesma forma o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) atribui às organizações sociais que atendem crianças a responsabilidade de protegê-las de toda forma de maus-tratos e abuso e de prezar pela segurança delas enquanto estiverem ali, dentro da instituição. Há um capítulo inteiro dedicado à regularização do atendimento à criança que começa com o artigo 90.
Sobre esse assunto Paulo Sérgio Pinheiro, especialista independente do Estudo sobre Violência Contra Crianças das Nações Unidas, comenta:
"O estabelecimento de normas internacionais de proteção à criança é uma realização muito importante e essencial, mas tem de ser seguida de ação. As pessoas que trabalham com crianças desempenham um grande papel nesse processo porque vão enfrentar os muitos desafios de transformar as idéias e os princípios contidos nas normas internacionais parte integrante do seudia-a-dia.
Como um grupo de pessoas mais vulnerável, especialmente em situações de pobreza, crises ou conflitos, as crianças merecem padrões mais elevados de proteção. Para conseguirmos bons resultados, os funcionários das organizações de desenvolvimento social precisam se conscientizar do papel que desempenham e das responsabilidades que carregam quando interagem com as crianças, direta ou indiretamente.”
CONCLUSÃO
Nossa missão não é simples. Exige amor, dedicação,  responsabilidade, tempo, esforço e compromisso. Mas é uma missão grandiosa, atribuída por nosso Deus que nos confiou essas vidas para cuidar, desenvolver e transformar.
Transformar em pessoas do bem, conhecedoras do evangelho e dos princípios cristãos, transformá-las em pessoas que façam a diferença na sociedade e a influenciem por meio de seus exemplos.
  
Qualquer criança submetida a uma ou mais dessas circunstâncias citadas está em desvantagem e tem o seu desenvolvimento físico, mental, emocional e espiritual ameaçados.
Por que devemos nos importar com elas e dar a nossa vida por suas vidas? Porque elas eram (e são) uma preocupação especial de Jesus

Jesus sofria muito com o sofrimento dos outros. Era um sentimento constante e sincero. Ele enxergava o sofrimento alheio estampado no corpo. Enxergava o sofrimento alheio estampado na fisionomia. Enxergava o sofrimento alheio estampado no nervosismo. E enxergava o sofrimento alheio escondido lá dentro da alma.
Ele via as viúvas, os órfãos, os famintos, os estrangeiros que não tinham terra, os pecadores que não tinham perdão, os saduceus que não tinham fé, os fariseus que não tinham misericórdia e os ricos que não tinham caridade.
As crianças sempre foram alvo dessa preocupação de Jesus.

O grito de Jesus em solidariedade às crianças é bem conhecido. Alguns pais tiveram a feliz idéia de trazer suas crianças a Jesus para que Ele as tocasse, lhes impusesse as mãos e orasse por elas (Mt 19.13-15). E os discípulos tiveram a infeliz idéia de repreender esses pais.
Certa ocasião, Ele se pronunciou em público sobre a integridade espiritual da criança e fez uma terrível ameaça: “Se alguém for culpado de um deles [os pequeninos] me abandonar, seria melhor para essa pessoa ser jogada no mar, com uma grande pedra amarrada no pescoço” (Mt 18.6, A Bíblia na Linguagem de Hoje).
Jesus é a salvação das crianças. Não só por causa da perfeita redenção que Ele operou na cruz do Calvário em favor dos pequeninos e dos adultos. Mas também porque Ele levanta a sua voz contra qualquer injustiça cometida contra as crianças. Jesus sempre se põe ao lado delas e contra os culpados, seja quem for,  não importa como, quando ou onde!
Como discípulos, devemos seguir o ministério integral de Jesus. AMEMOS NOSSAS CRIANÇAS! Assim evitaremos que se percam pelos caminhos da vida e reproduzam os atos insanos que hoje lemos nas páginas dos nossos jornais.


FONTE: SITE CBB

29 de janeiro de 2011

O Amor ao Próximo

O Amor ao Próximo







Amarás, pois, ao Senhor teu Deus de todo o teu coração, de toda a tua alma e com todas as tuas forças.
Deuteronômio 6: 5
 
O Grande Mandamento
Mateus 22: 34-39









Amarás, pois, ao Senhor teu Deus
de todo o teu coração,
de toda a tua alma e
com todas as tuas forças.
Deuteronômio 6: 5


Um fariseu, com grande conhecimento das Leis de Deus, dadas a Moisés, perguntou a Jesus:
Mestre, qual é o grande mandamento na lei?
Jesus respondeu: Amarás ao Senhor teu Deus de todo o teu coração, de toda a tua alma, e de todo o teu entendimento.
E Jesus ainda completou dizendo: Este é o grande e primeiro mandamento.
E o segundo, semelhante a este, é: Amarás ao teu próximo como a ti mesmo.






