| Davi e Golias | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
por Valentina Anzueto
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| A moderna história de Davi e Golias que é comum em muitas escolas hoje. Este Davi tempo corajosamente afirma Jesus contra o Golias de drogas. (Skit para quatro pessoas: Roberto, João, Davi, e Leonardo o bully) | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Materiais: Caixa Pequena Duração: Aproximadamente 20 minutos | ![]() | Tópicos: Coragem, firmes, Reputação | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
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3 de abril de 2012
Peça Missionária (Davi e Golias) BULLY
26 de março de 2010
Verdadeiro Amigo
Odair Jose, Grupo de teatro Emanente, 2005
Tipo: peça em 4 cenas.
Personagens: 6 jovens (mude os nomes abaixo se tiver meninas também).
Essa peça de teatro começa com um grupo de jovens conversando, fumando bebendo, curtindo a vida a vontade.em uma rua da cidade. Objetivo - mostrar para as pessoas quem é o nosso verdadeiro amigo , e que só encontramos a felicidade nos braços de Jesus Cristo.
Cena 1
Marcelo - - isto que e vida, bebe fumar, sair e pegar um monte de gatinha.
Júlio -– Só vou chegar em casa amanhä , vou pro baile zoar a noite toda
Fernando- – conseguiu arrumar dinheiro??
Júlio - - peguei da minha mãe , a velha tem muito dinheiro, estava com a carteira cheia..
Fábio- - a minha coroa queria me prender em casa hoje com um papo melódico, que não conseguia dormir enquanto eu não chegasse em casa, deixei a veia chorando no canto, é ruim de eu deixar de curtir por causa dela.
Marcos- - isso é papo de mãe cara , não da idéia não, vão logo curtir a noite.
Os jovens saem de cena (colocar uma musica de fundo) retornam dia seguinte
Cena 2
Marcos- - cara que noite doida, aconteceu de tudo
Fabio – Só vi quando chegou uns caras falando, que nós estávamos pegando as minas deles
Marcelo - - na hora que pegaram o Fernando pelo braço eu corri , perna pra quem te quer.
Julio - - deixamos o cara sozinho, os malucos bateram nele
Marcos - - antes ele do que eu.
Os jovens saem de cena entra Fernando cabisbaixo
Cena 3
Fernando- - pensava que eles eram meus amigos, mas vi que não, todos me abandonaram na hora em que precisei deles, o que é a vida será que podemos confiar nas pessoas . Pior é aquelas minas que ficam com uns e com outros ao mesmo tempo , a gente sai a noite bebe , fuma um baseado pra ficar doidão, mas e depois quando passa o efeito fica aqui pensando no que fez, com ressaca, ou pior do jeito que eu estou aqui, deprimido as drogas não tiram a depressão mas sim trazem junto dela.
Entra no palco um jovem com uma bíblia na mão, feliz da vida
Bruno - - oi meu amigo posso te falar um minuto
Fernando -- oque você quer falar comigo?? (com agressividade )
Bruno - - calma meu jovem , é só um minuto – a bíblia fala “ Eu vos escrevi, jovens, porque sois fortes, e a palavra de Deus está em vós, e já vencestes o maligno. (I João 2 : 14)" não sei como você esta vivendo a sua vida , mas posso te falar que Jesus chama jovens de valor, ele o verdadeiro amigo, companheiro de todas as horas , aquele que nunca te abandona e sempre te da forças pra caminhar nas horas difíceis, ele quer ser seu amigo ele disse "Já vos não chamarei servos, porque o servo não sabe o que faz o seu senhor; mas tenho-vos chamado amigos, porque tudo quanto ouvi de meu Pai vos tenho feito conhecer. (João 15 : 15)" Vós sereis meus amigos, se fizerdes o que eu vos mando. (João 15 : 14) pra vc ter esse amigo ao eu lado basta fazer a sua decisão , e aceitar a Cristo como seu único salvador .
Fernando – por quer vc é crente
Bruno – por que Jesus entregou a sua vida na cruz do calvário por minha vida e pela sua também , eu sou feliz não preciso de drogas de sair atrás de falsas alegrias, beber, fumar , cheirar , quem conhece a Jesus tem a verdadeira alegria.
Fernando - -- no fundo no fundo eu queria conhecer essa alegria, tem um vazio muito grande dentro de mim , como que eu faço pra conhecer a Jesus e ele me aceitar ??
Bruno – abra seu coração, pra ele entrar no livro de apocalipse 1.20 fala “eis que estou a porta e bato se vc ouvir a minha voz e abrir a porta, entrarei em sua casa e cearei com tigo e você comigo” é só você abrir a porta e deixar ele entrar em seu coração. estou indo pra igreja quer ir comigo ??
Fernando -- vou sim
Saem de cena, e entram os amigos
Cena 4
Júlio- - hoje não vi o Fernando
Fábio - - falando nele olha ele ali , esta com aquele crentinho lá da rua de baixo
Julio—vamos chamar ele para ir com a gente
Marcos – oi Fernando estamos com um esquema massa , a noite promete , tem umas minas novas na área...
Marcelo – hoje você não vai precisar pagar a entrada hoje eu vou pagar e vem logo com gente
Fernando – galera eu tenho algo para falar com vocês , conversei com o Bruno e ele me falou de Jesus, e eu acabei de conhecer a Jesus lá na igreja, sei que ele esta aqui comigo e quero falar dele para vocês ...
Fabio-- ta doido cara oque vc esta falando
Julio – crente vc . hahaha só essa que me faltava e ainda querendo pregar para nóis
Marcelo-- Eu não quero saber de papo de crente não ..
Fernando—na igreja eu aprendi que devemos renunciar o pecado pra servir ao Senhor
Julio - - e as minas cara, aquele gelo que tomávamos todo final de semana, o baseado da tardezinha , as festas que rola a noite toda.
Fabio- - vai deixar tudo desse jeito ??
Fernando—nada disso esta me trazendo felicidade , na igreja vi muitos jovens adorando a Deus na maior alegria na maior ousadia e não tinha usado droga era só o poder do Espírito Santo, a minha mãe esta lá e ficou tam feliz de me ver lá, feliz de tal forma que eu nunca tinha á visto em toda a minha vida. Isso tudo que você me falou é ilusão pura ilusão.
Fábio—você esta indo na onda desse cara ( falando do Bruno)
Julio- - você prefere ouvir esse ai do que seus amigos
Fernando- - não estou ouvindo a voz do homem , só estou ouvindo a voz de Jesus Cristo
Marcelo – galera vamos embora Fernando é um fraco
Saem uns para um lado e os outros pro outro
Marcos - - Galera temos de arrumar outra pessoa para completar o nosso galera de farra
Júlio—ele que estava pagando o nosso baseado, quando eu não pegava grana da velha .
Marcelo - -que tal o Marcio ele é um cara novo e tem dinheiro
Na saída encontram com Márcio
Júlio— Márcio estávamos te procurando
E saem conversando baixinho....
Tipo: peça em 4 cenas.
Personagens: 6 jovens (mude os nomes abaixo se tiver meninas também).
Essa peça de teatro começa com um grupo de jovens conversando, fumando bebendo, curtindo a vida a vontade.em uma rua da cidade. Objetivo - mostrar para as pessoas quem é o nosso verdadeiro amigo , e que só encontramos a felicidade nos braços de Jesus Cristo.
Cena 1
Marcelo - - isto que e vida, bebe fumar, sair e pegar um monte de gatinha.
Júlio -– Só vou chegar em casa amanhä , vou pro baile zoar a noite toda
Fernando- – conseguiu arrumar dinheiro??
Júlio - - peguei da minha mãe , a velha tem muito dinheiro, estava com a carteira cheia..
Fábio- - a minha coroa queria me prender em casa hoje com um papo melódico, que não conseguia dormir enquanto eu não chegasse em casa, deixei a veia chorando no canto, é ruim de eu deixar de curtir por causa dela.
Marcos- - isso é papo de mãe cara , não da idéia não, vão logo curtir a noite.
Os jovens saem de cena (colocar uma musica de fundo) retornam dia seguinte
Cena 2
Marcos- - cara que noite doida, aconteceu de tudo
Fabio – Só vi quando chegou uns caras falando, que nós estávamos pegando as minas deles
Marcelo - - na hora que pegaram o Fernando pelo braço eu corri , perna pra quem te quer.
Julio - - deixamos o cara sozinho, os malucos bateram nele
Marcos - - antes ele do que eu.
Os jovens saem de cena entra Fernando cabisbaixo
Cena 3
Fernando- - pensava que eles eram meus amigos, mas vi que não, todos me abandonaram na hora em que precisei deles, o que é a vida será que podemos confiar nas pessoas . Pior é aquelas minas que ficam com uns e com outros ao mesmo tempo , a gente sai a noite bebe , fuma um baseado pra ficar doidão, mas e depois quando passa o efeito fica aqui pensando no que fez, com ressaca, ou pior do jeito que eu estou aqui, deprimido as drogas não tiram a depressão mas sim trazem junto dela.
Entra no palco um jovem com uma bíblia na mão, feliz da vida
Bruno - - oi meu amigo posso te falar um minuto
Fernando -- oque você quer falar comigo?? (com agressividade )
Bruno - - calma meu jovem , é só um minuto – a bíblia fala “ Eu vos escrevi, jovens, porque sois fortes, e a palavra de Deus está em vós, e já vencestes o maligno. (I João 2 : 14)" não sei como você esta vivendo a sua vida , mas posso te falar que Jesus chama jovens de valor, ele o verdadeiro amigo, companheiro de todas as horas , aquele que nunca te abandona e sempre te da forças pra caminhar nas horas difíceis, ele quer ser seu amigo ele disse "Já vos não chamarei servos, porque o servo não sabe o que faz o seu senhor; mas tenho-vos chamado amigos, porque tudo quanto ouvi de meu Pai vos tenho feito conhecer. (João 15 : 15)" Vós sereis meus amigos, se fizerdes o que eu vos mando. (João 15 : 14) pra vc ter esse amigo ao eu lado basta fazer a sua decisão , e aceitar a Cristo como seu único salvador .
Fernando – por quer vc é crente
Bruno – por que Jesus entregou a sua vida na cruz do calvário por minha vida e pela sua também , eu sou feliz não preciso de drogas de sair atrás de falsas alegrias, beber, fumar , cheirar , quem conhece a Jesus tem a verdadeira alegria.
Fernando - -- no fundo no fundo eu queria conhecer essa alegria, tem um vazio muito grande dentro de mim , como que eu faço pra conhecer a Jesus e ele me aceitar ??
Bruno – abra seu coração, pra ele entrar no livro de apocalipse 1.20 fala “eis que estou a porta e bato se vc ouvir a minha voz e abrir a porta, entrarei em sua casa e cearei com tigo e você comigo” é só você abrir a porta e deixar ele entrar em seu coração. estou indo pra igreja quer ir comigo ??
Fernando -- vou sim
Saem de cena, e entram os amigos
Cena 4
Júlio- - hoje não vi o Fernando
Fábio - - falando nele olha ele ali , esta com aquele crentinho lá da rua de baixo
Julio—vamos chamar ele para ir com a gente
Marcos – oi Fernando estamos com um esquema massa , a noite promete , tem umas minas novas na área...
Marcelo – hoje você não vai precisar pagar a entrada hoje eu vou pagar e vem logo com gente
Fernando – galera eu tenho algo para falar com vocês , conversei com o Bruno e ele me falou de Jesus, e eu acabei de conhecer a Jesus lá na igreja, sei que ele esta aqui comigo e quero falar dele para vocês ...
Fabio-- ta doido cara oque vc esta falando
Julio – crente vc . hahaha só essa que me faltava e ainda querendo pregar para nóis
Marcelo-- Eu não quero saber de papo de crente não ..
Fernando—na igreja eu aprendi que devemos renunciar o pecado pra servir ao Senhor
Julio - - e as minas cara, aquele gelo que tomávamos todo final de semana, o baseado da tardezinha , as festas que rola a noite toda.
Fabio- - vai deixar tudo desse jeito ??
Fernando—nada disso esta me trazendo felicidade , na igreja vi muitos jovens adorando a Deus na maior alegria na maior ousadia e não tinha usado droga era só o poder do Espírito Santo, a minha mãe esta lá e ficou tam feliz de me ver lá, feliz de tal forma que eu nunca tinha á visto em toda a minha vida. Isso tudo que você me falou é ilusão pura ilusão.
Fábio—você esta indo na onda desse cara ( falando do Bruno)
Julio- - você prefere ouvir esse ai do que seus amigos
Fernando- - não estou ouvindo a voz do homem , só estou ouvindo a voz de Jesus Cristo
Marcelo – galera vamos embora Fernando é um fraco
Saem uns para um lado e os outros pro outro
Marcos - - Galera temos de arrumar outra pessoa para completar o nosso galera de farra
Júlio—ele que estava pagando o nosso baseado, quando eu não pegava grana da velha .
Marcelo - -que tal o Marcio ele é um cara novo e tem dinheiro
Na saída encontram com Márcio
Júlio— Márcio estávamos te procurando
E saem conversando baixinho....
