28 de maio de 2011

Alerta à Nação Brasileira

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Fonte: www.batistas.com

Um dos papeis da Igreja na sociedade é ser uma consciência profética capaz de ajudar a cada ser humano (entendido como um indivíduo livre e competente diante de Deus e dos homens, vivendo em uma sociedade pluralista) a discernir valores essenciais que norteiam os relacionamentos em todas as suas dimensões.
É nesse contexto que os batistas – integrantes de uma denominação cristã que, ao longo de toda a sua história, defende a liberdade religiosa, de consciência e de expressão – se manifestam para alertar sobre os perigos que a sociedade brasileira corre diante das novas conjunturas sociais aprovadas pelo Supremo Tribunal Federal (STF) e que estão sendo propaladas por leis que tramitam no Congresso Nacional e por ações promovidas pelo Executivo.

Assim, alertamos para o perigo:

• De construir uma sociedade em que a legalidade pode ser estabelecida pelos interesses políticos e inclinações pessoais, como ocorreu no caso da releitura contraditória feita pelo STF do artigo 226 da Constituição Federal. O artigo diz:

“Art 226 - A família, base da sociedade, tem especial proteção do Estado.
(...)
§3o – Para efeito da proteção do Estado, é reconhecida a união estável entre o homem e a mulher como entidade familiar, devendo a lei facilitar sua conversão em casamento.
§4o – Entende-se, também, como entidade familiar a comunidade formada por qualquer dos pais e seus descendentes.
§5o – Os direitos e deveres referentes à sociedade conjugal são exercidos igualmente pelo homem e pela mulher.

Quando uma casa que tem como principal missão defender a Constituição a rasga, corremos o perigo de viver um Estado jurídico de exceção, ao qual a nação brasileira não deseja retroceder.

• De destruir o conceito de família (que não é só cristão, mas universal e multicultural) para reconstruí-lo sob a égide somente da afetividade e não em toda a dimensão de suas funcionalidades como base da sociedade.
• De criar uma sociedade em que os valores essenciais são relativizados, pois onde tudo é relativo nada sobra para apoiar os alicerces do nosso futuro.
• De viver em uma sociedade que abandona os valores divinos revelados nas Escrituras Sagradas, pois a História, desde os tempos bíblicos, têm demonstrado que sociedades que abandonaram os valores mais elementares implodiram por perderem os seus pilares sustentadores – ainda que tenham sido, em algum momento, grandes potências no contexto universal.

Tais atitudes nada mais são do que a iniqüidade institucionalizada. Assim, conclamamos a sociedade brasileira a continuar mostrando que existem opiniões divergentes. Sem discriminação e com respeito a cada indivíduo, tais manifestações visam a defesa de valores pessoais e sociais, com integridade. Somente quando todos os segmentos da sociedade se expressam é que as forças políticas de nossa nação se sensibilizam para obviedade dos valores essenciais, como no caso recente da decisão de nossa presidente, Dilma Rousseff, ao impedir a distribuição do chamado “kit contra a homofobia ” nas escolas públicas.

Curitiba, 27 de maio de 2011

Pr. Paschoal Piragine Jr.
Presidente da Convenção Batista Brasileira.

27 de maio de 2011

MENSAGEM SUBLIMINAR - Propaganda do novo Axe "anjos cairem do céu"

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Assista este vídeo com atenção!

Resumo do comercial: Após um rapaz  usar a nova fragrância do desodorante Axe Excite,  Anjas começam a cair do céu sobre a terra, mais especificamente na Itália.
Sete anjas caem do céu atraídas pelo cheiro do desodorante.
A propaganda contém elementos que lembram o ocultismo, adoração a outros deuses e aliança com o diabo.
Anjos ou anjas caindo do céu são representações do exército de Satanás. Foi a rebeldia de alguns anjos liderados por Lúcifer que foram banidos do paraíso por Deus de acordo com o que nos foi ensinado pelo Senhor JESUS:
“E disse-lhes: Eu via Satanás, como raio, cair do céu.”  (Lc 10, 18).

Viu algo estranho? Bom, o que eu vi de errado na propaganda foi:


Vamos começar pelo  Slogans:
“Prepara-te para um poder de atração do outro mundo. Com o novo AXE nem os anjos resistem”
“Com o Novo AXE até os anjos vão cair”
———————————————————————————————————————————————–
Segundo o blog Apocalipse Total o pé da anja principal possui apenas quatro dedos. [Extra vídeo]
Esta deformação representa a deusa Lilith, conhecida como Lua Negra, que é um demônio que leva as mulheres à insubimissão, lesbianismo e destruição de relacionamentos.
O nome de Lilith tem duas interpretações: “mulher da noite” ou “lilu” (lótus), a flor-Yôni da Grande Mãe, portal da união dos sexos.
Ela representa todo o instinto sexual e rebelde da mulher.

Deusa Lilith

Suposta mensagem subliminar é vista em comercial do Axe [agora com mais datelhes]

Vamos ver mais algumas da mensagens subliminares na propaganda do desodorante
A propaganda do desodorante nos chama a atenção devido às cenas exibidas e as mensagens ocultas em sua imagens.

A cena da moto:

A placa da moto que aparece aos 0:05,3 possui os números BO/62833.
As letras BO somadas na tabela cabalística e no sistema Caldeu é igual a 9 (B=2 e O=7, onde 2+7 = 9) que é o número do cristo cósmico Baha’u’llah, o chifre pequeno que fala grandes coisas ( Daniel 7,8).
No sistema pitagórico o oito( B=2 e O=6, onde 2+6=8) indica o oitavo rei.
O quarto reino que representa o reinado do Anticristo e de seus nove mestres eleitos descrito em Daniel 7,7 está no número 62833, onde (6+2+8+3+3=22 e 2+2=4)

No momento em que os anjos estão caindo várias pessoas acompanham o fato. Há o momento que uma senhora aparece chorando. De acordo com o estudo ela representa o catolicismo, pois acreditam que a entidade feminina que vive no ceú é Nossa Senhora.

A importância do Brasil na Nova Ordem Mundial:

Aos 0:15m do vídeo,o Brasil é representado por um garoto que na sua camiseta verde e amarela aparece a palavra “Brasil Suit”. A melhor tradução neste caso, segundo o dicionário Michaelis é a seguinte:
  • 3 servir para, concordar, adaptar-se para,
  • 4 servir, ser conveniente,
  • 5 combinar com,
  • 6 agradar, satisfazer
O papel que o Brasil desempenha é de se adaptar rapidamente tanto na ordem illuminati através de privatizações como em parcerias comerciais com os EUA e aliados…
Comentário pela internet:
“O Aeroporto já vai ser privatizado,  diz jornal- Segundo o jornal Folha de S. Paulo, O país pretende baixar a medida provisória, e entre as medidas, está a abertura de capital Infraero” (Revista Exame) … como na ordem mundial de Baha’u’llah (implantação da unidade da diversidade, agenda gay e parcerias com a China e Rússia).

Uma insinuação

Veja essa foto, você acha que a anja está gravida? ou o que foi tentando nos mostrar?
Bem em baixo eu coloquei dois comentário (o suficiente) para todos notarem o que todos que veem a imagem.

Dois Comentários pela internet que inclusive foi removido o link para vê-lo.

  • “…Eu não havia percebido a anja grávida. Uma pessoa comentou e faz sentido: se a anja está grávida então ocorreu sexo no céu? Bem. Talvez a “jogada de marketing” possa não ter essa temática. Por que algum publicitário iria inventar uma coisa dessas que iria causar tanta polêmica?…”
  • “…A segunda anja ta grávida ! :O Concordo, isso é uma blasfêmia das grandes. Tão querendo dizer que no céu tem sexo, ridiculo…”
O xale preto arrancado das mãos da dona de Casa
O xale preto é utilizado no ritual da Lua Negra descrito no A lua negra da Transmutação. O documento descreve a necessidade de se oferecer um xale preto a uma deusa anciã.

A Representação do diabo:

Aos 0:48,5 uma anja passa por uma parede na qual está pixado um horário: 22:45h e se somarmos estes números teremos então o número 13(2+2+4+5=13), que é o número que representa satanás.
Treze é um número sagrado para a maçonaria, e pode significar: Rebelião contra Deus, Transformação. É também utilizado em rituais.
13 são os principaes e Summos Chefes da Maçonaria em todo o globo
O 13 está presente também na nota um dólar e em diversos símbolos e objetos maçonicos.