Amar ao Senhor


Se alguém pergunta se amamos ao Senhor, rapidamente dizemos: Sim! Nós amamos o Nosso Deus e Pai! Sim! Nós amamos Jesus!
Mas, o que é amar ao Senhor, de acordo com o próprio Senhor?
Jesus disse:
Aquele que tem os meus mandamentos e os guarda esse é o que me ama. João 14:21

 
Amar ao Senhor


         Existem 150 Salmos na Bíblia Sagrada e, o maior deles, é o 119 que tem 176 versículos.
         São versículos lindos e um, em especial, registra o que o salmista fez com a Palavra de Deus.
        
Escondi a tua palavra no meu coração,
para eu não pecar contra ti.

Salmos 119:11

 

 

 

Gratidão


            Por tudo o que Deus fez por nós. Por tudo o que Deus estava fazendo por nós, a cada dia e, por tudo o que Deus vai fazer em nossas vidas, temos que agradecer. Temos que servir ao Senhor com alegria, temos que louvar e engrandecer o Seu maravilhoso Nome.
            Temos que demonstrar a Ele o nosso amor e a nossa gratidão, porque verdadeiramente, o Senhor é bom!


  
Provai, e vede que o Senhor é bom; bem-aventurado o homem que nele confia.
Salmos 34:8
Felicidade


Quando amamos uma pessoa, não queremos magoá-la ou entristecê-la.
         Isso acontece em relação aos nossos pais, irmãos ou uma amiga ou amigo querido.
         O amor nos deixa felizes e nosso coração transborda de alegria.


Louvai ao Senhor, porque o Senhor é bom; cantai louvores ao seu nome, porque é agradável. Salmos 135:3

        




Obediência

O amor que sentimos pelo Senhor é demonstrado através do nosso comportamento.
Lendo e estudando a Bíblia;
Guardando as Palavras no coração;
Buscando conhecer mais o Senhor;
Colocando em prática o que aprendemos.
         Jesus disse:
         Aquele que tem os meus mandamentos e os guarda esse é o que me ama; e aquele que me ama será amado de meu Pai, e eu o amarei, e me manifestarei a ele. João 14:21


O Amor ao Próximo
Lucas 10: 30-37

            Algumas pessoas acham que são os filhos, marido ou esposa e membros de sua igreja.
         Outras acham que são seus parentes, amigos e membros da igreja.
Existem, também, as que acham que são os parentes, amigos, membros da igreja e vizinhos e, até incluem, os empregados e colegas de trabalho.
Mas, e os professores da nossa escola? E o nosso dentista? E o nosso médico?
Afinal, quem é o próximo?


O Amor ao Próximo
Lucas 10: 30-37

O que disse Jesus sobre isso?
Jesus preferiu responder a esta pergunta, através de uma parábola: A do bom samaritano.
Está escrito:
Um homem ia de Jerusalém para Jericó e caiu nas mãos de ladrões.
O homem foi roubado, espancado e deixado, semimorto, no meio do caminho.
Passou um sacerdote por aquele caminho e, vendo o homem, passou bem longe.
Depois, passou um levita que vendo o homem, também passou bem longe.
Aí, um samaritano, passou perto do homem e teve compaixão dele.
Fez um curativo nos ferimentos do homem, levou-o para uma hospedaria e tratou dele.
No dia seguinte, deu dinheiro ao hospedeiro e pediu que cuidasse do homem. Disse, também, que se houvesse despesas a mais, ele pagaria quando voltasse.
Jesus, então, perguntou: Qual destes três você acha que foi o próximo do homem que caiu nas mãos dos salteadores?
O intérprete da Lei respondeu: O que usou de misericórdia para com ele.
Então, Jesus lhe disse: Vai e proceda como ele.


O amigo e o Irmão


            Se quando Jesus bate à porta, do nosso coração, nós abrirmos a porta e o  convidarmos a entrar, Ele passa a ser nosso melhor amigo.



Eis que estou à porta e bato; se alguém ouvir a minha voz, e abrir a porta, entrarei em sua casa, e com ele cearei, e ele comigo.
Apocalipse 3: 20






O amigo e o Irmão


            Quando deixamos de ser apenas criaturas e passamos a ser filhos de Deus, o Senhor Jesus passa a ser, além de amigo, nosso irmão mais velho.



O amigo ama em todo o tempo;
e para a angústia nasce o irmão.
Provérbios 17: 17




Escrever um versículo para um ou vários amigos


Como o Pai me amou, assim também eu vos amei; permanecei no meu amor.
João 15: 9


Colorir









Memorização de Versículo









aquele que beber da água que eu lhe der nunca terá sede; pelo contrário, a água que eu lhe der se fará nele uma fonte de água que jorre para a vida eterna.
João 4:14

E quem tem sede, venha; e quem quiser, tome de graça da água da vida.
Apocalipse 22:17
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