Deus é bem bom
Welson T. (?)
Tipo: peça em 8 cenas. Se você não tem um palco com cortinas divida a área da encenação em 3 partes: praia + casa dos pescadores (à direta), mercado (no centro) e palácio do Rei (à esquerda). Os personagens se movem pelos espaços de acordo com as cenas e assim, mesmo sem cenários é possível apresentar a história.
Personagens: 5. Narrador; Pescador (chinelo, camisa social quadriculada, short ou calça); Mulher (saia florida, blusa com mais flores e chapéu de palha); Rei (beca vermelha e coroa); Empregado (camisa, calça, botas e chapéu).
Cena 1 - Cenário: nenhum
(Com as cortinas fechadas)
Narrador: Havia um pescador casado e muito pobre como Jó, mas que vivia feliz com sua mulher sempre alegre e satisfeito.
(Abrem-se as cortinas. O Pescador e sua mulher estão passando pelo palco, cantando, com uma bacia de peixes)
Pescador - Deus é bem bom, mulher!
Mulher - Deus é bem bom, marido.
Pescador - Deus é bem bom, mulher!
Mulher - Deus é bem bom, marido.
(Fecham-se as cortinas)
Cena 2 - Cenário: mercado, que consiste em duas ou mas bancas de mercadorias, sendo uma delas com peixes
Narrador - Eles sempre iam vender peixe no palácio do rei. O rei não gostava de ouvir falar no nome de Deus e por isso ficava sempre aborrecido com aquela cantoria dos pescadores pobres.
Pescador - Deus é bem bom
Mulher - Oh! Sim, Deus é bem bom, e como Ele não há outro.
Pescador - Deus é bem bom, mulher!
Mulher - Deus é bem bom, marido.
(O Rei passa pelo palco com seu empregado)
Rei - Que cantoria chata esta destes miseráveis pescadores!
Empregado - Vossa alteza se incomoda muito com essa cantoria?
Rei - Sim, pois eles estão sempre contentes e dizendo "Deus é bem bom"... Meu servo!
Empregado - Sim meu senhor!
Rei - Vá à sala do trono assim que terminarem as vendas.
Empregado - Sim, majestade.
(O Rei sai com seu empregado os pescadores continuam a vender peixe e a cantar)
Pescador - Olha o peixe!
Mulher - Olha o peixe fresquinho!
Pescador - Deus é bem bom, mulher!
Mulher - Deus é bem bom, marido.
(Fecham-se as cortinas)
Narrador - O rei e seu empregado se encontraram e combinaram o que fariam. O rei queria acabar de vez com a alegria dos pobres pescadores... E no outro dia...
Cena 3 - Cenário: Mercado (como na cena anterior)
(Os pescadores estão em cena, vendendo
Pescador - Deus é bem bom, mulher!
Mulher - Deus é bem bom e não há outro igual!
Rei - (Fala para Pescador e sua mulher) - Tomem esta jóia (entregando uma jóia ao casal) e guardem até o dia em que eu a pedir. Se não me derem... (passa o dedo no pescoço indicando que cortará o pescoço deles se não receber a jóia).
Pescador - Seu desejo é uma ordem, rei!
(Rei sai)
Pescador - Mulher, onde nós vamos guardar esta jóia?
Mulher - Não sei! Quando nós formos embora vamos arrumar um lugar para esconder bem isso! Tem que ser bem escondida, porque mesmo que nós nos vendêssemos não daria para pagar esta jóia!
Pescador - Mas...
Mulher - Mais o que homem?
Pescador - Deus é bem bom, mulher?
Mulher - Deus é bem bom, marido!
(Fecham-se as cortinas)
Narrador: quando os pescadores já haviam vendido seus peixes, foram para casa e no caminho tentaram arrumar um lugar para esconder a jóia. Resolveram enterrar a jóia em um lugar fácil de encontrar depois, perto da praia.
Cena 4 - Cenário: Praia - pode ser papel crepom creme cortado em tiras e espalhado pelo chão.
(Abrem-se as cortinas. Entram Pescador e Mulher)
Pescador - Deus é bem bom, mulher!
Mulher - Deus é bem bom, marido.
Pescador - Vamos esconder a jóia aqui perto desta casinha.
(Empregado coloca a cabeça em cena para espiar onde os pescadores estavam escondendo a jóia)
Mulher - Deus é bem bom, marido?
Pescador - Deus é bem bom, mulher!
(Pescador e Mulher saem de cena. Entra Empregado, que procura a jóia)
Empregado - (Com a jóia na mão) Meu rei que e eu vou fazer! (Finge jogar a jóia a mar)! Com a jóia no mar quero vê se este Deus é bem bom mesmo!
(Empregado sai. Fecham-se as cortinas.)
Cena 5 - Cenário: Trono do rei (cadeira coberta de papel laminado dourado)
(Rei está sentado em seu trono e Empregado entra, prestando reverência a ele)
Empregado - Ora, meu senhor, lá estavam os dois pobres muito contentes da vida, sem com o "Deus é bem bom" deles na boca e eu fiz o que vossa majestade me ordenou!
Rei - Servo bom! Quero ver aquela cantoria se acabar de uma vez. Vamos ver se esse Deus é bem bom! (Rei e Empregado dão gargalhada de vitória)
(Fecham-se as cortinas)
Cena 6 - Cenário: Praia
Narrador - Passados alguns dias, o Rei ordenou que os pescadores trouxessem a jóia. Ele, obedientes foram buscar a jóia, mas...
(Abrem-se as cortinas)
Pescador - Deus é bem bom, mulher!
Mulher - Deus é bem bom, marido.
Pescador - (Procura a jóia, mas não achando...) Mulher, não foi aqui que escondemos a jóia?
Mulher - Foi homem, você não lembra não?
Pescador - Lembro, mas eu não acho.
Mulher - Deixa que eu procura, que você não acha é nada! (Mulher o procura a jóia, mas também não achando...) É marido, a jóia sumiu e agora (passado o dedo no pescoço indicando que ele será cortado)
(Os dois saem chorando, mas...)
Pescador - Deus é bem bom, mulher!
Mulher - Bem bom, marido.
(Fecham-se as cortinas)
Cena 7 - Cenário: Duas bacias com peixes
Narrador - Os pescadores não sabiam mais o que fazer. Certamente morreriam e resolveram então ir pescar pela última vez, que era a coisa que mais gostavam de fazer além de adorar a Deus. Foram pescar e estavam decididos a ir até o rei contar o acontecido. Pegaram muitos peixes e foram tratar.
(Abrem-se as cortinas. Os pescadores estão sentados no chão limpando os peixes. Esta cena, até a parte alegre deve ser feita com voz chorosa)
Pescador - Vamos tratar esta pescada e depois comer. Quando terminarmos vamos nos apresentar ao rei.
Mulher - Tá certo marido. Pelo menos vamos morrer de barriga cheia!
Pescador - Era tão bom pescar!
Mulher - Trata de peixe num é tão ruim e nem vender.
(Mulher faz o gesto de estar cortando a barriga do peixe)
Mulher - Olha marido, esse peixe é esquisito. Tem a barriga dura!
Pescador - Que isso mulher! Quem já se viu peixe com barriga dura?
Mulher - Deixa eu ver... Olha marido é a jóia do Rei!... (gritando) Deus é bem bom, marido! Olhe a jóia do rei, meu senhor! Deus é bem bom marido!
Pescador - Bem bom, mulher!
Mulher - Vamos ao rei, levar a jóia.
Pescador - Vamos logo! Deus é bem bom, mulher.
Mulher - Deus é bem bom, marido.
(Os dois sem levando a jóia. Fecham-se as cortinas).
Cena 8 - Cenário: Trono do rei
(Antes da cortina abrir já devem estar em cena Rei em seu trono, Pescador e Mulher de joelhos diante de Rei)
Pescador - Aqui está, meu rei, a vossa jóia.
Rei - Um servo bom você... (Aponta para empregado, que está próximo) - Você, venha aqui.
Empregado - Sim, meu rei!
Rei - Você jogou a jóia no mar?
Empregado - Joguei sim, como o senhor me ordenou.
Rei - (Furioso) E por que ela está com estes pescadores?
Empregado - Eu... eu não sei.
Pescador - Se vossa majestade me permite eu quero falar uma coisa.
Rei - Pode falar.
Pescador - Esta jóia está conosco porque Deus é bem bom!
Rei - Me conte como vocês acharam esta jóia.
Pescador - (Fala, baixando gradualmente a voz) - Eu e minha mulher procuramos...
(Todos devem ficar estátua até que Narrador termine sua fala)
Narrador - Os pescadores contaram toda a história ao rei, que tomou uma grande decisão.
(Saindo do estado de estátua)
Pescador - E foi assim!
Rei - Com isso, caros pescadores, eu pude ver que realmente Deus é bem bom e está expressamente livre o dizer "Deus é bem bom". Eu quero servir a este Deus bem bom e quero que todos repitam comigo...
(Neste momento, Rei pede a Empregado, aos pescadores e à Igreja para repetir a frase "Deus é bem bom")
(Fecham-se as cortinas. Abrem-se as cortinas e o grupo agradece).
Sugestão de Hino: Deus Proverá - Cantora: Eyshila
Tipo: peça em 8 cenas. Se você não tem um palco com cortinas divida a área da encenação em 3 partes: praia + casa dos pescadores (à direta), mercado (no centro) e palácio do Rei (à esquerda). Os personagens se movem pelos espaços de acordo com as cenas e assim, mesmo sem cenários é possível apresentar a história.
Personagens: 5. Narrador; Pescador (chinelo, camisa social quadriculada, short ou calça); Mulher (saia florida, blusa com mais flores e chapéu de palha); Rei (beca vermelha e coroa); Empregado (camisa, calça, botas e chapéu).
Cena 1 - Cenário: nenhum
(Com as cortinas fechadas)
Narrador: Havia um pescador casado e muito pobre como Jó, mas que vivia feliz com sua mulher sempre alegre e satisfeito.
(Abrem-se as cortinas. O Pescador e sua mulher estão passando pelo palco, cantando, com uma bacia de peixes)
Pescador - Deus é bem bom, mulher!
Mulher - Deus é bem bom, marido.
Pescador - Deus é bem bom, mulher!
Mulher - Deus é bem bom, marido.
(Fecham-se as cortinas)
Cena 2 - Cenário: mercado, que consiste em duas ou mas bancas de mercadorias, sendo uma delas com peixes
Narrador - Eles sempre iam vender peixe no palácio do rei. O rei não gostava de ouvir falar no nome de Deus e por isso ficava sempre aborrecido com aquela cantoria dos pescadores pobres.
Pescador - Deus é bem bom
Mulher - Oh! Sim, Deus é bem bom, e como Ele não há outro.
Pescador - Deus é bem bom, mulher!
Mulher - Deus é bem bom, marido.
(O Rei passa pelo palco com seu empregado)
Rei - Que cantoria chata esta destes miseráveis pescadores!
Empregado - Vossa alteza se incomoda muito com essa cantoria?
Rei - Sim, pois eles estão sempre contentes e dizendo "Deus é bem bom"... Meu servo!
Empregado - Sim meu senhor!
Rei - Vá à sala do trono assim que terminarem as vendas.
Empregado - Sim, majestade.
(O Rei sai com seu empregado os pescadores continuam a vender peixe e a cantar)
Pescador - Olha o peixe!
Mulher - Olha o peixe fresquinho!
Pescador - Deus é bem bom, mulher!
Mulher - Deus é bem bom, marido.
(Fecham-se as cortinas)
Narrador - O rei e seu empregado se encontraram e combinaram o que fariam. O rei queria acabar de vez com a alegria dos pobres pescadores... E no outro dia...
Cena 3 - Cenário: Mercado (como na cena anterior)
(Os pescadores estão em cena, vendendo
Pescador - Deus é bem bom, mulher!
Mulher - Deus é bem bom e não há outro igual!
Rei - (Fala para Pescador e sua mulher) - Tomem esta jóia (entregando uma jóia ao casal) e guardem até o dia em que eu a pedir. Se não me derem... (passa o dedo no pescoço indicando que cortará o pescoço deles se não receber a jóia).
Pescador - Seu desejo é uma ordem, rei!
(Rei sai)
Pescador - Mulher, onde nós vamos guardar esta jóia?
Mulher - Não sei! Quando nós formos embora vamos arrumar um lugar para esconder bem isso! Tem que ser bem escondida, porque mesmo que nós nos vendêssemos não daria para pagar esta jóia!
Pescador - Mas...
Mulher - Mais o que homem?
Pescador - Deus é bem bom, mulher?
Mulher - Deus é bem bom, marido!
(Fecham-se as cortinas)
Narrador: quando os pescadores já haviam vendido seus peixes, foram para casa e no caminho tentaram arrumar um lugar para esconder a jóia. Resolveram enterrar a jóia em um lugar fácil de encontrar depois, perto da praia.
Cena 4 - Cenário: Praia - pode ser papel crepom creme cortado em tiras e espalhado pelo chão.