NCS (Ritual da Lua Negra) representado no capacete e na parede

Na mesma cena anterior podemos ver uma inscrição na parade “NCS” e ao pesquisarmos um pouco sobre o assunto, descobrimos que NCS nos remete a uma antiga banda que cantava músicas anticristo e também à descrição de uma das fases da lua, chamada lua negra e que é propícia para rituais satânicos. O que justifica o desenho da lua no capacete do motoqueiro.
Sobre o ritual:
Ao entrar na fase da lua negra, podemos presenciar a transição entre a destruição do velho e a criação do novo. É portanto, um período favorável para rituais de cura, transmutação, renovação e regeneração. o processo de transformação destrói os padrões ultrapassados de condicionamento, comportamento e estruturação, liberando-nos daquilo que não serve mais, aquilo que é limitante, impedindo nossa expansão.
É mostrado um senhor cego que aparentemente “” ou presente o que está acontecendo. Em uma relação com a Revelação de João, esta cena tem uma ligação com o final dos tempos pois relaciona aos falsos milagres e sinais que surgirão.
No livro de Marcos, capítulo 13 versículo 22 há a explicação da cena: “Porque se levantarão falsos cristãos e falsos profetas e farão sinais e prodígios para enganarem, se possível, até os escolhidos”.

O arco de Baha’u’llah

Aos 0:55, uma anja negra passa por um arco que representa o Arco de Baha’u’llah e logo em seguida toca a ponta do muro com a sua asa esquerda. A cena deixa uma sugestão de que ela estava tentando acender um fósforo. Isso representa o fogo espiritual (que é o batismo com o falso espírito santo).

Uma olhar sinistro

Logo em seguida a cena de um senhor de olhar sinistro falando ao telefone remete a ideia de uma conexão com o diabo.

O número 9 (Nove)

Logo em seguida ela se encontra com mais 6 anjas passam rapidamente pelo número 9. E mais uma vez, obedecendo as leis do Kitab-i-aqdas de Baha’u’llah, com o objetivo de condicionar a humanidade o número9 foi usado de forma subliminar:
“K29. Dize: Este é aquele conhecimento oculto que jamais há de mudar, pois inicia-se com o nove, o símbolo que representa o Nome oculto e manifesto, inviolável e inacessivelmente excelso (..) Atendei às injunções que vos foram impostas por Aquele que é a Aurora da Expressão. Os sinceros entre os Seus servos hão de considerar os preceitos (..) como a Água da Vida para os seguidores de todas as crenças..” (Kitáb-i-aqdas- Baha’u’llah)
O sentido de inversão do número 9 aparece na cena em que as seis anjas ficam próxima dele.
“K-157. Vede: o “mistério da Grande Inversão no Símbolo do Soberano” tornou-se agora manifesto. Feliz quem (…) ajudou a reconhecer o “Seis” erguido em virtude deste [1] “Alif Aprumado”; ele, em verdade, é um dos que têm verdadeira fé…”
A inversão dos número 6 e 9 também pode ser vista na placa da moto do rapaz que as anjas sentem a fragrância do desodorante . As letras “AH” representam o seguinte no sistema de tabelas cabalístico:
  1. No pitagório o número 9 (A=1 e H=8, onde 1+8=9) .
  2. No caldeu o 6 ( A=1 e H=5, onde 1+5=6).
Vale lembrar que a palava “Axe Excite” possui nove letras; representando assim as fragrâncias unificadoras de Baha’u’llah, unindo humanos e anjos caidos (que farão o papel de espíritos guias da humanidade) na sua nova ordem mundial.

Significado místico das sete anjas:

O número sete representa as sete cabeças da besta, conhecido no bahaismo como a revelação progressiva. Observe que elas caem do céu e também representam supostos manifestantes solares vindos para guiar a humanidade.
O fato do vídeo se passar na Itália chama a atenção para sinais na tumba do Papa João Paulo II, o mesmo que no dia 1º de maio de 2011 será proclamado santo. Em 2012 será completado sete anos da sua morte e as anjas representam muito bem esse sinal, pois falta apenas um ano para as comemorações.
As anjas estão divididas na seguinte proporção: três vestidas de branco (1-1-1), três vestidas de bege,(1-1-1) e uma vestida de marrom: (1 ). A distribuição na proporção 3 representa a trindade satânica formada pela besta de dois chifres e o anticristo e no mundo espiritual o cristo cósmico, a Rainha dos céus e o demônio estrela renfã (na sua forma final de uma estrela de nove pontas).
A anja negra isolada na proporção (1) indica a importância da África na nova ordem mundial de Baha’u’llah, pois eles são os guardiões da arca mágica.

As anjas entram em rebeldia

Na cena final da propaganda, as anjas entram em rebeldia, quebram suas auréolas e se rendem aos desejos canais. A intenção do vídeo é promover e motivar a prostituição espiritual através de orgias.

Ritual de ocultismo

O quarto do rapaz possui algumas velas acesas (na geladeira no fundo da cena) que também indicam iniciação ao relacionamento com demônios semelhantes a Lilith (Lua Negra).
A cena por si, já diz muita coisa, repare as penas da asas das anjas em cima da cama (não precisa entrar em detalhe), a propaganda termina com o slogan:
Com o Novo AXE até os anjos vão cair
A propaganda também é um culto a deusa Lilith é muito comum a oferenda de sete velas para se praticar a prostituição.
Ela também é uma personificação de Jezabel como descrito abaixo:
“Mas tenho contra ti que toleras Jezabel, mulher que se diz profetisa, ensinar e enganar os meus servos, para que se prostituam e comam dos sacrifícios da idolatria.” (Ap 2, 20)

deusa lilith
No satanismo Lilith dirige as 7 Esferas infernais (por isso sete anjas no comercial) , onde reina o  homossexualismo, o lesbianismo,  taras e todos os tipos de depravação.


25 de maio de 2011

Pastor

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Chamado para suprir as necessidades
As alimenta com amor e verdade
Dotado com as ferramentas certas
Conduz em segurança

Sempre por perto ele estar
Com os seus olhos a vigiar
Assim as ovelhas podem descansar

Sua sede sempre esta a saciar
Assim  com a alma tranquila as ovelhas podem descansar
Mesmo que uma venha a se machucar
Ele tem o remédio certo para curar

As ovelhas não sentem falta de nada
Pois estão sempre bem amparadas
Para longe não querem fugir
Pois o seu pastor esta ali

Se uma delas se desgarrar
Ele logo sai a procurar
A encontra magra, cansada e muitas vezes machucada;
Porem neste momento ela sente que ainda é amada

Sem interesses a conduz de volta ao rebanho
A alimenta e consola, cura suas feridas;
E logo ela estará cheia de vida.

Assim é a sua vida.
“se é fácil, não sei, apenas sei que as ovelhas precisam de um pastor, Jesus também sabe por isso hoje ainda pergunta __________________ ,amas-me? Apascenta as minhas ovelhas.

Ana Rosa

19 de maio de 2011

ENSINE SEU FILHO SER HOMEM

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Por: Gilson Bifano
Vivemos numa sociedade onde os valores não são mais absolutos. Influenciado pela pós-modernidade, alguns valores se tornaram relativos.

Isso tem uma implicação na sexualidade humana. Nos dias de hoje, ser homem ou mulher já não é mais uma questão de genética “XY” ou “XX”. Os meninos e as meninas nas escolas estão sendo ensinados que tudo é uma questão de opção sexual.

Se até a década de 70 esses valores eram absolutos, hoje já não são. Muitos livros didáticos já tratam, sem nenhum pudor, esses conceitos. O mesmo acontece através dos meios de comunicações.

A igreja e a família devem estar atentas aos movimentos liberais que tentam influenciar a orientação dada às crianças.

Para tanto alguns caminhos precisam ser trilhados pelos pais e líderes religiosos para que tenham sucesso na educação sexual das crianças e adolescentes.

O primeiro deles é não se deixar ser influenciado pelo movimento liberal que tenta, por todos os meios, fazer com que se aceite que a homossexualidade seja algo aceitável e até incentivada quando um adolescente, por exemplo, tem tendências homossexuais. Firmar posição contra a prática homossexual vai custar caro, mas se queremos, antes de tudo, agradar a Deus, não haverá outro caminho.

O segundo caminho é estar atento ao crescimento do filho ou filha e procurar enxergar comportamentos que tendem ao homossexualismo. Meninos andam diferentemente de meninas. Meninos falam diferentemente de meninas. Meninos sentam de maneira diferente de meninas. Se os pais notarem algo diferente no comportamento, na fala e no jeito de andar, deve, sem humilhar e de maneira amorosa e corajosa ensinar como meninos andam, falam e se comportam.

Deve também estar atento ao universo que os filhos estão sendo criados. Meninos de hoje, na sua grande maioria, estão sendo criados num mundo de mulheres. É só olhar para escolas, igrejas e para as próprias famílias.