(Abrem-se as cortinas. Entram Pescador e Mulher)
Pescador - Deus é bem bom, mulher!
Mulher - Deus é bem bom, marido.
Pescador - Vamos esconder a jóia aqui perto desta casinha.
(Empregado coloca a cabeça em cena para espiar onde os pescadores estavam escondendo a jóia)
Mulher - Deus é bem bom, marido?
Pescador - Deus é bem bom, mulher!
(Pescador e Mulher saem de cena. Entra Empregado, que procura a jóia)
Empregado - (Com a jóia na mão) Meu rei que e eu vou fazer! (Finge jogar a jóia a mar)! Com a jóia no mar quero vê se este Deus é bem bom mesmo!
(Empregado sai. Fecham-se as cortinas.)
Cena 5 - Cenário: Trono do rei (cadeira coberta de papel laminado dourado)
(Rei está sentado em seu trono e Empregado entra, prestando reverência a ele)
Empregado - Ora, meu senhor, lá estavam os dois pobres muito contentes da vida, sem com o "Deus é bem bom" deles na boca e eu fiz o que vossa majestade me ordenou!
Rei - Servo bom! Quero ver aquela cantoria se acabar de uma vez. Vamos ver se esse Deus é bem bom! (Rei e Empregado dão gargalhada de vitória)
(Fecham-se as cortinas)
Cena 6 - Cenário: Praia
Narrador - Passados alguns dias, o Rei ordenou que os pescadores trouxessem a jóia. Ele, obedientes foram buscar a jóia, mas...
(Abrem-se as cortinas)
Pescador - Deus é bem bom, mulher!
Mulher - Deus é bem bom, marido.
Pescador - (Procura a jóia, mas não achando...) Mulher, não foi aqui que escondemos a jóia?
Mulher - Foi homem, você não lembra não?
Pescador - Lembro, mas eu não acho.
Mulher - Deixa que eu procura, que você não acha é nada! (Mulher o procura a jóia, mas também não achando...) É marido, a jóia sumiu e agora (passado o dedo no pescoço indicando que ele será cortado)
(Os dois saem chorando, mas...)
Pescador - Deus é bem bom, mulher!
Mulher - Bem bom, marido.
(Fecham-se as cortinas)
Cena 7 - Cenário: Duas bacias com peixes
Narrador - Os pescadores não sabiam mais o que fazer. Certamente morreriam e resolveram então ir pescar pela última vez, que era a coisa que mais gostavam de fazer além de adorar a Deus. Foram pescar e estavam decididos a ir até o rei contar o acontecido. Pegaram muitos peixes e foram tratar.
(Abrem-se as cortinas. Os pescadores estão sentados no chão limpando os peixes. Esta cena, até a parte alegre deve ser feita com voz chorosa)
Pescador - Vamos tratar esta pescada e depois comer. Quando terminarmos vamos nos apresentar ao rei.
Mulher - Tá certo marido. Pelo menos vamos morrer de barriga cheia!
Pescador - Era tão bom pescar!
Mulher - Trata de peixe num é tão ruim e nem vender.
(Mulher faz o gesto de estar cortando a barriga do peixe)
Mulher - Olha marido, esse peixe é esquisito. Tem a barriga dura!
Pescador - Que isso mulher! Quem já se viu peixe com barriga dura?
Mulher - Deixa eu ver... Olha marido é a jóia do Rei!... (gritando) Deus é bem bom, marido! Olhe a jóia do rei, meu senhor! Deus é bem bom marido!
Pescador - Bem bom, mulher!
Mulher - Vamos ao rei, levar a jóia.
Pescador - Vamos logo! Deus é bem bom, mulher.
Mulher - Deus é bem bom, marido.
(Os dois sem levando a jóia. Fecham-se as cortinas).
Cena 8 - Cenário: Trono do rei
(Antes da cortina abrir já devem estar em cena Rei em seu trono, Pescador e Mulher de joelhos diante de Rei)
Pescador - Aqui está, meu rei, a vossa jóia.
Rei - Um servo bom você... (Aponta para empregado, que está próximo) - Você, venha aqui.
Empregado - Sim, meu rei!
Rei - Você jogou a jóia no mar?
Empregado - Joguei sim, como o senhor me ordenou.
Rei - (Furioso) E por que ela está com estes pescadores?
Empregado - Eu... eu não sei.
Pescador - Se vossa majestade me permite eu quero falar uma coisa.
Rei - Pode falar.
Pescador - Esta jóia está conosco porque Deus é bem bom!
Rei - Me conte como vocês acharam esta jóia.
Pescador - (Fala, baixando gradualmente a voz) - Eu e minha mulher procuramos...
(Todos devem ficar estátua até que Narrador termine sua fala)
Narrador - Os pescadores contaram toda a história ao rei, que tomou uma grande decisão.
(Saindo do estado de estátua)
Pescador - E foi assim!
Rei - Com isso, caros pescadores, eu pude ver que realmente Deus é bem bom e está expressamente livre o dizer "Deus é bem bom". Eu quero servir a este Deus bem bom e quero que todos repitam comigo...
(Neste momento, Rei pede a Empregado, aos pescadores e à Igreja para repetir a frase "Deus é bem bom")
(Fecham-se as cortinas. Abrem-se as cortinas e o grupo agradece).
Sugestão de Hino: Deus Proverá - Cantora: Eyshila
25 de fevereiro de 2010
TESTEMUNHO
PERSONAGENS:
· Ex-prostituta - convertida, 24
· Aidético - muito magro, 23 - pode estar acompanhado de uma enfermeira
· Cristão - muito alegre, 19
· Ex-alcoólatra - mais maduro, 32
· Barman
Cenário: ma bar, com 5 mesas e cadeiras e um balcão de bar, com algumas garrafas e copos.
Cada ator estará em uma mesa separada, e o barman no balcão, sempre o limpando e arrumando, e preparando bebidas. A cada fala sua, entrega um copo com um suco para a personagem referida.
Aidético (luz amarela - vai até o centro do palco em uma cadeira de rodas e levanta-se).
" Mulher! Olha este menino, só brinca de boneca! É preciso dar um jeito nele, parece um maricas!" (senta-se)
Mas nunca se importaram com o que se passava dentro de mim. História! Gostava de brincar de bonecas, sim! Fazer o quê? Era criança! Eu fazia o que sentia vontade, sempre me acertei mais com as meninas... os meninos eram brutos, violentos e só queriam jogar. Eu era diferente deles... e eu não me sentia culpado por isso! Só que foi se tornando cada vez mais forte, e eu fui perdendo o controle. (volta para a mesa na cadeira de rodas)
Ex-prostituta (luz rosa - desce do palco e refere-se a alguém da platéia)
"E aí, gato? Algum programa para esta noite? Satisfação garantida!"
(vai voltando à boca de cena enquanto fala)
Repeti essa frase milhares de vezes, acho que até muito mais, embora nem sempre fosse para um gato como ele (aponta para a pessoa na platéia). Às vezes apareciam uns velhos, gordos e bêbados. Tudo bem, era a minha profissão, tinha que dar prazer a quem quer que fosse. Não que eu gostasse do que fazia, sabe, mas já era costume, como muitos professores que queriam ser cantores mas continuaram sendo professores por muitos e muitos anos; ou ainda como muitos médicos que sonharam em ser dublês mas continuam sendo médicos; como advogados que queriam ser locutores ou locutores que queriam ser advogados... a verdade é que ficam anos trabalhando no que não gostam simplesmente por hábito. E eu era mais uma acomodada no hábito da profissão. (senta-se)
Cristão (luz verde - andando entre as mesas)
"Se as águas do mar da vida, quiserem te afogar, segura na mão de Deus e vai. Segura na mão de Deus,..." Não conseguia ver verdade nisso, estava longe demais. Cresci ouvindo essa canção, mas eu me sentia completamente alienado, um peixe fora d'água. E pior é que eu me sentia culpado! Não podia ser assim, mas era, fazer o quê? Eu até queria sentir-me integrado, mas não dava; eu até gostava do pessoal, mas me acertava mais com a galera do barulho, tinha minha turma certa... às vezes até rolava uma erva, mas ninguém podia ficar sabendo! E no domingo, eu estava lá... "Segura na mão de Deus, segura na mão de Deus..." (senta-se)
Ex-alcoólatra (levanta e vai cambaleando até a frente da mesa) "Homem pra ser muito homem tem que beber sem parar, falar mais alto em casa..." (volta ao estado de sobriedade) Meu primeiro porre foi quando eu ainda era uma criança, não que eu tivesse bebido muito, mas o suficiente, para uma criança de oito anos... Meu pai queria mostrar aos amigos que eu já era homem. Se grau de macheza se mede pela quantia que se empina, eu já fui muito macho. Agora não sou mais, mas já fui. Martini, vodka, run, vermut... Misturava tudo, perdi tudo... Tinha quem dizia que era doença, tinha quem dizia que era pura sem-vergonhice. A verdade é que eu já amanhecia bêbado. Vermut, run, vodka, martini...
Barman: Você já disse isso...
Ex-alcoólatra: tá! É que agora eu disse de trás pra frente...
Barman: Ah! bom.
Aidético (luz azul - levanta-se) "Nossa, como ele é delicado, sensível!" Com 16 anos conheci um rapaz; não podendo fazer nada, investi na relação. Quando Marcelo percebeu que eu gostava dele começou a evitar-me, mas eu ligava para ele, mandava cartões, cartas, até que começamos a nos encontra, escondidos, claro. Ficamos juntos por um ano, depois ele começou a bater em mim. Passava as noites em festas, e eu em casa, chorando... Estava sofrendo muito, resolvi deixá-lo e voltei para a casa de meus pais que, a essa altura, não tavam nem aí. papai só trabalhava, e mamãe só tomava chá e telefonava; e eu fiquei dois anos só assistindo televisão. Tinha uma única amiga, e ela me convenceu a fazer o teste de HIV. tinha medo, mas fiz. Deu positivo...(a luz apagada, ele volta para a mesa)
Ex-prostituta (luz rosa, encostada no balcão) "Não, por favor, eu não quero! Não faça isso!.." Meu padrasto foi um animal. Eu tinha 12 anos, ia fazer o que agora?(vai até a boca do palco) E aí gato, algum programa para hoje? Satisfação garantida!(vai voltando enquanto o barman fala)
Barman: Você já disse isso.
Ex-prostituta: Ai, desculpe. É que por tantos anos repeti essa mesma frase... É o hábito! Com 12 anos fui para a rua, não podia mais encarar aquele monstro em minha casa... sentia-me sozinha no mundo. Comecei a trabalhar com minha famosa frase, e assim tentava diminuir a minha solidão.
Cristão (luz verde, segredando escandalosamente) "Mas como é que pode! O Anderson, logo ele, filho de pastor... isso não podia acontecer..." Eu sou uma pessoa normal, e como todos, também peco. Ninguém pode sentir o que os outros querem que a gente sinta. E fui a muitas festas, às vezes perdia o controle, excedia-me na bebida, o baseado era cada vez mais freqüente; chegava sempre de madrugadão, olhos vermelhos, dormia na escola, as notas caindo vertiginosamente... Mas eu arrasava com a mulherada. A danceteria era pequena pra mim, e o pessoal da igreja apavorado. Mas o problema era quando eu ficava sozinho, em meu quarto...
Ex-alcoólatra (luz roxa - junto à primeira fila) "Tem uns trocados para me dar? Tenho que comprar leite para os meus filhos. (Vira-se para outra pessoa) Ei moço! Tem 50 centavos aí? (vai voltando ao palco) Eu preciso de uns trocados..." Já passei por cada situação que nem é bom lembrar; isso sem falar das que eu realmente não me lembro, nem que eu quisesse. Cansei de vomitar pelas esquinas, fazer xixi por todos os cantos. Fiquei pelas sarjetas chorando minha má sorte; meu cérebro já não funcionava para mais nada, só lembrava das cenas de meu pai batendo em minha mãe. Meus olhos viam tudo duplicado, isso sem falar nas terríveis dores de estômago. Sentia meu fim próximo, isso com 28 anos...
Aidético (luz branca) Há quem ache que Aids é um castigo de Deus, mas eu não a vejo mais assim. Falo não mais por que antes eu a via assim mesmo, o piro castigo do mundo. Mas quem conhece um pouquinho a Deus sabe que Ele nos ama demais para nos castigar assim. Um dia Ele disse: "Tudo te é permitido, mas nem tudo te convém". É, e se você faz algo que não convém, deve arcar com as conseqüências depois. Regras são regras. Sei que Deus me ama como ninguém e Ele não queria que eu fosse um aidético esperando pela morte, mas quebrei um regra imposta. Não é castigo, é justiça de Deus. Sei que logo estarei com Ele, em um lugar sem dor e sem doenças.
Ex-prostituta (luz branca- ainda na mesa) Sabe o que eu fico pensando? Por que não há prostitutas nas igrejas? levanta-se) As prostitutas são tão carentes e nem imaginam que são amadas por Deus. (Pausa) Ei gato!
Barman: Ah, de novo não...
Ex-prostituta:(para o barman) Desculpe, mas tente me entender... O preconceito impede que olhemos com carinho para elas; são completamente marginalizadas. Elas são amadas, mas não sabem disso, pois não há quem lhes fale desse amor. Minha vida mudou completamente, o meu corpo, que alimentava a mim e aos outros, e não tinha nenhum valor, hoje é templo do Espírito Santo. Sinto-me purificada pelo sangue do Justo. Por que outras não podem sentir como eu me sinto hoje?
Cristão: Hoje eu continuo gostando de rock, para mim não há música mais alegre do que esta. Não sei como passei tantos anos numa igreja, cego, sem ver o que agora eu vejo. Ainda bem que Cristo mostrou-me a real alegria antes, senão poderia ter sido bem pior. Glória a Deus por ter mudado a minha vida. Dois dos meus antigos amigos hoje tocam comigo em uma banda evangélica, e os outros, infelizmente, continuam freqüentando os clubes da cidade.(vai saindo e vira-se para o público) Ah, e hoje, quando chego em meu quarto, durmo em paz, plena paz.
Ex-alcoólatra: Foi difícil, muito difícil, até que vi a mão de Deus na mão de um homem. Na verdade, Deus não possui outras mãos senão as humanas para demonstrar todo seu amor. Resolvi estender minha mão à única mão que fora estendida a mim, até então. Foi um processo difícil: tremia, vomitava, sangrava, tinha convulsões, precisava desintoxicar-me. E a mão esteve sempre comigo. Cristo me dava esperança para continuar, acreditar que minha vida não precisava ser aquela miséria que vinha sendo. Que mais mão estejam à disposição para demonstrar o amor de Deus.
Barman: Ê amigo, não vai vacilar, hein!
Ex-drogado(p/ o barman) Sem chances! (p/ o público)Deus me sustém!(senta)
(todos congelam em suas mesas. O barman prepara uma bebida, vai até a boca do palco, iluminado por um foco de luz branca)
Barman: Que sabor você quer? (tempo) Para sua vida?
(luzes apagadas, todos levantam e saem)
· Ex-prostituta - convertida, 24
· Aidético - muito magro, 23 - pode estar acompanhado de uma enfermeira
· Cristão - muito alegre, 19
· Ex-alcoólatra - mais maduro, 32
· Barman
Cenário: ma bar, com 5 mesas e cadeiras e um balcão de bar, com algumas garrafas e copos.
Cada ator estará em uma mesa separada, e o barman no balcão, sempre o limpando e arrumando, e preparando bebidas. A cada fala sua, entrega um copo com um suco para a personagem referida.
Aidético (luz amarela - vai até o centro do palco em uma cadeira de rodas e levanta-se).
" Mulher! Olha este menino, só brinca de boneca! É preciso dar um jeito nele, parece um maricas!" (senta-se)
Mas nunca se importaram com o que se passava dentro de mim. História! Gostava de brincar de bonecas, sim! Fazer o quê? Era criança! Eu fazia o que sentia vontade, sempre me acertei mais com as meninas... os meninos eram brutos, violentos e só queriam jogar. Eu era diferente deles... e eu não me sentia culpado por isso! Só que foi se tornando cada vez mais forte, e eu fui perdendo o controle. (volta para a mesa na cadeira de rodas)
Ex-prostituta (luz rosa - desce do palco e refere-se a alguém da platéia)
"E aí, gato? Algum programa para esta noite? Satisfação garantida!"
(vai voltando à boca de cena enquanto fala)
Repeti essa frase milhares de vezes, acho que até muito mais, embora nem sempre fosse para um gato como ele (aponta para a pessoa na platéia). Às vezes apareciam uns velhos, gordos e bêbados. Tudo bem, era a minha profissão, tinha que dar prazer a quem quer que fosse. Não que eu gostasse do que fazia, sabe, mas já era costume, como muitos professores que queriam ser cantores mas continuaram sendo professores por muitos e muitos anos; ou ainda como muitos médicos que sonharam em ser dublês mas continuam sendo médicos; como advogados que queriam ser locutores ou locutores que queriam ser advogados... a verdade é que ficam anos trabalhando no que não gostam simplesmente por hábito. E eu era mais uma acomodada no hábito da profissão. (senta-se)
Cristão (luz verde - andando entre as mesas)
"Se as águas do mar da vida, quiserem te afogar, segura na mão de Deus e vai. Segura na mão de Deus,..." Não conseguia ver verdade nisso, estava longe demais. Cresci ouvindo essa canção, mas eu me sentia completamente alienado, um peixe fora d'água. E pior é que eu me sentia culpado! Não podia ser assim, mas era, fazer o quê? Eu até queria sentir-me integrado, mas não dava; eu até gostava do pessoal, mas me acertava mais com a galera do barulho, tinha minha turma certa... às vezes até rolava uma erva, mas ninguém podia ficar sabendo! E no domingo, eu estava lá... "Segura na mão de Deus, segura na mão de Deus..." (senta-se)
Ex-alcoólatra (levanta e vai cambaleando até a frente da mesa) "Homem pra ser muito homem tem que beber sem parar, falar mais alto em casa..." (volta ao estado de sobriedade) Meu primeiro porre foi quando eu ainda era uma criança, não que eu tivesse bebido muito, mas o suficiente, para uma criança de oito anos... Meu pai queria mostrar aos amigos que eu já era homem. Se grau de macheza se mede pela quantia que se empina, eu já fui muito macho. Agora não sou mais, mas já fui. Martini, vodka, run, vermut... Misturava tudo, perdi tudo... Tinha quem dizia que era doença, tinha quem dizia que era pura sem-vergonhice. A verdade é que eu já amanhecia bêbado. Vermut, run, vodka, martini...
Barman: Você já disse isso...
Ex-alcoólatra: tá! É que agora eu disse de trás pra frente...
Barman: Ah! bom.
Aidético (luz azul - levanta-se) "Nossa, como ele é delicado, sensível!" Com 16 anos conheci um rapaz; não podendo fazer nada, investi na relação. Quando Marcelo percebeu que eu gostava dele começou a evitar-me, mas eu ligava para ele, mandava cartões, cartas, até que começamos a nos encontra, escondidos, claro. Ficamos juntos por um ano, depois ele começou a bater em mim. Passava as noites em festas, e eu em casa, chorando... Estava sofrendo muito, resolvi deixá-lo e voltei para a casa de meus pais que, a essa altura, não tavam nem aí. papai só trabalhava, e mamãe só tomava chá e telefonava; e eu fiquei dois anos só assistindo televisão. Tinha uma única amiga, e ela me convenceu a fazer o teste de HIV. tinha medo, mas fiz. Deu positivo...(a luz apagada, ele volta para a mesa)
Ex-prostituta (luz rosa, encostada no balcão) "Não, por favor, eu não quero! Não faça isso!.." Meu padrasto foi um animal. Eu tinha 12 anos, ia fazer o que agora?(vai até a boca do palco) E aí gato, algum programa para hoje? Satisfação garantida!(vai voltando enquanto o barman fala)
Barman: Você já disse isso.
Ex-prostituta: Ai, desculpe. É que por tantos anos repeti essa mesma frase... É o hábito! Com 12 anos fui para a rua, não podia mais encarar aquele monstro em minha casa... sentia-me sozinha no mundo. Comecei a trabalhar com minha famosa frase, e assim tentava diminuir a minha solidão.
Cristão (luz verde, segredando escandalosamente) "Mas como é que pode! O Anderson, logo ele, filho de pastor... isso não podia acontecer..." Eu sou uma pessoa normal, e como todos, também peco. Ninguém pode sentir o que os outros querem que a gente sinta. E fui a muitas festas, às vezes perdia o controle, excedia-me na bebida, o baseado era cada vez mais freqüente; chegava sempre de madrugadão, olhos vermelhos, dormia na escola, as notas caindo vertiginosamente... Mas eu arrasava com a mulherada. A danceteria era pequena pra mim, e o pessoal da igreja apavorado. Mas o problema era quando eu ficava sozinho, em meu quarto...
Ex-alcoólatra (luz roxa - junto à primeira fila) "Tem uns trocados para me dar? Tenho que comprar leite para os meus filhos. (Vira-se para outra pessoa) Ei moço! Tem 50 centavos aí? (vai voltando ao palco) Eu preciso de uns trocados..." Já passei por cada situação que nem é bom lembrar; isso sem falar das que eu realmente não me lembro, nem que eu quisesse. Cansei de vomitar pelas esquinas, fazer xixi por todos os cantos. Fiquei pelas sarjetas chorando minha má sorte; meu cérebro já não funcionava para mais nada, só lembrava das cenas de meu pai batendo em minha mãe. Meus olhos viam tudo duplicado, isso sem falar nas terríveis dores de estômago. Sentia meu fim próximo, isso com 28 anos...
Aidético (luz branca) Há quem ache que Aids é um castigo de Deus, mas eu não a vejo mais assim. Falo não mais por que antes eu a via assim mesmo, o piro castigo do mundo. Mas quem conhece um pouquinho a Deus sabe que Ele nos ama demais para nos castigar assim. Um dia Ele disse: "Tudo te é permitido, mas nem tudo te convém". É, e se você faz algo que não convém, deve arcar com as conseqüências depois. Regras são regras. Sei que Deus me ama como ninguém e Ele não queria que eu fosse um aidético esperando pela morte, mas quebrei um regra imposta. Não é castigo, é justiça de Deus. Sei que logo estarei com Ele, em um lugar sem dor e sem doenças.
Ex-prostituta (luz branca- ainda na mesa) Sabe o que eu fico pensando? Por que não há prostitutas nas igrejas? levanta-se) As prostitutas são tão carentes e nem imaginam que são amadas por Deus. (Pausa) Ei gato!
Barman: Ah, de novo não...
Ex-prostituta:(para o barman) Desculpe, mas tente me entender... O preconceito impede que olhemos com carinho para elas; são completamente marginalizadas. Elas são amadas, mas não sabem disso, pois não há quem lhes fale desse amor. Minha vida mudou completamente, o meu corpo, que alimentava a mim e aos outros, e não tinha nenhum valor, hoje é templo do Espírito Santo. Sinto-me purificada pelo sangue do Justo. Por que outras não podem sentir como eu me sinto hoje?
Cristão: Hoje eu continuo gostando de rock, para mim não há música mais alegre do que esta. Não sei como passei tantos anos numa igreja, cego, sem ver o que agora eu vejo. Ainda bem que Cristo mostrou-me a real alegria antes, senão poderia ter sido bem pior. Glória a Deus por ter mudado a minha vida. Dois dos meus antigos amigos hoje tocam comigo em uma banda evangélica, e os outros, infelizmente, continuam freqüentando os clubes da cidade.(vai saindo e vira-se para o público) Ah, e hoje, quando chego em meu quarto, durmo em paz, plena paz.
Ex-alcoólatra: Foi difícil, muito difícil, até que vi a mão de Deus na mão de um homem. Na verdade, Deus não possui outras mãos senão as humanas para demonstrar todo seu amor. Resolvi estender minha mão à única mão que fora estendida a mim, até então. Foi um processo difícil: tremia, vomitava, sangrava, tinha convulsões, precisava desintoxicar-me. E a mão esteve sempre comigo. Cristo me dava esperança para continuar, acreditar que minha vida não precisava ser aquela miséria que vinha sendo. Que mais mão estejam à disposição para demonstrar o amor de Deus.
Barman: Ê amigo, não vai vacilar, hein!
Ex-drogado(p/ o barman) Sem chances! (p/ o público)Deus me sustém!(senta)
(todos congelam em suas mesas. O barman prepara uma bebida, vai até a boca do palco, iluminado por um foco de luz branca)
Barman: Que sabor você quer? (tempo) Para sua vida?
(luzes apagadas, todos levantam e saem)
TEATRO DA REFORMA
A peça inicia com a entrada do personagem A
Personagem A: Com gestos de quem está preocupado, observando as horas no seu relógio, permanece tenso.
Personagem B: (Entra com uma Bíblia na mão). Olá, (bom dia.) amigo. Ao meu ver parece estar tenso, Algum problema?
Personagem A: É claro que sim. Já estou com atraso.
Personagem B: Está indo ao estudo Bíblico?
Personagem A: Estudo Bíblico? Você acha que isto me ajudaria em alguma coisa? Teria alguém capacidade de decorar um livro deste tamanho? Eu nunca! Sou muito mais ir com meus amigos aprender as minhas defesas para minha justiça.
Personagem B: Eu sou mais estudar a Bíblia!.
Entram em cena os personagens C e D
Personagem C: ( dirige-se ao personagem A) Aonde ele diz que vai?
Personagem A: Ao Estudo Bíblico.
Personagem D: Não entendo o que tanto se estuda neste livro. Desde 1500 já se falava dele, e até hoje continuam.
Personagem E: Mas, afinal de conta, qual é o ensino fundamental deste livro?
Personagem B: Fé, amor e justiça.