É raro encontrar uma escola, especialmente na educação infantil, a presença masculina no quadro de professores. O mesmo acontece nas igrejas. Quem trabalha no departamento infantil geralmente são mulheres. Nas famílias, filhos estão sendo criados pelas babás, avó, tias. Meninos precisam ter contato com homens que lhes sirvam de referencias positivas de masculinidade. Os meninos precisam de homens para ajudá-los a estabelecer sua masculinidade de modo apropriado.

Diálogo também é importante. Pais e líderes religiosos precisam conversar com crianças e adolescentes sobre temas ligados à sexualidade, mostrando-lhe que Deus criou macho e fêmea, homem e mulher. Precisa-se inculcar na mente e no coração das crianças e adolescentes a preciosidade de ser de homem ou mulher, porque assim Deus desejou.

PAIS, MENINOS E HOMENS

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Por: Gilson Bifano
Meninos precisam ter contato com homens que lhes sirvam de referencias positivas de masculinidade. Escrevi também que os meninos precisam de homens para ajudá-los a estabelecer sua masculinidade de modo apropriado.

Como isso pode acontecer?

A mãe deve deixar seu marido/pai se faça presente na vida do filho. Esta deve ser uma atitude consciente por parte da mãe/mulher. Incentivar seu marido a entrar na vida do filho. Ensinar uma mulher ser mãe e estar presente do filho é algo natural. Para o homem, isso já é um pouco mais complexo. Para o homem, estar presente na vida de seu filho, deve ser um exercício, algo buscado conscientemente.

Na prática como isso deve ser buscado? A mãe deve deixar seu marido/pai tornar-se presente, incentivando e exigindo dele participação nos cuidados diários. Levando seu filho às consultas médicas, participando das reuniões de pais e professores.

Nos momentos de brincadeiras com os filhos, as mães não devem intervir no estilo de brincar característico dos homens. Homens, por exemplo, gostam de brincar de maneira diferente das mulheres.

Um recado às mães: “Mães, quando seu marido/pai estiver brincando de luta, rolando no chão, não intervenham. Não fiquem com medo que se machuquem. Isso faz parte da construção da paternidade na vida do menino. E se machucarem, fiquem tranqüilas que isso faz parte do processo na escola para meninos serem homens”.

Patrice Lewis escreveu um precioso artigo (publicado no site Clickfamília) sob o título “rapazes revoltados”.

Lewis afirma: “As mães não têm a capacidade de ensinar os meninos a ser homens. Não importa quanto amemos nossos filhos do sexo masculino, não temos essa capacidade. As mães querem ser mães porque, afinal, é o que fazemos. Protegemos, cuidamos e beijamos as feridas dos nossos meninos. Mas chega uma hora na vida de todo menino em que ele precisa se erguer acima dos beijos nas feridas e ser um homem. Os homens não dão beijos nas feridas. É assim que eles se tornam guerreiros e protetores. Lembro-me de quando o filho de 13 anos de nosso vizinho andou de bicicleta até nossa casa, uma distância de um quilometro e meio em difícil estrada de terra. Ele levou um tombo desagradável e chegou coberto de arranhões e sangue. Quando lhe perguntei o que havia acontecido, ele explicou sobre o tombo… então acrescentou um sorriso radiante: ‘Mas não tem problema. Sou menino”. Não é preciso dizer mais nada’. Se eu tivesse me descabelado com a situação dele, falando carinhosamente, agindo de forma excessivamente preocupada e beijando seus machucados, eu teria roubado dele a aventura de ter sobrevivido de seu acidente. Ele se orgulhou das cicatrizes de sua batalha, e a última coisa que ele queria era cobri-las com ataduras infantis”.
Com essas idéias, longe de afirmar que meninos não precisam ser protegidos e amados, mas para educar e preparar um menino para ser um verdadeiro homem é preciso proteger e amar de maneira diferente das meninas e inserir na vida do menino uma figura positiva de masculinidade.

Na ausência do pai, uma outra figura masculina que lhe sirva de espelho para a construção de sua própria masculinidade.

SEXO, AMOR E CASAMENTO

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Sexo, prazer, amor. Para muitas pessoas essas três palavras não possuem ligação alguma.  Sexo pode ser apenas sexo, como fazem os animais, por exemplo.  Prazer pode ser o único objetivo do sexo ou inexistir na relação. E o amor... Ah! O amor... É querer demais! É assim que a sexualidade humana e o relacionamento amoroso têm sido vividos, como experiências separadas: ou se tem prazer ou se tem amor. Será que é demais ter prazer a dois e fazer sexo com amor?
O ato sexual é a relação íntima e física entre os corpos de um homem e de uma mulher, como expressão máxima do amor. Essa minha definição parece idealizadora, porém completamente possível.
O amor é o maior de todos os sentimentos. É ele quem sustenta o relacionamento a dois. O ideal de amor é descrito no livro bíblico de 1 Coríntios 13.
Ao pensarmos em termos anatômicos, homem e mulher são diferentes: homens possuem pênis e mulheres vulva. Mas, são diferentes também no comportamento, na expressão das emoções... Assim, dizer que gente é tudo igual, só troca o sexo, é um grande erro. Aceitar as diferenças e conviver com elas é condição para o prazer sexual e completude emocional.
Para que o sexo seja feito com amor, devemos colocar o outro como prioridade "número 1" em nossa vida. A grande maioria dos casamentos acaba quando colocamos o cônjuge para escanteio ou em prioridade número 12 na nossa lista do dia-a-dia. Filhos vêm depois do cônjuge. Primeiro Deus criou o casamento, depois a paternidade. Trabalho vem depois também.
Um bom relacionamento conjugal é aquele em que ambos estão atentos às necessidades do outro. Não ache que apenas as necessidades emocionais devem ser atendidas, mas lembre-se sempre das necessidades sexuais.
A palavra “libido” se refere ao nosso apetite sexual, ou seja, ao desejo sexual que homens e mulheres possuem. Já ouvi mulheres afirmarem que se sentem tímidas, envergonhadas, por terem fome de sexo. Ora, graças a Deus pela fome que têm! É sinal de que estão vivas, saudáveis! A nossa sexualidade só acaba com a morte. Um homem ou uma mulher de 90 anos de idade continuam tendo sua sexualidade, fantasias e desejos. Nascemos assim e morremos assim.
O sexo deve ser encarado de maneira natural. Desfrutar do corpo do outro, explorando cada parte, cada reação, cada toque é um privilégio! Sexo com amor, une o casal.
Quando o casal atinge um alto nível de intimidade sexual, não existe espaço para a vergonha, para a dúvida, nem para o medo.  Amor entre homem e mulher sem contato físico é amor de amigo, é amor de irmão.
Temos no livro bíblico de Cantares de Salomão, um poema que celebra o amor romântico e sexual entre homem e mulher. O sexo, é ali celebrado com prazer e com amor! Salomão, o esposo, elogia e descreve todo o corpo de sua esposa, inclusive seios e vulva (que ele chama de ventre), numa narrativa belíssima. A esposa, por sua vez, se entrega a ele dizendo que já está nua para o ato (“Já despi as minhas roupas”), elogiando-o também em suas habilidades diversas.
Quando falo que sexo com amor é possível, que sexo une o casal, falo com propriedade. Um homem e uma mulher quando estão tendo relação sexual, têm em seus corpos uma explosão de hormônios liberados, dentre eles uma substância chamada Oxcitocina. Essa substância é considerada o hormônio do amor, porque dá às pessoas o sentimento de pertencerem uma à outra, dá a sensação de completude! Assim, experimentamos o que as pesquisas afirmam há tempos: sexo prolonga a vida, traz felicidade e bem estar, faz bem para a pele, para o corpo, para o cérebro... Então, a dica é: una-se ao seu cônjuge fisicamente em amor, e como conseqüência vocês estarão a cada dia em maior harmonia, nas diversas áreas do relacionamento conjugal.
Prazer a dois e sexo com amor é possível! Vivencie essa experiência de amor fantástica!

Autora: Psicóloga e sexologa Carolina Mendonça

MARTA SUPLICY QUER A PL 122 DE VOLTA

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Por: Julio Severo 
Fonte: site click familia
PLC 122 será votado na Comissão de Direitos Humanos do Senado na quinta-feira, 12 de maio

A Comissão de Direitos Humanos (CDH) deve votar nesta quinta-feira (12) o substitutivo que a senadora Marta Suplicy (PT-SP) fez no PLC 122, projeto que tem como objetivo criminalizar toda opinião filosófica, médica, moral e religiosa contrária à relação sexual entre homens.

O texto substitutivo sugere poupar da criminalização apenas os discursos feitos dentro do templo de igrejas. Mas a concessão especial aos religiosos está causando revolta entre os ativistas homossexuais, que veem na concessão uma mutilação da lei.