Personagem D: Justiça? Já sei. É daquele jeitinho, se veio pro seu lado e não é dos seus, dá nele uma descartada e aí tá pronta a justiça (fazer isso com gestos de agressão).
Entram os personagens F e G
Personagem F: Olá, pessoal. Qual é o papo aí?
Personagem B: Eu estava mesmo falando para eles que o ensino fundamental da Bíblia é fé, amor e justiça.
Personagem F: (De maneira irônica)Opa! Falou em amor, falou comigo. Amar, sei o que é. A gente se apronta com algo mais forte (e pau no burro), é isso que é amar.
Personagem G: (dirigindo-se ao personagem B)Vamos falar sério. Você falou em fé , o que dá prá dizer sobre isto?
Personagem A: Taí, Comecei a ficar interessado. Vamos também ao Estudo Bíblico! Quem sabe lá a gente pode aprender alguma coisa.
Personagem C: Mas afinal, o que se faz nos Estudos Bíblicos?
Personagem B: Ora! Lá se estuda, se canta e se descobre como herdar a vida eterna.
(Neste instante fecham-se as cortinas. Arruma-se uma mesa com lugares para um estudo especial)
(Abrem-se as cortinas. Tem início o Estudo Bíblico)
Canta-se o Hino de n.º 161 do HPD
Personagem C: Viemos interessados em saber como acontece um Estudo Bíblico. Por que se estuda a Bíblia?
Personagem B: Vamos ver... Em Marcos: 16., Jesus ordena: Ide por todo o mundo e pregai o Evangelho a toda a criatura. Trata-se de uma ordem muito especial. Para pregar o Evangelho é preciso conhecê-lo. Para tanto o estudo da Bíblia é Fundamental. O apóstolo Paulo já dizia na Carta aos Romanos: “Todo aquele que invocar o nome do Senhor será salvo. Como, porém invocarão aquele em quem não creram? E como crerão naquele de quem nada ouviram? E como ouvirão se não há quem pregue?” Isto está escrito em Romanos 10.14-15.
Personagem A: Há pouco, quando estávamos lá fora, você falava que a Bíblia trata basicamente da fé, do amor e da justiça. Fale um pouco mais para a gente sobre a questão da fé.
Personagem B: (Estende ao personagem A uma Bíblia)
Abre aí, bem no final da Bíblia, na página 268. Hebreus 11.1-3
(Ler o texto) Agora abra na página 190, em Romanos 10.17.(Ler o texto)
A fé é ação em nós. É Deus que possibilita crer, através da pregação da Sua Palavra.
A nossa fé é presente de Deus. Mas, ela precisa ser alimentada.
Personagem G: Agora me lembrei de uma coisa que o meu avô dizia quando eu era criança. Ele dizia “que não basta dizer que a gente tem fé. É preciso fortalecer a fé, através do estudo da Palavra. Me lembro de uma frase que ele dizia sempre . “A fé que não se alimenta é como a flor sem água, murcha e morre”. Agora eu entendo o que ele queria dizer.
Personagem C: Podemos então dizer que a fé é presente de Deus e que ela nos motiva a agir?
Personagem B: Claro que sim! Conforme pudemos ver em Hebreus, no texto antes lido, a fé nos leva a testemunhar o amor de Deus por nós e nos motiva a agir concretamente em favor do nosso semelhante. Podemos dizer que a fé e o amor, em conjunto, produzem a justiça.
Personagem D: Em que vocês se baseiam para falar tanto em amor, se em cada esquina tem sempre alguém querendo o mal?
Personagem B: Em João 3.16 está escrito: “Por que Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu filho unigênito para que todo o que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.” Pode existir amor maior do que este?
Personagem F: E o que vocês nos dizem sobre o que é justiça?
Personagem B: A justiça de Deus é diferente da justiça humana. A justiça humana dá a cada um o que merece, e, às vezes nem isto. A justiça de Deus é amorosa. Deus nos aceita assim como somos, nos perdoa, por pura graça e nos justifica, ou seja, Ele nos aceita como justos. Esta foi a grande descoberta do Reformador Martim Lutero. Na Bíblia, mais exatamente em Romanos 1.17, ele descobriu que todo o que tem fé é justificado e salvo pela graça de Deus.
Personagem G: Como eu posso ter a certeza de que as escrituras estão corretas?
Personagem B: Vejamos em 2º Timóteo 3.16-17. Ali está escrito: “Toda escritura é inspirada por Deus e útil para o ensino, para a repreensão, para a correção e para a educação na justiça, a fim de que o homem de Deus seja perfeito e perfeitamente habilitado para toda boa obra.
Personagem F: Puxa, eu não imaginava que fosse tão bom aprender da palavra de Deus.
Personagem B: Que bom que vocês gostaram. Venham mais vezes. A Palavra de Deus reserva muitas surpresas agradáveis para cada um de nós.
(E para finalizarmos vamos cantar, A melhor oração é o amor)
Personagem A: Com gestos de quem está preocupado, observando as horas no seu relógio, permanece tenso.
Personagem B: (Entra com uma Bíblia na mão). Olá, (bom dia.) amigo. Ao meu ver parece estar tenso, Algum problema?
Personagem A: É claro que sim. Já estou com atraso.
Personagem B: Está indo ao estudo Bíblico?
Personagem A: Estudo Bíblico? Você acha que isto me ajudaria em alguma coisa? Teria alguém capacidade de decorar um livro deste tamanho? Eu nunca! Sou muito mais ir com meus amigos aprender as minhas defesas para minha justiça.
Personagem B: Eu sou mais estudar a Bíblia!.
Entram em cena os personagens C e D
Personagem C: ( dirige-se ao personagem A) Aonde ele diz que vai?
Personagem A: Ao Estudo Bíblico.
Personagem D: Não entendo o que tanto se estuda neste livro. Desde 1500 já se falava dele, e até hoje continuam.
Personagem E: Mas, afinal de conta, qual é o ensino fundamental deste livro?
Personagem B: Fé, amor e justiça.
Personagem D: Justiça? Já sei. É daquele jeitinho, se veio pro seu lado e não é dos seus, dá nele uma descartada e aí tá pronta a justiça (fazer isso com gestos de agressão).
Entram os personagens F e G
Personagem F: Olá, pessoal. Qual é o papo aí?
Personagem B: Eu estava mesmo falando para eles que o ensino fundamental da Bíblia é fé, amor e justiça.
Personagem F: (De maneira irônica)Opa! Falou em amor, falou comigo. Amar, sei o que é. A gente se apronta com algo mais forte (e pau no burro), é isso que é amar.
Personagem G: (dirigindo-se ao personagem B)Vamos falar sério. Você falou em fé , o que dá prá dizer sobre isto?
Personagem A: Taí, Comecei a ficar interessado. Vamos também ao Estudo Bíblico! Quem sabe lá a gente pode aprender alguma coisa.
Personagem C: Mas afinal, o que se faz nos Estudos Bíblicos?
Personagem B: Ora! Lá se estuda, se canta e se descobre como herdar a vida eterna.
(Neste instante fecham-se as cortinas. Arruma-se uma mesa com lugares para um estudo especial)
(Abrem-se as cortinas. Tem início o Estudo Bíblico)
Canta-se o Hino de n.º 161 do HPD
Personagem C: Viemos interessados em saber como acontece um Estudo Bíblico. Por que se estuda a Bíblia?
Personagem B: Vamos ver... Em Marcos: 16., Jesus ordena: Ide por todo o mundo e pregai o Evangelho a toda a criatura. Trata-se de uma ordem muito especial. Para pregar o Evangelho é preciso conhecê-lo. Para tanto o estudo da Bíblia é Fundamental. O apóstolo Paulo já dizia na Carta aos Romanos: “Todo aquele que invocar o nome do Senhor será salvo. Como, porém invocarão aquele em quem não creram? E como crerão naquele de quem nada ouviram? E como ouvirão se não há quem pregue?” Isto está escrito em Romanos 10.14-15.
Personagem A: Há pouco, quando estávamos lá fora, você falava que a Bíblia trata basicamente da fé, do amor e da justiça. Fale um pouco mais para a gente sobre a questão da fé.
Personagem B: (Estende ao personagem A uma Bíblia)
Abre aí, bem no final da Bíblia, na página 268. Hebreus 11.1-3
(Ler o texto) Agora abra na página 190, em Romanos 10.17.(Ler o texto)
A fé é ação em nós. É Deus que possibilita crer, através da pregação da Sua Palavra.
A nossa fé é presente de Deus. Mas, ela precisa ser alimentada.
Personagem G: Agora me lembrei de uma coisa que o meu avô dizia quando eu era criança. Ele dizia “que não basta dizer que a gente tem fé. É preciso fortalecer a fé, através do estudo da Palavra. Me lembro de uma frase que ele dizia sempre . “A fé que não se alimenta é como a flor sem água, murcha e morre”. Agora eu entendo o que ele queria dizer.
Personagem C: Podemos então dizer que a fé é presente de Deus e que ela nos motiva a agir?
Personagem B: Claro que sim! Conforme pudemos ver em Hebreus, no texto antes lido, a fé nos leva a testemunhar o amor de Deus por nós e nos motiva a agir concretamente em favor do nosso semelhante. Podemos dizer que a fé e o amor, em conjunto, produzem a justiça.
Personagem D: Em que vocês se baseiam para falar tanto em amor, se em cada esquina tem sempre alguém querendo o mal?
Personagem B: Em João 3.16 está escrito: “Por que Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu filho unigênito para que todo o que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.” Pode existir amor maior do que este?
Personagem F: E o que vocês nos dizem sobre o que é justiça?
Personagem B: A justiça de Deus é diferente da justiça humana. A justiça humana dá a cada um o que merece, e, às vezes nem isto. A justiça de Deus é amorosa. Deus nos aceita assim como somos, nos perdoa, por pura graça e nos justifica, ou seja, Ele nos aceita como justos. Esta foi a grande descoberta do Reformador Martim Lutero. Na Bíblia, mais exatamente em Romanos 1.17, ele descobriu que todo o que tem fé é justificado e salvo pela graça de Deus.
Personagem G: Como eu posso ter a certeza de que as escrituras estão corretas?
Personagem B: Vejamos em 2º Timóteo 3.16-17. Ali está escrito: “Toda escritura é inspirada por Deus e útil para o ensino, para a repreensão, para a correção e para a educação na justiça, a fim de que o homem de Deus seja perfeito e perfeitamente habilitado para toda boa obra.
Personagem F: Puxa, eu não imaginava que fosse tão bom aprender da palavra de Deus.
Personagem B: Que bom que vocês gostaram. Venham mais vezes. A Palavra de Deus reserva muitas surpresas agradáveis para cada um de nós.
(E para finalizarmos vamos cantar, A melhor oração é o amor)
RIVALIDADE
PERSONAGENS:
FLÁVIA E MÁRCIA ( Líderes de grupos rivais na escola)
ZECA (Namorado da Flávia e conselheiro do grupo)
EMANUEL (Amigo da Márcia e evangélico) (A peça se passa no pátio da escola)
NARRAÇÃO - Havia em uma certa escola dois grupos rivais, mas a líder de um dos grupos estava indo na igreja e naturalmente sua vida começava a mudar, Deus estava trabalhando em seu interior.
CENA 1
(Flávia entra rindo com outros colegas)
MAURINHO - Você é terrível Flávia.
CASSIA - Eu quase morri de rir com a cara da professora quando ela viu o rato na mesa fedendo.
FLÁVIA - Gente, se ela descobre que fui eu, é expulsão certa.
PEDRINHO - E se a turma da Márcia te entregar?
FLÁVIA - Não acredito . Ela agora anda com aquele almofadinha do Emanuel indo pra igreja.
CASSIA - Ela tá ficando lerda.
FLÁVIA - Atenção galera, bico calado e vamos voltar pra sala.
TODOS - Vamos nessa!! (Musica)
CENA 2 - (Entra a Márcia com sua turma)
MÁRCIA - Eu fiquei com pena da professora.
EMANOEL - Isso não se faz.
JOANA - Mas você antes era o pior da escola, e agora acha isso um absurdo.
EMANUEL - Você vê o que Jesus fez na minha vida.
JOANA - Não me venha com essa história boba não.
EMANUEL - Não é bobeira, é o Poder de Deus na minha vida e poderá ser na sua se você quiser.
JOANA - Essa turma tá ficando uma turma de covardes, e se continuar assim eu vou cair fora.
MÁRCIA - Calma menina, ele só quer ajudar.
JOANA - Ajudar mandando a gente se acovardar e ficar com medo da Flávia?
EMANUEL - Você pensa que a Flávia é isso tudo, ela é valente, mas devemos ser corajosos e isso ela não é.
JOANA - Foi legal o que ela fez, a professora tem que entender que a escola é nossa e não dela.
EMANUEL - A escola é da comunidade e não é de ninguém.
MÁRCIA - Ele tem razão, se queremos passar de ano temos que levar os estudos a sério e eu não quero ser reprovada novamente.
EMANUEL - Eu fui três vezes.
JOANA - Então estou abandonando o barco, ou somos uma turma do terror ou tô fora.