A equipe de Marta Suplicy rebate tal argumento, indicando que discursos “homofóbicos”, com exceção dos feitos em templos, “serão criminalizados” nas vias públicas, nos programas de televisão e rádio, nas revistas, jornais, etc.

O Projeto de Lei Complementar 122/2006 é de autoria da ex-deputada federal Iara Bernardi, do PT de São Paulo, e foi ardilosamente aprovado em 2006 na Câmara dos Deputados. Mas, desde que chegou ao Senado, tem enfrentado forte resistência da população, que tem feito contato com os senadores no sentido de não aprová-lo. O PLC 122 havia sido arquivado no começo deste ano, depois da derrota eleitoral de sua relatora, a ex-senadora Fátima Cleide, do PT de Rondônia, porém a senadora Marta Suplicy conseguiu desarquivá-lo e agora tenta avançar a lei que criminaliza a “homofobia”.

Ativistas homossexuais acreditam que agora é o “grande” momento de se votar o PLC 122, por causa da aprovação por unanimidade das uniões estáveis para duplas gays pelo Supremo Tribunal Federal (STF). Se o Congresso relutar e fizer com o PLC 122 o que fez com o projeto de parceria civil homossexual de Marta Suplicy que estava parado desde 1995, os militantes gays esperam que o STF novamente dê um “jeitinho”.

O que você pode fazer?

Meu blog disponibiliza vídeo de Silas Malafaia que mostra como você pode fazer contato com os senadores para pedir a não aprovação do PLC 122. O vídeo está neste link: http://juliosevero.blogspot.com/2011/05/silas-malafaia-denuncia-plc-122.html
Para mandar mensagens a todos os senadores, escreva para:

acir@senador.gov.br,
aecio.neves@senador.gov.br,
aloysionunes.ferreira@senador.gov.br,
alvarodias@senador.gov.br,
anibal.diniz@senador.gov.br,
antoniocarlosvaladares@senador.gov.br,
armando.monteiro@senador.gov.br,
benedito.lira@senador.gov.br,
blairomaggi@senador.gov.br,
casildomaldaner@senador.gov.br,
cicero.lucena@senador.gov.br,
ciro.nogueira@senador.gov.br,
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cristovam@senador.gov.br,
cyro.miranda@senador.gov.br,
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A LEGALIZAÇÃO DA IMORALIDADE

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Em um país onde o Poder Legislativo é o que menos legisla, mas sim o Poder Executivo através de Medidas Provisórias ou o Poder Judiciário através das suas “interpretações” (este último sem ter sido eleito pelo povo, nem passível de perante ele responder), o Supremo Tribunal Federal (STF), por unanimidade dos seus membros, resolveu estender aos homossexuais o instituto das “uniões estáveis”, sem qualquer embasamento nos dispositivos expressos da Constituição Federal ou do Código Civil, mas tendo por base argumentos filosóficos emanados da ideologia secularista que está a destruir os fundamentos da civilização ocidental plasmada pelo Cristianismo.
Mais uma vez é o aparelho do Estado indo de encontro à Nação, sua História, sua Cultura e seus Valores. A imoralidade do homossexualismo – nítido desvio de conduta e enfermidade emocional e espiritual – sempre rejeitada pela Nação, não por preconceitos, mas por conceitos que geram preceitos, recebeu o manto da legalidade, com o objetivo de reforçar a sua legitimidade. A imoralidade foi legalizada. O pecado foi legalizado. A minoria organizada do lobby GLSTB comemora seu momento de “vitória” contra a família. O Brasil se junta aos 10% dos países vanguardistas onde se aprovou tal instituto ou o do próprio “casamento”. O Brasil está de luto. A dignidade da pessoa humana e as leis vigentes isonômicas já eram mais do que suficientes para o exercício da cidadania, o bom funcionamento do Estado Democrático de Direito e a busca do Bem-Comum. O próximo passo será a criminalização dos heterossexuais que não admitem a normalidade do homossexualismo, o atentado à liberdade de expressão e da liberdade de religião, com a PLC 122, ora no Senado da República.
A mídia já vinha, há muito tempo, manipulando a opinião pública, em uma autêntica lavagem cerebral, para quebrar as resistências, e “reeducar” a nação. Os Ministérios Federais, como o da Educação e dos Direitos Humanos também estão a gastar o dinheiro do contribuinte para promover a pederastia.
Os argumentos levantados pelos doutos ministros no dia de hoje devem ser levados às suas consequências lógicas, legalizando as outras “minorias discriminadas”, como os pedófilos e outros tantos ófilos.
Os cidadãos brasileiros de convicções morais baseadas nos valores da fé revelada e nos valores sempre afirmados por nossa Pátria continuarão, com convicção e coragem, a expressar a sua mais veemente condenação a esse momento lamentável, que deslustrou a mais alta corte de justiça do País. Continuarão a pregar a mensagem de perdão de Deus a todos os pecadores e a todos os pecados (e não a promover marchas de orgulho do pecado), bem como a mensagem de arrependimento e de mudança de vida, de libertação das opressões e dos desvios, que ferem a santidade de Deus e o seu projeto para a humanidade.

Continuarão a apoiar os que hoje optam pelo comportamento homoerótico e que desejam dele ser curados, bem como aos heróicos terapeutas que se arriscam diante da intolerância das novas manifestações de totalitarismo. Bem nos ensina o apóstolo Pedro que “antes importa obedecer a Deus do que aos homens”, e seguindo o exemplo de Martin Luther King Jr, nos cabe a resistência pacífica (não passiva) e não violenta, a desobediência civil. Nesse momento que vozes proféticas se levantem, pois o respeito ao Poder Judiciário não passa por sua infalibilidade nem pela impossibilidade de dele se discordar e apontar para os seus equívocos, que prejudicam a Nação, e que um dia serão julgados tanto por Deus, quanto pela História.
Ache o aparelho do Estado o que achar, decida o que decidir, nossas Igrejas continuarão a afirmar que Deus criou uma humanidade de machos e fêmeas, que ordenou que o homem se unisse à mulher, e que condena vigorosamente a sodomia.
As consequências do que hoje decidiu na esfera do Estado não atingem a vida interna da Igreja e do Povo de Deus. Continuaremos a afirmar o que a herança judaico-cristã-islâmica tem ensinado por cinco mil anos. Continuaremos a respeitar a memória dos nossos antepassados e a honrar os valores dos nossos costumes e das nossas crenças.
Oremos pelas autoridades da República, para que cessem de fazer o mal e promovam o bem!
 Fonte: site clik familia
Por: Dom Robinson Cavalcanti - Bispo Anglicano

11 de maio de 2011

ESTRUTURA FAMILIAR

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Por: Gilson Bifano

O mundo do futebol se debateu recentemente sobre o abuso de bebidas alcoólicas entre os atletas. O assunto veio à baila devido ao problema, que já se tornou público, de Adriano, craque do Flamengo e da Seleção Brasileira, com a bebida.

A revista Veja, de 17 de março, publicou uma matéria cujo título era "O barraco armado pelo imperador". Só pela chamada da reportagem, podemos perceber a complicada situação do atleta. Adriano, alcoolizado, segundo a Veja, protagonizou cenas de fúria e baixaria na favela Vila Cruzeiro, no Rio de Janeiro.
A mesma revista, em sua edição de 4 de fevereiro, destacou o problema que Robinho, hoje no Santos Futebol Clube, teve, enquanto jogava na Europa, numa noitada em uma boate de Leeds, cidade vizinha a Manchester. Na ocasião, o que foi noticiado é que Robinho teria agredido sexualmente uma jovem inglesa de 18 anos.
Comentando o caso de Adriano, a psicóloga Suzy Fleury, que já atendeu atletas da Seleção Brasileira, afirmou: "A alta incidência de casos de uso abusivo de álcool nesse meio se explica pela trajetória que muitos dos jogadores têm em comum. Eles experimentam ascensão meteórica e, como em geral não contam com uma base familiar sólida nem com estudo, ficam completamente desorientados". No caso de Robinho, Veja publicou na época o seguinte comentário: "Todos eles seguiram o mesmo roteiro, da infância pobre, em meio a uma família pouco estruturada, ao estrelato e à fortuna repentinas, sem condição, tempo ou disposição para o amadurecimento emocional".
Já de Kaká, sempre quando a imprensa, além de comentar seu alto nível futebolístico, ressalta que a questão da estrutura familiar faz a diferença na vida pessoal e profissional do atleta do Real Madrid e da seleção canarinha.
Mas o que vem a ser uma família estruturada? Com certeza a pergunta dá margem para uma séria de considerações importantes. Se pedíssemos a 10 psicólogos ou sociólogos para darem 10 características de uma família estruturada, teríamos, pelo menos, uns 70 a 80 itens diferentes.
Elinaldo Renovato de Lima, pastor da Igreja Assembleia de Deus em Parnamirim (RN), num dos seus artigos, sintetiza bem o tema. Diz ele: "O lar deve servir de porto seguro para o jovem inquieto. Se ele recebe amor e carinho de seus pais, se sente valorizado e reconhecido, tem uma autoestima elevada, e não se deixa seduzir pelos convites e apelo de pessoas infelicitadas pelo vício. Se tem diálogo com seus pais, aprende que eles são seus verdadeiros amigos e não se deixa levar pelos falsos amigos da escola, da rua ou do trabalho. Porém, quando isso lhe falta em casa, acaba indo buscar inconscientemente lá fora, em ambientes poluídos pelo vício e pela prostituição".
Então podemos dizer o seguinte: Uma família estruturada é aquela que está presente, entre outras coisas, o amor, troca constante de afeto (carinho), preocupação dos pais em construir nos filhos uma autoestima elevada e diálogo.
Como afirmei, muitos outros itens poderiam ser lembrados, mas se numa família forem encontradas essas quatro características podemos garantir, sim, que essa família está no caminho certo e dará uma grande contribuição para a sociedade como um todo.