EMANUEL - Você vai se arrepender Joana.
JOANA - Não me importo. E você Márcia, o que decide?
MÁRCIA - Eu vou com o Emanoel.
JOANA - E você galera, quem vem comigo?
JOÃO - Eu vou.
FELIPE - Eu também.
MARIA - Vamos aterrorizar.
JÚLIA - Também vou.
JOANA - Então vamos, e já te aviso, não se meta com a gente senão vai Ter. (saem de cena)
MÁRCIA - Que idiota essa garota.
EMANUEL - Vocês fizeram o correto e não se arrependerão. (Saem)
NARRAÇÃO - A turma da Joana se uniu a turma da Flávia e como diz a Palavra de Deus , um abismo atrai outro abismo.
CENA 3 - (Os grupos se encontram)
JOANA - E aí Flávia, o que vamos fazer?
FLÁVIA - Estou com um plano de expulsar todos os professores da escola.
CASSIA - Vai sair até em jornal.
JOANA - Como?
FLÁVIA - Estou namorando o Zeca.
JOANA - O Zeca pé de cabra? O que manda no morro do bode?
FLÁVIA - Ele mesmo. Nos conhecemos lá no baile e ele vem aqui hoje.
CASSIA - Ai que emoção!!
FLÁVIA - Mas sem se engraçar com ele.
JOANA - Também estou emocionada.
FLÁVIA - Ele vai ligar pra escola e dizer que quer a escola fechada por um mês e nós não precisaremos estudar nesse período e também proibir alguns professores de voltar e vou pedir pra incluir a turma da Márcia.
CASSIA - Vamos ser o terror da escola.
JOANA - Mas isso não é certo.
CASSIA - O que é certo, então?
FLÁVIA - Tá amolecendo também? Você não disse que é durona.
JOANA - Mas não quero prejudicar ninguém.
CASSIA - O que quer então?
JOANA - Participar sem prejudicar, brincar de jogar rato, barata nos professores e intimidar os outros alunos.
FLÁVIA - Mas isso já faz parte do passado, agora é mais sério.
ZECA - (Entrando com outros) E aí broto!
FLÁVIA - Você é louco, não deixa os professores te verem. ZECA - Qual o problema? Vão fazer o que? Boto logo uma bomba e acabo com eles.
CASSIA - Ele é demais.
ZECA - O que você quer de mim.
FLÁVIA - (Sentam-se em roda) É o seguinte ... (Música aumenta)
NARRAÇÃO - Infelizmente tem gente que admira o homem mau, as coisas erradas e acham isso um ato de coragem, e desprezam a correção, caindo em um abismo as vezes sem volta.
CENA 4 - (Júlia se arrepende depois de escutar o plano da turma da Flávia e vai contar tudo para a Márcia que está sentada junto com Emanoel e outros)
EMANUEL - Ora, seja bem vinda!
MÁRCIA - A traidora voltou.
JÚLIA - Não sou traidora.
EMANUEL - O que deseja Júlia?
JÚLIA - Eles estão tramando uma coisa muito ruim.
EMANUEL - Sente-se aqui e nos conte. (Sentando com os outros ela conta. Música)
MÁRCIA - Eles estão loucos!!
EMANUEL - Estão se metendo com bandidos e isso é muito tenebroso.
MARCIA - O que faremos?
EMANUEL - Precisamos orar e eu tenho certeza que o Senhor irá quebrar toda essa armadilha do inimigo, vamos orar. (ficam em roda e oram)
NARRAÇÃO - Deus sempre age quando clamamos e nunca nos deixa desamparados , se levarmos a Ele as nossas súplicas e confiarmos, com certeza Ele agirá e nos dará uma grande vitória.
CENA FINAL - (A turma da Márcia sentada conversando, entra a Joana)
JÚLIA - Lá vem a Joana vindo pra cá.
MÁRCIA - Continuem como estão.
EMANUEL - Como vai Joana?
JOANA - Vocês estão sabendo?
MÁRCIA - O que?
JOANA - Sobre a turma da Flávia.
MARCIA - Mas você não é da turma dela?
JOANA - Eu caí fora uma semana antes.
EMANUEL - E o que aconteceu?
JOANA - A Flávia foi presa junto com o Zeca e sua turma.
MARCIA - Mas quem entregou eles?
JOANA - A Cássia. Não sei o que deu nela, parecia uma louca e começou a falar pra todo mundo que o Zeca estava na nossa turma, os professores souberam, a polícia também e deu no que deu.
MARCIA - E ela agora onde está?
JOANA - Sumiu da escola e seus pais se mudaram.
EMANUEL - E você?
JOANA - Se vocês me aceitarem, eu quero voltar. Eu fui contra o plano deles, por isso sai.
MARCIA - Você é bem vinda de volta.
EMANUEL - Vocês entenderam que sempre prevalecem aqueles que estão com Deus . Davi sempre teve vitórias quando orava ao Senhor e Deus sempre ia na frente...
NARRAÇÃO - (Música) Entrega o seu caminho ao Senhor, confia Nele e tudo Ele fará por ti.
Se Deus é por nós, quem será contra nós ? Agindo Eu, quem impedirá ? São promessas desse Deus todo poderoso e fiel. Jovem entenda que para termos uma vida de vitória, precisamos primeiro temer e reconhecer que necessitamos viver com e para Deus e nunca desviarmos os nossos olhares para o mal. O Senhor Jesus nos observa dia e noite e só Ele sabe o futuro de nossas vidas, sabe do que necessitamos e sabe de nossos sonhos e só Ele pode nos dá o que queremos e pensamos, vamos viver e deixar Deus viver dentro de nós como Ele bem quiser.
FLÁVIA E MÁRCIA ( Líderes de grupos rivais na escola)
ZECA (Namorado da Flávia e conselheiro do grupo)
EMANUEL (Amigo da Márcia e evangélico) (A peça se passa no pátio da escola)
NARRAÇÃO - Havia em uma certa escola dois grupos rivais, mas a líder de um dos grupos estava indo na igreja e naturalmente sua vida começava a mudar, Deus estava trabalhando em seu interior.
CENA 1
(Flávia entra rindo com outros colegas)
MAURINHO - Você é terrível Flávia.
CASSIA - Eu quase morri de rir com a cara da professora quando ela viu o rato na mesa fedendo.
FLÁVIA - Gente, se ela descobre que fui eu, é expulsão certa.
PEDRINHO - E se a turma da Márcia te entregar?
FLÁVIA - Não acredito . Ela agora anda com aquele almofadinha do Emanuel indo pra igreja.
CASSIA - Ela tá ficando lerda.
FLÁVIA - Atenção galera, bico calado e vamos voltar pra sala.
TODOS - Vamos nessa!! (Musica)
CENA 2 - (Entra a Márcia com sua turma)
MÁRCIA - Eu fiquei com pena da professora.
EMANOEL - Isso não se faz.
JOANA - Mas você antes era o pior da escola, e agora acha isso um absurdo.
EMANUEL - Você vê o que Jesus fez na minha vida.
JOANA - Não me venha com essa história boba não.
EMANUEL - Não é bobeira, é o Poder de Deus na minha vida e poderá ser na sua se você quiser.
JOANA - Essa turma tá ficando uma turma de covardes, e se continuar assim eu vou cair fora.
MÁRCIA - Calma menina, ele só quer ajudar.
JOANA - Ajudar mandando a gente se acovardar e ficar com medo da Flávia?
EMANUEL - Você pensa que a Flávia é isso tudo, ela é valente, mas devemos ser corajosos e isso ela não é.
JOANA - Foi legal o que ela fez, a professora tem que entender que a escola é nossa e não dela.
EMANUEL - A escola é da comunidade e não é de ninguém.
MÁRCIA - Ele tem razão, se queremos passar de ano temos que levar os estudos a sério e eu não quero ser reprovada novamente.
EMANUEL - Eu fui três vezes.
JOANA - Então estou abandonando o barco, ou somos uma turma do terror ou tô fora.
EMANUEL - Você vai se arrepender Joana.
JOANA - Não me importo. E você Márcia, o que decide?
MÁRCIA - Eu vou com o Emanoel.
JOANA - E você galera, quem vem comigo?
JOÃO - Eu vou.
FELIPE - Eu também.
MARIA - Vamos aterrorizar.
JÚLIA - Também vou.
JOANA - Então vamos, e já te aviso, não se meta com a gente senão vai Ter. (saem de cena)
MÁRCIA - Que idiota essa garota.
EMANUEL - Vocês fizeram o correto e não se arrependerão. (Saem)
NARRAÇÃO - A turma da Joana se uniu a turma da Flávia e como diz a Palavra de Deus , um abismo atrai outro abismo.
CENA 3 - (Os grupos se encontram)
JOANA - E aí Flávia, o que vamos fazer?
FLÁVIA - Estou com um plano de expulsar todos os professores da escola.
CASSIA - Vai sair até em jornal.
JOANA - Como?
FLÁVIA - Estou namorando o Zeca.
JOANA - O Zeca pé de cabra? O que manda no morro do bode?
FLÁVIA - Ele mesmo. Nos conhecemos lá no baile e ele vem aqui hoje.
CASSIA - Ai que emoção!!
FLÁVIA - Mas sem se engraçar com ele.
JOANA - Também estou emocionada.
FLÁVIA - Ele vai ligar pra escola e dizer que quer a escola fechada por um mês e nós não precisaremos estudar nesse período e também proibir alguns professores de voltar e vou pedir pra incluir a turma da Márcia.
CASSIA - Vamos ser o terror da escola.
JOANA - Mas isso não é certo.
CASSIA - O que é certo, então?
FLÁVIA - Tá amolecendo também? Você não disse que é durona.
JOANA - Mas não quero prejudicar ninguém.
CASSIA - O que quer então?
JOANA - Participar sem prejudicar, brincar de jogar rato, barata nos professores e intimidar os outros alunos.
FLÁVIA - Mas isso já faz parte do passado, agora é mais sério.
ZECA - (Entrando com outros) E aí broto!
FLÁVIA - Você é louco, não deixa os professores te verem. ZECA - Qual o problema? Vão fazer o que? Boto logo uma bomba e acabo com eles.
CASSIA - Ele é demais.
ZECA - O que você quer de mim.
FLÁVIA - (Sentam-se em roda) É o seguinte ... (Música aumenta)
NARRAÇÃO - Infelizmente tem gente que admira o homem mau, as coisas erradas e acham isso um ato de coragem, e desprezam a correção, caindo em um abismo as vezes sem volta.
CENA 4 - (Júlia se arrepende depois de escutar o plano da turma da Flávia e vai contar tudo para a Márcia que está sentada junto com Emanoel e outros)
EMANUEL - Ora, seja bem vinda!
MÁRCIA - A traidora voltou.
JÚLIA - Não sou traidora.
EMANUEL - O que deseja Júlia?
JÚLIA - Eles estão tramando uma coisa muito ruim.
EMANUEL - Sente-se aqui e nos conte. (Sentando com os outros ela conta. Música)
MÁRCIA - Eles estão loucos!!
EMANUEL - Estão se metendo com bandidos e isso é muito tenebroso.
MARCIA - O que faremos?
EMANUEL - Precisamos orar e eu tenho certeza que o Senhor irá quebrar toda essa armadilha do inimigo, vamos orar. (ficam em roda e oram)
NARRAÇÃO - Deus sempre age quando clamamos e nunca nos deixa desamparados , se levarmos a Ele as nossas súplicas e confiarmos, com certeza Ele agirá e nos dará uma grande vitória.
CENA FINAL - (A turma da Márcia sentada conversando, entra a Joana)
JÚLIA - Lá vem a Joana vindo pra cá.
MÁRCIA - Continuem como estão.
EMANUEL - Como vai Joana?
JOANA - Vocês estão sabendo?
MÁRCIA - O que?
JOANA - Sobre a turma da Flávia.
MARCIA - Mas você não é da turma dela?
JOANA - Eu caí fora uma semana antes.
EMANUEL - E o que aconteceu?
JOANA - A Flávia foi presa junto com o Zeca e sua turma.
MARCIA - Mas quem entregou eles?
JOANA - A Cássia. Não sei o que deu nela, parecia uma louca e começou a falar pra todo mundo que o Zeca estava na nossa turma, os professores souberam, a polícia também e deu no que deu.
MARCIA - E ela agora onde está?
JOANA - Sumiu da escola e seus pais se mudaram.
EMANUEL - E você?
JOANA - Se vocês me aceitarem, eu quero voltar. Eu fui contra o plano deles, por isso sai.
MARCIA - Você é bem vinda de volta.
EMANUEL - Vocês entenderam que sempre prevalecem aqueles que estão com Deus . Davi sempre teve vitórias quando orava ao Senhor e Deus sempre ia na frente...
NARRAÇÃO - (Música) Entrega o seu caminho ao Senhor, confia Nele e tudo Ele fará por ti.