AS BEM-AVENTURANÇAS DA FAMÍLIA

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Bem-aventurada é a família que cultiva a presença de Deus cotidianamente no lar (1 Cr 13.13,14).
Bem-aventurada é a família que decide corajosamente seguir e servir a Deus (Js 24.15).
Bem-aventurada é a família em que o perdão está presente restaurando assim os relacionamentos entre os seus membros (Gn 45).
Bem-aventurada é a família que os pais consagram seus filhos para o serviço de Deus (1Sm 1.21-28).
Bem-aventurada é a família que os filhos se preocupam e cuidam de seus pais na velhice (Pv 23.22).
Bem-aventurada é a família em que os pais servem de exemplo de espiritualidade para seus filhos (2Rs 16.33,34).
Bem-aventurada é a família cujos pais vivem uma vida integra diante de Deus e dos homens, deixando assim um legado para seus filhos (Jó 1.1).
Bem-aventurada é a família em que os pais reconhecem a paternidade e a maternidade como uma bênção e os filhos como presentes de Deus (Sl 127.3).
Bem-aventurada é a família que os pais sabem que seus filhos foram dados por Deus para cumprirem uma missão e que, tal como uma flecha, devem lançados seguindo os propósitos de Deus para suas vidas (Sl 127.4).
Bem-aventurada é a família que seus membros são amigos de Jesus e fazem de tudo para agradá-Lo (Jo 12.1-11).
Bem-aventurada é a família que confia em Deus e suplica para que milagres aconteçam e assim contemplem maravilhas extraordinárias no lar (Lc 8.40-56).
Bem-aventurada é a família em que seus membros reconhecem a vida profissional como algo sagrado e que a usam para a expansão do Evangelho (At 18.1-4).
Bem-aventurada é a família que faz do lar uma extensão da igreja (At 12.12).
Bem-aventurada é a família em que as verdades bíblicas são transmitidas de geração a geração (2Tm 1.5).
Bem-aventurada é a família em que aqueles que já conhecem o Salvador levam a mensagens aos demais que ainda não O conhecem (Jo 1.40,41).

As marcas das palavras

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 Amamos nossos filhos, queremos o melhor para eles, mas às vezes agimos como se o amor encobrisse o peso das nossas palavras e ações. Não temos consciência do quanto os atingimos com o que fazemos e dizemos. A palavra é um instrumento, e como tal, tanto pode ser usada para o bem quanto para o mal. Ela também tem o poder de destruir, arruinar, deprimir, de causar toda sorte de dor à alma de alguém, podendo deixar profundas marcas."Digo-vos que de toda palavra frívola que proferirem os homens, dela darão conta no dia de juízo; porque pelas tuas palavras serás justificado, e pelas tuas palavras serás condenado."(Mt 12. 36,37).Jesus nos chama a atenção para termos cuidado com cada palavra que sair de nossa boca, porque Ele sabe a força que ela tem. Já ouvi muitas histórias envolvendo o misterioso poder das palavras. Uma delas foi sobre um rapaz que viveu há alguns anos numa pequena cidade do interior. Ele possuía no braço direito, na região do cotovelo, uma estranha mancha, como se fosse o pêlo de um animal no lugar de pele. Isto o deixava muito constrangido e para dificultar sua situação, ele tinha um vizinho que, sempre que o via, não perdia a oportunidade de humilhá-Io, de zombar dele por causa daquele sinal. Depois de algum tempo suportando calado as humilhações, este rapaz reagiu e cheio de ódio, disse ao homem:
– Cuidado, porque de onde veio esta marca, tem outra para você.
Depois de algum tempo, este homem, que o importunava, teve uma filha e para seu grande espanto, ela nasceu com uma marca idêntica, localizada exatamente na mesma posição que a do rapaz.
O poder da palavra é realçado em várias passagens por toda a Bíblia. Em uma delas, Jesus mostra isto com muita ênfase. Quando seguia em direção a Jerusalém com seus discípulos, Ele passou por uma figueira que não tinha frutos e a amaldiçoou dizendo: "Nunca mais coma alguém fruto de ti". Na volta da viagem, ao passar pelo mesmo lugar, Pedro observou que a figueira estava completamente seca e entendeu que foi em conseqüência da palavra proferida por Jesus.
Ele sabia que não era tempo de dar fruto, portanto compreendemos que não havia intenção simplesmente de castigar a figueira e sim demonstrar a força e o poder que há no que se diz.
Além da força que a palavra traz em si, sua influência pode ser muito mais devastadora dependendo de quem as profere, do significado que tem para nós a pessoa que a proferiu. Uma criança, por exemplo, pode ficar muito ferida com o que um colega tenha dito, ou até um desconhecido. Mas quando certas coisas são ditas pelos pais ou por pessoas muito importantes para elas, a força é extremamente maior, o significado é muito mais forte, deixam raízes muito mais profundas.
Há pouco tempo atendi uma mulher de 48 anos que tinha muitas barreiras em sua vida, geradas pelo turbulento relacionamento com sua mãe. Ela contou sobre as várias vezes que sua mãe lhe bateu, por pequenos motivos, e a mágoa que isto lhe deixou. Sobre as surras que levou quando tinha menos de 10 anos de idade. Mas nada feriu tanto quanto as palavras que sua mãe lhe dizia. Entre outras coisas, ela repetia, a cada briga, que a filha da vizinha era ótima, a da fulana era excelente, mas que a dela era a pior pessoa do mundo. E falava exatamente com estas palavras:
– Você é a pior pessoa do mundo, eu não conheço criança nenhuma tão ruim quanto você.
Palavras duras despertam raiva levando a atitudes de rebeldia. "... A palavra dura suscita a ira".(Pv 15. 1) Esta moça, quando era pequena, dizia a si mesma que um dia ainda ia fazer algo de muito ruim para mostrar a sua mãe o que é realmente uma pessoa má. E muitas vezes, movida pela revolta, agiu com extrema agressividade. Como não conseguia atingir a mãe diretamente, feria a si mesma. Chegou até mesmo a pensar em se matar com a intenção de se vingar de sua mãe.
As pessoas são criticadas por suas atitudes, mas ninguém sabe das mágoas que motivam estas ações. Certas palavras ditas pelos pais deixam feridas abertas por longos anos ou para sempre levando os filhos a agirem de forma a serem julgados mal, por todos. Uma jovem, na adolescência, foi vista pela mãe com um namorado, e ouviu palavras muito fortes que a machucaram profundamente. Sua mágoa foi tão grande que ela disse a si mesma que seria exatamente aquele tipo de filha que sua mãe pensava que ela fosse e suas atitudes, a partir daí, passaram a ter o propósito de ferir quem a havia ferido.
Muitos contam sobre as vezes que apanharam, sem demonstrar revolta, ou mesmo dizendo que fizeram por merecer. Contam rindo sobre as surras que levaram, mas não conseguem apagar a tristeza de algumas coisas que ouviram. As palavras certamente ferem mais que a vara.
Meu pai conta que, quando era pequeno, não importava qual dos irmãos começava a confusão, todos, que quase formavam um time de futebol, entravam numa fila, para apanharem juntos. A surra era por atacado e cada um tinha que escolher sua própria vara. Aquele que escolhesse um varinha fraquinha, apanhava dobrado. Isto não adiantava muita coisa porque, como ele conta, eles continuavam armando confusões e inventando brincadeiras perigosas e, sem dúvida, emocionantes. Uma das preferidas era entrar em um barril no alto do morro e rolar de lá de cima até cair dentro do rio. As surras não foram capazes de conter o espírito de aventura, o que os levou a apanhar muito. Mas isto não foi problema para sua mãe porque eles moravam na roça e tinham vara com fartura.
Mas o interessante é que ele conta estas histórias achando graça, sem nenhum rancor. Isto não foi suficiente para contaminar as boas lembranças e o carinho que ele tem por seus pais.
Não estou defendendo que a melhor maneira de resolver as coisas é batendo. Acredito que na maioria das vezes não resolve nada. Como já disse, estou apenas tentando mostrar que determinadas palavras têm o poder de ferir muito mais que muitas varadas. A dor do corpo pode passar com o tempo, mas a dor da alma, às vezes, nem o tempo pode curar.
Numa conversa que ouvi entre dois garotos, um deles disse:
- Eu prefiro quando meu pai me bate do que quando ele zanga comigo.
É claro que boa coisa ele não devia ouvir. O fato de a criança apanhar dá a ela a sensação de ter pagado pelo erro, alivia a consciência. Mas quando ouve uma bronca dos pais, dependendo do que eles dizem, sua culpa se torna maior.
É bom lembrar que quando digo "bater", estou me referindo às chineladas, muitas vezes inevitáveis, e não a espancamento, que infelizmente é o que fazem alguns pais descontrolados e desequilibrados emocionalmente.
O diálogo é a melhor solução. Porém, se não conseguirmos evitar uma atitude mais enérgica, é importante lembrar que não podemos bater de qualquer jeito. Quando um pai bate, por exemplo, no rosto de um filho, a única coisa que ele consegue é humilhar e despertar muita raiva na criança.
Quando um pai bate, movido pelo ódio, corre o risco de passar dos limites e se arrepender depois, além de não conseguir ensinar a criança o que ela precisava aprender.
A Bíblia nos ensina a não usar as mãos para bater numa criança e sim a vara. É porque as mãos têm que estar associadas ao carinho, ao afeto e não à agressividade. Talvez a Bíblia se refira a vara porque naquela época não havia chinelos. As sandálias eram de couro e amarradas aos pés, o que deveria dificultar seu uso para estes fins, e as varas deveriam existir com fartura. Para os que vivem numa cidade grande, fica difí­cil conseguir varas, por isto o chinelo é o que funciona.
Num congresso de terapia familiar, há algum tempo, alguém perguntou a um importante terapeuta se ele era a favor de se bater nos filhos. Ele respondeu que não aconselha nenhum pai ou mãe a agir desta forma, mas disse que quando era criança levou uma surra de seu pai, por ter feito algo muito errado. E acrescentou que hoje é um homem de bem, que não entrou num caminho errado graças à atitude enérgica de seu pai.
É preciso ter ponderação, saber a melhor maneira de agir em cada situação. Quem bate por qualquer coisa, com o tempo perde o respeito dos filhos. Eles se acostumam com as surras. Com bom senso, cada um pode encontrar a forma mais adequada de agir em cada momento.
Seja qual for a situação, é preciso ter consciência de que não podemos agir impulsivamente. Não podemos nos esquecer de que ferimos, com atitudes e com palavras, de forma marcante.
Mesmo já tendo usado o chinelo algumas vezes, eu creio que podemos ensinar qualquer coisa aos filhos com diálogo, carinho e compreensão.
Nota da Redação:
Texto reproduzido, com permissão, do livro O Poder da Palavra dos Pais, de autoria da Dª Elizabeth Pimentel. Paulínia, SP: Apta Edições, 2005, 4ª ed.. Fonefax: (19) 3933-3277 – 3933-3541 – e-mail: editora@aptaedicoes.com.brEste endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo. e editoravox@terra.com.br

Revivendo a reforma e a ação social

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Neste estudo exploramos o modelo triádico* dos reformadores. Ele define o pensamento com que os reformadores protestantes do século XVI fizeram o trabalho de ação social. Ele é expresso na teologia, na economia e na política, mostrando que eles estavam preocupados não apenas com a reforma teológica (a área espiritual da vida), mas com seu impacto sobre todos os segmentos da sociedade. Este artigo debate o reavivamento do modelo triádico e as implicações no trabalho de ação social.
Revivendo a Reforma
Em Salmos 40.10, Davi expõe seu coração: "Não oculto no coração a tua justiça; falo da tua fidelidade e da tua salvação. Não escondo da grande assembléia a tua fidelidade e a tua verdade." Homem preocupado com as causas sociais, ele trata de justiça, fidelidade, salvação e zelo pela verdade. Estes temas nos levam a refletir: Como definimos os problemas da sociedade?
A igreja vai desafiar os modelos existentes ou vai andar com eles; ou, pior ainda, vai enfiar a cabeça na areia e tratar apenas da área espiritual, esquecendo a mordomia em todas as demais áreas da vida? Qual nosso papel dentro do cenário nacional e mundial?
Vivemos época cheia de desafios e emoções. Ideologias políticas estão desmoronando, há guerra de idéias entre o espiritual sagrado. Também hoje, muitas igrejas ainda se concentram somente na área espiritual, desprezando a realidade física na qual vivemos, e isto torna a igreja lastimavelmente irrelevante.
Os Três Lemas da Reforma
O modelo triádico da Reforma foi articulado em três lemas: "Solo Christo, sola fide, sola criptura"** (lema teológico), "Trabalhe o máximo que puder, economize o máximo que puder, dê o máximo que puder" (lema econômico); e "Toda pessoa é pecadora" (lema político). Examinemos cada um deles.
Solo Christo, sola fide, sola Scriptura
A pedra fundamental da nossa salvação, a fonte da nossa reconciliação com Deus é somente Cristo (João 14.6). Jesus não é um de muitos caminhos para Deus, Ele é o meio de salvação de Deus para o homem. Isto também é diferente de qualquer mistura com Cristo (i.e. "Cristo mais alguma coisa": Cristo e César, Cristo e o estado, Cristo e Mamom). César não queimou os cristãos nas estacas porque eles cultuavam a Cristo, mas porque se recusavam a cultuar também a César.
Escolher Cristo é rejeitar tudo o mais e os reformadores entenderam esta mensagem. Hoje, a tentação (e muitas vezes a realidade) na igreja é cultuar a Cristo e o materialismo. Queremos ser cristãos só enquanto nosso estilo de vida materialista é melhorado e não desafiado.
Os reformadores entenderam a mensagem de Efésios 2.8-9: quando nos aproximamos do trono da graça, chegamos de mãos vazias. Nossa salvação está em Cristo, sua obra completa, e não em nossas obras. Isto contrasta com os sistemas de crença que dizem que os sacramentos
salvam, penitências salvam, boas obras salvam ou até mesmo a correção teológica salva. Da mesma forma, "só a fé" contrasta com a noção humanista de que "o homem é bom por natureza", que o saber, a vontade e a tecnologia podem garantir a evolução do homem e da sociedade perfeita – a fé bíblica é contrária a todos estes argumentos.
As Escrituras são autoridade final para todos os assuntos de fé e prática. A revelação de Deus provê o fundamento para o conhecimento e a razão humana. Sem a revelação transcendente, o conhecimento, história e moral não teriam nenhum significado (2Timóteo 3.16 e Atos 17.11). Isto contradiz a autoridade final de homens dentro da igreja, bem como o relativismo que diz: "o ser humano é a medida de todas as coisas". Há governos em que o estado é a medida de todas as coisas. Na modernidade, os "especialistas" são a autoridade final de todas as práticas.
A plataforma teológica estabelece forte fundamento para a vida, política e economia, mostrando a importância da Bíblia em todas as áreas da vida.
Trabalhe o máximo que puder, economize o máximo que puder, dê o máximo que puder.
O lema econômico foi articulado por Charles Wesley durante a Reforma da Igreja na Inglaterra. Ele mostra que Deus é criativo e esta característica foi transmitida ao ser humano através do trabalho (Gênesis 1.28). Trabalho é chamado e dá dignidade ao homem, é parte crucial da nossa imitação e adoração do Criador.
Os reformadores entenderam que cada pessoa recebeu um "chamado"; por exemplo, o fazendeiro deve ordenhar o seu gado e plantar o seu campo "como ao Senhor". É o oposto da idéia de que só pastores e missionários têm chamado sagrado, e da mentalidade que considera o trabalho como "maldição", ou que se trabalha apenas para sobreviver. Na sociedade materialista, o lema é trabalhar o mínimo que puder, ganhar o máximo que puder, e gastar tudo. Que desvio do padrão defendido pelos reformadores!
Trabalhar gera lucro. Mas, o que se deve fazer um com o excedente? Os reformadores disseram "economize". Esta idéia se vê quando Deus revelou a José o significado do sonho do faraó (Gênesis 41). Para enfrentar os sete anos de escassez era preciso economizar durante os anos de fartura. Isto contrasta com a extravagância de igrejas e sociedades que se estabelecem como sistemas de poder e riqueza, expressando o ditado: "No fim, ganha aquele que tem mais brinquedos". Devemos trabalhar arduamente e viver estilo de vida simples que leva à geração de capital. Mas, o que se deve fazer com este capital?
A geração de riqueza combinada com estilo de vida simples, não-aquisitivo e não-consumista proporciona capital para outros. A idéia bíblica de caridade e desenvolvimento permite que o capital acumulado esteja disponível para suprir as necessidades de outros (1João 3.16-18). Os recursos que sobram para mim são para suprir as necessidades de outros.
Isto se aplica obviamente a recursos materiais, mas também pode incluir o capital de conhecimento, tempo, talentos, dons espirituais, discernimento de situações e relacionamentos. Mesmo sendo financeiramente pobres, não estamos isentos de testemunhar no espírito macedônio (2Coríntios 8.1-2).