Se Deus é por nós, quem será contra nós ? Agindo Eu, quem impedirá ? São promessas desse Deus todo poderoso e fiel. Jovem entenda que para termos uma vida de vitória, precisamos primeiro temer e reconhecer que necessitamos viver com e para Deus e nunca desviarmos os nossos olhares para o mal. O Senhor Jesus nos observa dia e noite e só Ele sabe o futuro de nossas vidas, sabe do que necessitamos e sabe de nossos sonhos e só Ele pode nos dá o que queremos e pensamos, vamos viver e deixar Deus viver dentro de nós como Ele bem quiser.
O SENTIDO DA VIDA
Maria: Quem sou? De onde vim? Por que estou aqui? São tantas perguntas! Será que alguém pode me dar uma resposta?
Anônimo: Olá amiga! Percebo que você está um pouco “perturbada”, qual é o seu problema?
Maria: Sei lá! Eu estava aqui, sem fazer nada... pensando, de repente algumas perguntas vieram a minha mente! Tipo assim, qual o sentido da vida? Essas coisas...
Anônimo: Sei! Eu entendo... mas acho que você não deveria se preocupar com isso, não! Nós temos tanto o que fazer! Pra que ficar perdendo tempo com essas questões “filosóficas”? O fato é que nós estamos aqui e devemos aproveitar isso da melhor forma!
Maria: Pois é! Na verdade eu sempre pensei assim, mas hoje eu resolvi parar e me perguntar: Por quê? Todos os dias vivo a minha rotina, me preocupando em resolver meus problemas e cumprir meus compromissos, e fico tão ocupada com isso que esqueço de procurar por algo um pouco mais profundo, entende? Uma razão real para tudo isso!
Anônimo: Sei! Bem... na verdade eu acho que posso te ajudar então?
Maria: Mesmo?
Anônimo: Claro! Afinal você não é a única pessoa a viver neste planeta, né? Todos passam por isso, e acabam encontrando de uma forma ou de outra uma razão para existir! Eu vou te apresentar agora algumas pessoas que descobriram por si só algum motivo pelo qual deveriam viver, ou seja um objetivo a se alcançar! Entende? Então você poderá escolher dentre eles o que melhor se encaixa para você! OK?
Maria: OK!
Executivo:Para mim o objetivo da vida é obter o sucesso, e só por meio de muito trabalho, esforço e dedicação você conseguirá se tornar um vencedor! Eu por exemplo, trabalho arduamente, inclusive nos finais de semana, procuro dar o melhor de mim e aproveitar ao máximo o meu tempo, e o resultado... é que hoje eu possuo um ótimo emprego, dinheiro, status e poder, o que mais você quer?
Maria: Não sei... mas eu ainda acho que isso não é tudo!
Estudante: Pois é! Eu também acho! Eu creio que o mais importante de tudo é o conhecimento! De que adianta obter tudo isso que ele falou, se você não tiver um pingo de sabedoria? De tudo o que você possui a única coisa que ninguém pode te tirar é o conhecimento! O homem é o que ele pensa e só pensa o que ele sabe! É por isso que eu procuro estar sempre me atualizando, lendo livros, estudando, enfim adquirindo toda forma de cultura! Assim, tenho certeza que não estarei investindo meu tempo em coisas supérfulas e perecíveis!
Maria: Faz sentido, o conhecimento realmente é algo importante, sem ele eu não conseguiria nem administrar corretamente os meu bens e acabaria por viver uma vida inútil!
Magrão: Que que é isso mina! Não entra nesses papo aí não! Pra que ficar se estressando com esse negócio de estudar e trabalhar! A vida é curta e tem que ser curtida, tá ligada? Eu é que não vou ficar perdendo meu tempo com essas bobagem aí! Eu quero mais é aproveitar, faze festa, curtir! Valeu? O resto... o resto que se exploda!!
Maria: Pior que esse maluco não tá tão errado não! De um certo ponto de vista, isto tem a sua lógica! Pois se todos vamos morrer mesmo, devemos aproveitar o tempo que temos aqui e agora!
Trabalhador: É, minha filha, mas a coisa também não é bem assim! Não podemos nos isentar de nossa responsabilidade, nós vivemos em sociedade e temos um compromisso com as pessoas ao nosso derredor, não podemos viver como se o resto do mundo não existisse! Eu por exemplo, procuro sempre fazer o melhor para mim e para os outros, trabalho diariamente para sustentar a minha família, pago as minhas contas em dia, tenho um bom relacionamento com meus vizinhos, e às vezes até ajudo os necessitados, vivo a minha vida normal, sem atrapalhar ninguém! Tenho certeza que sou uma ótima pessoa! Assim, ao chegar ao final do dia, eu posso dormir tranqüilo, sabendo que cumpri o meu papel! Entendeu?
Maria: É verdade! Não tiro a razão desse cara aí! Mas algo ainda me incomoda, pra que tudo isso? Essa responsabilidade, esta rotina? Ainda não descobri nenhum motivo concreto para tudo isso, deve existir algum objetivo maior!
Cientista: Que isso, minha jovem! Prá que toda essa filosofia? A vida é isso mesmo!! Nós somos apenas parte de uma natureza em constante evolução! Olhe para os animais a sua volta e observe, nossa vida nada mais é além do que isso: uma constante luta pela sobrevivência e perpetuação de nossa espécie! Nada a mais!
Maria: Mas isso não pode ser verdade! Não somos animais!! Não podemos estar aqui por mero acaso!! Deve haver um motivo! Um Propósito para nossa existência!
Anônimo: Calma minha amiga, não se desespere! Infelizmente a vida é assim mesmo! Não a nenhum propósito, você dá a vida o sentido que você bem entender! Olhe para todas as pessoas ao seu derredor, elas não se preocupam com isso! Elas estão vivas e isso é tudo o que sabem, devem aproveitar isso da forma que julgarem melhor, antes que morram!
Maria: Não! Mas eu não me conformo, não posso viver só por viver, sem sentido, sem razão! Eu não entendo essas pessoas! Como podem simplesmente acordar, estudar ou trabalhar, dia após dia, ano após ano, e depois simplesmente morrer?? Sem saber o porque de tudo isso?
Anônimo: Não há porquês, deixe de ser tola, o que você pensa que é para se achar superior aos outros! Estamos todos no mesmo barco amiga! E ninguém sabe de onde veio nem para onde vai! Acredite nisso!
Maria: Não não posso acreditar nisso, alguém tem que saber de onde eu vim e para onde vou! Deus tem que saber disso! Deve existir um Criador, alguém que nos fez! Ele deve ter tido seus motivos!
Anônimo: Deus??!! OK! Estou vendo então que você é do tipo religioso, que procura um sentido espiritual para essas coisas! Então está bem... se você está procurando por Deus, eu vou apresentar-te as principais religiões que existem aqui na terra, a fim de que você possa escolher entre uma delas.
Budista: Segundo o Budismo, nós cremos que nossas almas estão em um aperfeiçoamento constante, através de várias e várias reencarnações todos chegaremos a um estado final de plena harmonia e paz de Espírito! Para que isso aconteça, nós precisamos nos desprender cada vez mais de todos os bens materiais desta vida, e através da meditação, da piedade e de uma vida correta chegaremos ao Nirvana que é o mais elevado estado de Espírito
Islamita: Não de muita atenção para esse tipo de conversa, amiga! Se você não reconhecer a Alá como único deus e a Maomé como seu profeta, aqui nesta vida mesmo, seu destino será o Inferno e de lá tu não terás uma nova chance não!
Maria: Nossa! Mas o que eu preciso fazer então?
Islamita: Você precisa ser fiel a Alá, orar 5 vezes ao dia, jejuar regularmente, dar esmolas aos pobres, e ainda fazer uma peregrinaçao a Meca pelo menos uma vez na vida! Senão...
Maria: (glup)
Freira: Não se preocupe não, minha filha! Deus não é tão mal assim! Ele só quer que sejamos felizes, não precisamos nos preocupar com tantas leis rígidas, tudo que você precisa fazer é ir na missa aos domingos, fazer obras de caridade, ajudar aos necessitados, e pedir que Maria ilumine os seus caminhos. Se fizer isso estará cumprindo o seu compromisso cristão!
Pastor: Não dê ouvidos a esta idólatra! Eu tenho algo a te dizer minha irmã! Deus tem um propósito para ti sim! Ele quer que você seja próspera! Muito próspera!! Veja nas Escrituras o exemplo de Abraão e Salomão! Sim minha amiga, Deus pode fazer com que você se torne rica, mais rápido do que você jamais sonhou! Tudo o que você precisa fazer é ser fiel e generosa e contribuir com o dízimo e ofertas para a Igreja! E Deus, irá te abençoar! Deus te dará tudo o que você deseja, é só ter fé!
Espírita (Nova Era): Não dê bola pra esse cara aí! Você não vê que ele só está interessado no seu dinheiro! Não se engane minha jovem, Deus está dentro de você! Ele não precisa do seu dinheiro! Você é o seu próprio Deus, não precisa cumprir uma série de normas e leis fixas, você é que determina o que é certo ou errado, em sua vida! Quando é que as pessoas vão enxergar isso?? Tudo que precisamos fazer é reconhecermos o poder que está dentro de nós, e assim através da evolução de nosso espírito, logo todos seremos verdadeiros deuses! Esta é a grande verdade!
Anônimo: Então amiga, o que me diz!
Maria: Nossa! Estou mais confusa agora do que antes! É tudo tão contraditório! Eu não entendo mais nada!
Anônimo: Calma, eu já te disse tudo o que precisa fazer é escolher a opção que melhor lhe agrada e acreditar nela. No fundo todas elas são iguais!
Maria: Iguais? Sim, são todas iguais! Todas foram feitas pelo homem e para o próprio homem! Você não percebe? Tudo gira em torno de nós mesmos, todos prometem: felicidade, paz, prosperidade e até a divindade! Mas no fundo é só para agradar a nós mesmos, todas visam somente o nosso bem estar!
Anônimo: Mas então criatura! Afinal de contas o que é que você quer?? Não era isso que estava procurando? Uma razão para viver? Todas elas te dão isso! O que tem de errado em escolher a que você julga ser a melhor, para o seu próprio bem?
Maria: Não! Você não entende! Eu não quero a melhor opção para mim! Eu quero a Verdade!
Anônimo: Verdade? O que é a verdade? Não existe verdade!! Tudo é relativo, você é que não compreende! Todos as religiões são iguais, todos os caminhos levam ao mesmo lugar!
Maria: Isso é loucura! Deve existir um Caminho verdadeiro!... Afinal quem é você? Disse que iria me ajudar, mas só está tentando é me iludir! Eu não quero mais seus conselhos, eu quero a VERDADE!
Entra Jesus
Anônimo: Oh, não! A Verdade, não!
Maria: Quem é você?
Jesus: Eu sou o Caminho, eu Sou a Verdade, eu sou a Vida!
Maria: Jesus! É isso! Só você pode me dizer o que quero saber! Vamos, diga que não estamos aqui por acaso! Diga tem um propósito para minha vida! Por favor!!
Jesus: Sim, minha jovem, é claro que Deus tem um propósito para sua vida; e não só para a sua mas para a de todos os homens....
JESUS FALA DO PROPÓSITO ETERNO DE DEUS. (Este texto pode ser adaptado conforme o contexto: , edificação ou evangelização)
VIAJANDO PELA BÍBLIA
PERSONAGENS:
Narradora;Maria;
Cássia;
Bíblia;
Dona Diva
Narradora - Bem vindos! Vocês estão prestes a entrar no maravilhoso mundo da Bíblia. Este Mundo não é de mentira, como outros por aí, e vocês podem morar nele, viver nele, basta querer. Bom, vou deixar para depois as explicações de como morar no Mundo da Bíblia, pois agora vamos ver a primeira história da série Viajando pela Bíblia. Nossa primeira história tem por título "Procurando os pequenos obreiros", que conta a história...É melhor vocês verem a história... Tudo começou com a pergunta, da "perguntadeira" Maria que queria saber de tudo que lhe viesse à telha:
Cena 1 - sem cenário
Maria - Oh Cássia, como é que eu sei que a Bíblia conta a verdade?
Cássia - Por que a Bíblia nos diz que todas a s escrituras são inspiradas por Deus, além do mais para tudo que acontece a Bíblia tem uma explicação.
Maria - Eu nunca ouvi nas Histórias da Bíblia crianças fazendo algo para Deus, eu acho que é porque nós somos muito pequenos e não sabemos fazer quase nada, aliás, nada.
Cássia - Uhmmmmm! É verdade...Mas há crianças que fizeram sim a obra do Senhor.
Maria - Ué...Por que eu num lembro?
Cássia - Você tem ido para a Escola Dominical e prestado atenção?
Maria - Não...He...He...
Entra a Bíblia
Bíblia - Já que você não vai buscar o conhecimento da Bíblia, eu vim aqui te trazer o conhecimento Maria.
Cássia - Como é que você entrou aqui?
Bíblia - Vamos, e não tenha medo, pois eu não vou lhe fazer mal algum.
Maria - Vamos sim, seu desconhecido... Maria segue Bíblia
Bíblia - Você não vem Cássia?
Cássia - Isso parece loucura, mas...
Fecham-se as cortinas e começa a tocar a música de fundo.