Capital conquistado através de trabalho árduo e poupança deve ser usado para suprir as necessidades de outros. Isto acontece de duas maneiras. Primeira, através da caridade para o pobre merecedor ou a "viúva de fato". O povo de Deus tem a responsabilidade de cuidar dos que não podem cuidar de si mesmos.
Porém, a caridade não é para o pobre indigno, o que tem capacidade para trabalhar, mas que se recusa a assumir a responsabilidade por si mesmo ou pela própria família. Dar a estas pessoas é tirar sua dignidade e criar paternalismo e dependência. A segunda utilidade do capital é prover dinheiro-semente para negócios novos ou investimento em educação, saúde, artes, pesquisa e atividades de ministério.
Em outras palavras, capital deve ser usado para desenvolvimento, para edificar pessoas, instituições e comunidades. Economizar o máximo que puder contrasta com o acúmulo mesquinho e o crescente consumismo.
Toda pessoa é pecadora
O lema político está fundamentado no entendimento de que toda pessoa é pecadora (Romanos 3.23, Gênesis 6.5-6).
A profundidade e a extensão da rebelião defensores da herança cristã e defensores do secularismo. Como recente conquista da humanidade, temos capacidade técnica para acabar com a fome. Mas, ao mesmo tempo, como a igreja vai responder ao grito angustiado das pessoas que continuam sofrendo de forma tão angustiante?
O estudioso Michael Novak escreveu sobre a influência das idéias e valores no desenvolvimento econômico. Em um dos seus livros, The Spirit of Democratic Capitalism [O Espírito do Capitalismo
Democrático], ele escreveu: "Não faz muito tempo, os Estados Unidos eram colônia da maior potência da Europa ... presos na mesma pobreza e subdesenvolvimento de outras nações. Eram tão pobres quanto as colônias da Espanha e de Portugal na América Latina. As Américas do Norte e do Sul, igualmente colônias e igualmente subdesenvolvidas, foram fundadas sobre duas idéias
radicalmente diferentes da economia política. Uma tentou recriar a estrutura político-econômica da Ibéria feudal e mercantilista, a outra tentou estabelecer uma novus ordo seclorum, uma nova ordem, em torno de idéias nunca antes imaginadas na história humana."
Os dois conjuntos de ideais apresentaram resultados totalmente diferentes. A América do Norte tornou-se mais rica e com mais liberdade do que a América do Sul! Por quê? A explicação de Novak é que os princípios da Reforma Protestante – a ética protestante manifestada não só na teologia, mas na vida político- econômica do hemisfério norte, produziu resultado muito diferente dos valores e ideais da Igreja Católica Romana, manifestados na Europa Meridional e na América do Sul. Isto foi constatado por Novak, escritor católico romano.
A Reforma do século XVI no hemisfério norte gerou era sem paralelos na história. Foram estabelecidos valores que acabaram com a fome e a pobreza do cidadão comum. Essa era foi marcada por liberdade e oportunidade, aprimoramento da ciência, geração de riqueza e impacto na saúde, alfabetização, educação, produção agrícola e desenvolvimento geral. Que valores e ideais
são estes? Quais foram os princípios da Reforma? Eles podem ser revividos e aplicados na nossa geração? Podem ser adaptados às presentes necessidades do mundo faminto? Temos certeza de que podem e devem ser revividos.
Uma revolução para mudar as estruturas não é o suficiente para promover liberdade e prosperidade. O problema está na mente e coração das pessoas que constroem e controlam as estruturas. Assim, é necessária uma Nova Reforma.
Modelo Triádico da Reforma
As Reformas Protestantes tiveram impacto em três áreas: teologia, economia e política. Estas três esferas formam um modelo triádico dinâmico. A esfera teológica proporciona alicerce para o econômico e o político. O mundo ateísta e materialista rouba das esferas políticas e econômicas o seu fundamento teológico e moral e o resultado é a tendência para definir problemas em condições unicamente físicas e soluções meramente materiais.
De modo semelhante, há perdas se situações são vistas em termos unicamente espirituais. Este foi o caso dos gregos que consideravam o físico profano e do homem contra Deus foram entendidas pelos reformadores como "depravação total", pois o pecado tocou todas as áreas da vida. Isto não significa que o ser humano não tem valor. Pelo contrário, é a coroa de toda a criação e leva consigo a imagem de Deus.
Por causa do entendimento da depravação do ser humano, os reformadores reconheceram a importância de impedir que qualquer pessoa tivesse poder ilimitado na igreja ou na sociedade. Como o filósofo e historiador inglês, Lord Acton (1834-1902), resumiu na declaração: "O poder tende a corromper e o poder absoluto corrompe absolutamente". Para se opor a esta tendência, os reformadores enfatizaram o "sacerdócio dos crentes" na igreja e desenvolveram um sistema de averiguações na vida política (1Pedro 2.4-5, 9- 10, Efésios 1.22; 4.11-13).
O modelo da Reforma está em oposição ao do humanismo moderno. Neste, o ser humano é bom, as estruturas são corruptas e o problema da pessoa está fora dela. Este é o sonho fracassado dos sistemas políticos. Falham porque são baseados em premissas defeituosas. Por isso, o lema político "todas as pessoas são pecadoras" reconhece a necessidade de proteger o ser humano dele mesmo.
Conclusão
O mundo e a igreja estão em uma encruzilhada. O mundo está no meio de mudanças sem precedentes. A política derrubou os ideais das promessas. O mundo está à beira da morte, mas
com recursos que podem lhe garantir a vida. A igreja tem mensagem vital para o mundo doente. Ela começa com "Cristo e Ele crucificado" e continua com o serviço por um mundo que corresponda ao padrão divino. A esperança jorra da transformação do coração e da mente e da correspondente revolução da vida e da cultura. O novo reformador dispõe do modelo triádico para agir. A igreja vai liderar ou vai seguir o mundo? A escolha é nossa!
Darrow L. Miller
Colaborador na DNA, Disciple Nations Alliance

Eleuza Alves de Oliveira
Membro da Igreja Batista Capela da Videira em Curitiba
Representante da Harvest Foundation - www.harvestfoundation.org
* Modelo triádico: Que tem três elementos. Neste caso, teológico, econômico e político.
** "Solo Christo, sola fide, sola Scriptura": Só Cristo, só a fé, só as Escrituras.

Até que a morte nos separe

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Nunca é tarde para descobrir novas maneiras de melhorar a vida conjugal. Assim como mulheres cristãs inteligentes que somos, porque temos a sabedoria dada por Deus para a nossa existência, podemos ser esposas zelosas. Em primeiro lugar, para evitar o desinteresse dos nossos maridos podemos cuidar de manter o desejo deles por nós. Além disso, devemos ser cúmplices na educação dos nossos filhos sem deixar que eles sejam o centro do nosso casamento. E finalmente, como mulheres virtuosas nós precisamos valorizar a fidelidade. Nada disso supera uma vida de comunhão com Deus, no entanto, servem como ferramentas na construção de um casamento feliz.
1) Até que a falta de desejo nos separe
Casamento é oportunidade de se viver uma vida plena, repleta de significados, de lutas, dificuldades, mas de amadurecimento, de crescimento pessoal, e no caso de nós mulheres cristãs, é uma chance de glorificar a Deus. Entendo que quando a Bíblia fala que a mulher sábia edifica a sua casa, mas a tola a derruba com suas próprias mãos, está embutido um alerta contra a falta de sabedoria de algumas mulheres que desistiram da vida de casal, ou colocaram-na em segundo plano. Já ouvi algo parecido com isso: "mulher depois que se casa não se cuida, não se arruma, não cuida do corpo, do cabelo, das unhas... Aí a gente perde o desejo e passa a olhar para nossas esposas como se fossem irmãs, amigas, ou seja, perdemos o interesse, a admiração...". Para mim, uma mulher que não se cuida não pode ouvir:
"Que belos são os teus amores, ó minha irmã, noiva minha; quão melhores são os teus amores do que o vinho, e o aroma dos teus bálsamos do que o de todas as especiarias" (Cantares 4.10).
É um fato curioso essa reclamação de que depois que a mulher casa deixa de se cuidar, o que nos faz pensar que nessa fala existe um desabafo, uma tentativa de dizer: "olha, eu quero que você se interesse pelo que eu vou pensar, ou seja, eu quero que você se arrume pra mim, que eu continue sendo seduzido por sua beleza, que você gaste tempo se embelezando pra mim.". Embora esta seja uma desculpa que muitos homens utilizam para trair suas esposas, e até para a separação. Já vi alguns casos de homens que se divorciaram porque diziam que suas mulheres estavam relaxadas, engordaram, enfim, não se cuidavam. Vivemos numa época quando a beleza, o corpo definido é altamente valorizado. Não podemos nem devemos competir com esse padrão que prega que para sermos felizes devemos ser magras custe o que custar, e que devemos consumir todos os cosméticos que são apresentados na TV. Deus nos dá criatividade para sermos bonitas com atributos que Ele mesmo nos presenteou. Mas precisamos não perder de vista o desejo de agradar nossos maridos. Afinal de contas, na Bíblia encontramos uma declaração de que o nosso corpo pertence a eles:
"O marido pague à mulher o que lhe é devido, e do mesmo modo a mulher ao marido. A mulher não tem autoridade sobre seu próprio corpo, mas sim o marido; e também da mesma sorte o marido não tem autoridade sobre o seu próprio corpo, mas sim a mulher. Não vos negueis um ao outro, senão de comum acordo por algum tempo, a fim de vos aplicardes à oração e depois vos ajuntardes outra vez, para que Satanás não vos tente pela vossa incontinência" (1 Coríntios 7. 3-5).
A tentativa de obter a compatibilidade nas questões sexuais faz parte, portanto, dos "deveres" das pessoas casadas. A mulher deve procurar ser uma companheira satisfatória ao marido e vice-versa. Esta declaração defende as relações sexuais entre os casados e em nenhum momento fala que sexo é só para procriação. E, além disso, nos versículos acima, Paulo reconhece que os direitos sexuais da mulher, dentro do casamento, não são inferiores aos direitos dos homens. De acordo como o texto bíblico, nem o sexo nem as relações matrimoniais são pecaminosas. Muito pelo contrário, o sexo é visto como uma dívida, algo que eu devo ao meu marido e ele deve a mim.
No mundo individualista em que vivemos, muitas mulheres afirmam que se arrumam para si mesmas. Também é possível ouvir que as mulheres gostam de se vestir para competir umas com as outras. Nosso modelo, nosso manual de vida conjugal é a Bíblia e nela está dito que as mulheres casadas devem deixar que seus corpos sejam de seus maridos, e com alegria se embelezar, enfeitar, perfumar, arrumar para eles a fim de que eles tenham motivos para dizer como Salomão: "Tu és toda formosa, amada minha; em ti não há defeito" (Cantares 4.7). Quem se casa deve estar certo da responsabilidade de fazer o outro feliz:
"Quem é casado cuida das coisas do mundo, em como há de agradar a sua mulher, e está dividido. A mulher não casada e a virgem cuidam das coisas do Senhor para serem santas, tanto no corpo como no espírito; a casada, porém cuida das coisas do mundo, em como há de agradar ao marido" (1 Coríntios 7.32-34).
2) Até que os filhos nos separem
Outras questões na vida conjugal podem prejudicar a relação. Uma delas é o apego demasiado aos filhos. Há quem se dedique tanto às crianças que se esquece da mulher, do marido. Filhos são bênçãos para o casal e não razão de desentendimento constante. O livro de Provérbios traz uma lista enorme de palavras de sabedoria para serem colocadas em prática.
"Instrui o menino no caminho em que deve andar, e até quando envelhecer não se desviará dele" (Provérbios 22.6)
"O filho sábio ouve a instrução do pai, mas o escarnecedor não escuta a repreensão" (Provérbios 13.1).
"O justo anda na sua integridade; bem-aventurados são os seus filhos depois deles" (Provérbios 20. 7).
Se o filho ou a filha vai torcer para determinado time, se vai gostar de azul ou amarelo não importa. O importante é o caráter, a integridade, a vida cristã coerente. Não podemos esquecer que existem muitas ameaças hoje em dia que podem atingir nossos filhos, como por exemplo, uma vida sexual fora dos padrões bíblicos, drogas, mentiras, falsos profetas etc. Diante dessa realidade, um casal que consegue entrar em acordo, que é capaz de à luz da Bíblia educar seus filhos nos caminhos do Senhor tende a obter bons resultados. Entretanto, não possuímos garantias de que nossos esforços alcançarão bons efeitos. Nem sempre pais zelosos, íntegros conseguem que seus filhos sejam iguais a eles. O texto de Ezequiel 18 retrata bem o fato de pais que agem corretamente, mas que podem gerar filho ladrão, sanguinolento.
Nenhum casal deve viver em função dos filhos nem devem deixar de curtir a vida a dois por conta das crianças. É claro que um recém-nascido merece cuidados, que uma criança precisa dos pais, no entanto, o casal tem de separar um tempo para aquela conversa, para namorar. Muitos homens e mulheres sofrem quando seus filhos casam ou decidem morar em outro lugar porque não cultivaram uma relação de marido e mulher que fosse satisfatória. Chega uma hora em que os filhos precisam criar asas e voar: tomar decisões profissionais, amorosas e, nesse momento, os pais devem estar presentes, ajudando, apoiando, mas sem negligenciar sua própria vida matrimonial.
Uma das cenas mais bonitas que vejo na minha rua é a de um casal passeando, eles estão juntos há mais de 50 anos, mas não perderam o companheirismo e a boa forma. Parecem tão jovens!
A decisão de ter filhos também pode trazer discussões, dúvidas e até mesmo desentendimentos. Há quem tenha medo de dividir o amor da esposa ou do marido e prefira dizer não à paternidade e/ou maternidade. Tal atitude é o mesmo que ter medo de morrer de bala perdida e por conta disso dar um tiro na própria cabeça. Os filhos são a alegria de um casal que se ama de verdade.
3) Até que outra pessoa nos separe
Outra coisa que pode prejudicar o casamento é sem dúvida nenhuma a traição. Alguns homens gostam de falar que traem, e aproveitam para tentar seduzir outras mulheres. A filosofia do mundo é: "Eu só me arrependo do que eu não fiz". Em outras palavras, vamos viver tudo o que há para viver, vivamos o presente. A vida é uma só. A satisfação pessoal é experimentada até as últimas conseqüências. Muitos argumentam: "Se você traiu seu marido (ou sua esposa) é porque o casamento não estava tão bom assim..." Numa época de pessoas doentes que comem e depois vomitam o que comeram e fazem disso um hábito constante, as pessoas também são usadas como se fossem coisas e vomitadas quando se está satisfeito. Em nossa sociedade, remediar virou lei e prevenir é coisa de gente tola, que desperdiça oportunidades de viver. Bebe-se muito e depois se toma remédios, pratica-se sexo sem medidas nem precauções e depois se toma a pílula do dia seguinte para não engravidar. Tudo vira uma festa, tudo parece ter remédio. Como se a vida fosse um constante carnaval, cheio de máscaras, fantasias, disfarces e depois tem sempre uma quarta-feira de cinzas para se pedir perdão. Ah! Deus perdoa! - muitos diriam.
Para viver um casamento feliz precisamos cuidar do corpo que não é nosso, mas de nossos maridos. Além disso, precisamos entender que os filhos são passageiros, mas marido e mulher são para sempre. E que a fidelidade implica uma vida em comunhão com Deus. A prática do culto doméstico é bastante enriquecedora. Ler a Bíblia, orar, cantar, conversar e entregar o casamento todos os dias no altar de Deus. Nada pode ser mais importante que a vida com Deus. Nenhum corpo sarado, nenhum cosmético poderá substituir a presença de Deus no matrimônio. Para viver até que a morte nos separe, precisamos de alguém para nos unir mesmo diante das crises, tentações, dificuldades. Antes de tudo é necessário ter a certeza de que: "nada poderá nos separar do amor de Deus, que está em Cristo Jesus nosso Senhor" (Romanos 8.38).
aquele que beber da água que eu lhe der nunca terá sede; pelo contrário, a água que eu lhe der se fará nele uma fonte de água que jorre para a vida eterna.
João 4:14

E quem tem sede, venha; e quem quiser, tome de graça da água da vida.
Apocalipse 22:17

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