Cena 2 - Cenário: Gênesis, que consiste um lugar com folhas e alguns desenhos simulando arbustos.
Bíblia - Eis aqui o começo de tudo, o livro das Gênesis de todas as coisas.
Maria - Que legal! Mas o que a gente veio fazer aqui?
Bíblia - Dona Narradora, explica pra ela e para todo mundo o que nós viemos fazer aqui?
Narradora - Mas é claro. A aventura de Viajando pela Bíblia I será viajar pela Bíblia toda a procura de pista ou pessoas mesmo que eram crianças e faziam a obra do Senhor.
Maria - Que legal! Vão me ensinar as coisas sem eu precisar perguntar? Mas eu posso fazer perguntas não posso?
Bíblia - Claro que pode. Estou aqui pra lhe explicar tudo sobre crianças obreiras, para que você também seja uma.
Maria - Mas como e posso fazer isso, eu sou tão pequena?
Bíblia - Essa pergunta será respondida mais à frente Maria.
Cássia - Olha, eu acho que encontrei um pista.
Bíblia - Deixe-me ver... É realmente é nossa primeira pista e diz: "A obediência". Isso quer dizer que no princípio da criação as crianças faziam a vontade do Senhor somente em obedecer aos seus pais, essa a primeira obra, a obediência.
Maria - Já vi que posso fazer a obra...
Cássia - Tá vendo resmungona. Toda vez que a mãe te pede pra fazer algo você fica resmungando e não a obedece.
Maria - Eu vou mudar...
Bíblia - Bom, já ficamos muito aqui, vamos procurar a próxima pista, para ver com as crianças podem fazer a obra do Senhor.
Fecham-se as cortinas
Cena 3 - Cenário: Deserto, desenho do Sol bem forte e as luzes quase todas acesas.
Bíblia - Chegamos ao Êxodo...
Maria - Que calor!
Cássia - Claro Maria, nós estamos no Egito.
Bíblia - Realmente, aqui é muito quente, pois a maiorias das áreas são todas desérticas.
Maria - Olha aqui! Acho que é a nossa pista.
Bíblia - Deixa-me ver?
Maria -Tó...
Bíblia - Não Maria, essa não é nossa pista, é apenas uma anotação sobre como fazer o próximo cenário.
Cássia - Onde será que tá a pista daqui.
Bíblia - Vamos Perguntar à Narradora!
Maria - Vamos...
Cássia - Hei! Espera aí, com a Narradora nós podemos falar daqui mesmo.
Bíblia - É basta falar assim: Dona Narradora onde está a nossa pista?
Narradora - Têm duas. Uma delas está comigo e a outra está atrás de uma pedra.
Bíblia - Você pode, por favor, nos dar a pista que está com a senhora?
Narradora - A pista que está comigo diz que vocês daqui passarão para o Livro de Samuel, pois do atual livro até este a pista é única: "Obediência aos pais para agradar ao Senhor". Enquanto a Narradora fala Maria pega a pista na pedra
Maria - Aqui está a outra pista.
Bíblia - Vamos ver o que diz... "A irmã de Moisés ajudando sua mãe a cuidar de Moisés". Aqui se vê que a irmã de Moisés agradava a sua mãe, logo agradava a Deus.
Cássia - Então nós temos duas pistas e duas dicas para as crianças: A Primeira diz que obedecendo aos seus pais você está obedecendo a Deus A Segunda diz que agradando os pais, agradamos a Deus.
Bíblia - Vamos como disse a Narradora para o Livro de Samuel.
Fecham-se as cortinas
Cena 4 - Cenário: Um Templo, lugar à meia luz e iluminado com velas, simbolizando a luz do templo
Bíblia - Já sei onde está a pista...
Maria - Tão rápido!?
Cássia - Deixa de resmungar Maria
Bíblia - Olhem, aqui diz: "Samuel desde pequeno servia ao Senhor como sacerdote, ensinado pelo sacerdote Eli".
Cássia - Faz sentido...
Maria - Alguém me dá uma luz por que eu ainda não entendi o que significa.
Cássia - É simples Maria, com isso nós podemos saber que não só os adultos podem pregar e ensinar nos cultos, mas se as criança e adolescente também buscarem ao Senhor podem ministrar sua palavra com fervor.
Bíblia - Isso mesmo Cássia, se você usasse essa inteligência para falar de Jesus a suas colegas de classe, você faria muito bem a obra do Senhor.
Cássia - É... É...
Maria - Já acabamos aqui, vamos procurar a próxima pista.
Bíblia - Tem razão Maria, vamos.
Fecham-se as cortinas
Cena 5 - Cenário: montanhas
Bíblia - Por mais que nós tenhamos andado, não saímos do Livro de Samuel.
Maria - Mas tudo tem um motivo de ser.
Cássia - Nosso! Finalmente você falou algo de interessante.
Maria - Mas é lógico, eu li o texto da Bíblia.
Cássia - Tinha que ser!
Bíblia - Como a Maria já falou, tudo tem um motivo de ser, se estamos aqui é para aprender algo novo.
Cássia - Achei a pista. Posso ler?
Bíblia - Claro que pode.
Cássia - "Um menino pastoreando as ovelhas de seu pai, e defendendo-as de animais perigosos".
Bíblia - Aqui vemos Davi cuidando das ovelhas de seu pai e com isso aprendeu a confiar no Senhor, sendo assim agradava ao Senhor, pois nele confiava cegamente, prova disto é que mais tarde enfrentou o gigante Golias.
Cássia - Já temos então três pistas para fazer a obra do Senhor...
Maria - Eu sei quais são. Obedecer, agradar e confiar.
Cássia - Você está aprendendo rápido Maria.
Bíblia - Vamos para a próxima pista.
Fecham-se as cortinas
Cena 6 - Cenário: Trono
Cássia - Olha ali em cima do trono.
Maria - Deixa que eu pego. É... Agora é a pista.
Bíblia - Dê-me. Bíblia pega a pista de Maria Aqui diz: "Josias reinou desde os oito anos".
Maria - Puxa! Um rei com oito anos parece até brincadeira.
Bíblia - Mas não é.
Cássia - Mas o que isso quer dizer?
Bíblia - Quer dizer que as crianças também podem decidir, desde que queiram realmente servir ao Senhor com sinceridade.
Maria - Para fazer a obra do Senhor temos que obedecer, agradar, confiar e decidir.
Cássia - Isso tá ficando complicado.
Bíblia - Não é nada difícil, pois basta ser simplesmente como Jesus.
Cássia - Ah! É básico.
Bíblia - Vamos sair dos Livros dos Reis, e vamos seguir para nossa próxima pista
Fecham-se as cortinas
Cena 7 - Cenário: Livros poéticos: um pergaminho
Bíblia - Chegamos aos Livros Sapienciais
Maria - Que livros são esses? Não sabia que na Bíblia tinha estórias de sapos.
Cássia - (rindo) Não Maria, são os livros poéticos, que trazem muitos conselhos sábio, por isso são chamados de Livros Sapienciais.
Maria - Assim está melhor.
Bíblia - Vejam aqui tem um rolo de pistas.
Cássia - Lógico, nos livros poéticos nós podemos encontra muitas informações de como fazer a obra do Senhor, mesmo sendo criança.
Maria - Qual é a primeira pista dona desconhecida?
Bíblia - Pode me chamar de Bíblia. A primeira pista diz: "Não era criança, mas deixou um belo exemplo de paciência".
Maria - Essa eu sei que é. É Jó que foi um homem muito paciente, sofreu muito, mas nunca reclamou do seu Deus.
Cássia - Tá vendo que você lembra o que aprendeu na Escola Dominical, só precisa fazer uma forcinha para lembrar.
Maria - Eu já posso falar todas as pistas que nós já encontramos?
Bíblia - Ainda não Maria porque ainda tem outras pistas.
Cássia - Leia logo as outras Bíblia.
Bíblia - "Ouvi o conselho do teu pai"
Cássia - Essa pista é muito clara.
Bíblia - Mas nos livros sapienciais nós encontramos ordens para os adultos também. No livro dos Provérbios capítulo 22 e versículo 6 diz : "Ensina o menino no caminho em que deve andar..."
Maria - Nós devemos ouvir os conselhos de nossos pais porque eles tem de nos ensinar a andar nos caminhos do Senhor e nós devemos obedecer.
Bíblia - Certo Maria! Muito bem. Vamos para o próximo livro ou subdivisão deles.
Maria - Como assim subdivisões.
Bíblia - Eu explico pra você no caminho, vamos... Os livros da Bíblia...
Fecha-se as cortinas
Cena 8 - Mesmo cenário
Maria - Seu Bíblia, você entende tudo da Bíblia hein!
Cássia - Parece que nós voltamos para o mesmo lugar.
Bíblia - Não. Posso sentir que nós estamos nos Livros Proféticos.
Cássia - E que pistas podemos encontrar nos Livros Proféticos que têm uma linguagem tão complicada e as vezes dura?
Bíblia - Narradora, onde está a pista daqui?
Maria - Eu já achei, está aqui.
Bíblia - Obrigada dona Narradora
Cássia - pega a pista de Maria - Aqui diz : "Sendo já homem, chorou como criança"
Bíblia - O profeta Jeremias chorou aos pés do Senhor como uma criança, isso quer dizer que o coração de uma criança é puro e para estar diante de Deus todos precisam ter um.
Maria - Que legal! Então todo mundo que faz a obra do Senhor tem que ser como uma criança.
Cássia - Logo todas as crianças podem fazer a obra do Senhor, pois seu coração é puro.
Bíblia - Mas existe mais algumas condições para que as crianças façam a obra do Senhor.
Maria - Eu pensava que não tinham restrições para isso.
Bíblia - Narradora nós podemos pular para o fim de nossa aventura.
Narradora - Não, só podem ir para os Evangelhos.
Maria - Então vamos logo.
Cássia - Vamos o mais rápido que pudermos.
Fecham-se as cortinas.
Cena 9 - Cenário: nuvens
Bíblia - Aqui iremos aprender quais a condições para que as crianças façam a obra do Senhor.
Cássia - Por que não tem pistas neste lugar? B.- Por que aqui é o último estágio da nossa viagem.
Maria - Como assim, nós não viajamos pela Bíblia toda coissíssima nenhuma, nós até pulamos algumas partes.
Bíblia - Você tem razão, mas os as últimas pistas serão dadas aqui e as demais vocês procurarão sozinhas.
Cássia - Mas como?
Bíblia - Assim que sairmos daqui você saberão como fazer isso.
Cássia - Se é você quem diz...
Bíblia - Para que todas as crianças possam fazer a obra do Senhor, antes de qualquer coisa elas têm que aceitar a Jesus como seu Salvador, pois na Bíblia está escrito "todos pecaram, e precisam da glória de Deus", portanto antes de obedecer, agradar confiar, ouvir o conselho dos pais e ser humilde diante do Senhor, a criança, como qualquer pessoa tem que aceitar a Jesus, para que possam ser perdoados os seus pecados e para que se possa ir morar com Jesus no céu...
Fecha-se as cortinas.
Cena 10 - Cenário: Mesa de café da manhã
Dona Diva - Maria, Cássia o café tá pronto, vem tomar pra depois a gente ir pra casa da vovó.
Maria - Ah, mãe; a gente tá de férias, por que nós temos que acordar cedo?
Cássia - Olha Maria, ali na mesa...
Maria - A Bíblia...
Dona Diva - Que deu em vocês?
Cássia - Nós podemos continuar a procurar as pistas.
Maria - É! Vamos tomar café e depois a gente continua a nossa aventura.
Dona Diva - Vocês sonharam o mesmo sonho?
Maria - É mesmo Cássia!
Dona Diva - Posso depois saber como foi esse sonho?
Cássia - Claro mãe, quem sabe a senhora não dá uns conselhos para a gente.
Fecham-se as cortinas; Maria fica, monologando.
Maria - Quiser aceitar a Jesus a oportunidade será dada. Se você pensa que criança ou adolescente não pode fazer a obra do Senhor está muito enganado, pois você pode falar de Jesus aos seus amigos, colegas de classe, na condução...
Cássia - Só a voz - Vamos logo Maria.
Maria - É isso aí! Fiquem na paz!
Fecham-se as cortinas
O PAI VALORIZADO
PERSONAGENS:
1 CENA ( Os dois filhos e as duas filhas estão estudando. O pai chega do trabalho).
TODOS - Olá Pai!
1 FILHO - Estamos estudando, pai!
PAI - Que bom, meus queridos! Como vão os estudos?
1 FILHO - Eu tirei 10 na prova hoje.
1 FILHA - Eu tirei 9,5. Na próxima eu chego lá.
2 FILHO - Como foi no trabalho pai?
PAI - É, meus filhos, a coisa não está nada boa. A gente tem que trabalhar cada vez mais para conseguir alguma coisa.
2 FILHA - Pai, eu preciso de dinheiro para comprar caderno e mais um livro.
2 FILHO - Ah, eu também! Minha caneta e meu lápis já estão no fim.
1 FILHA - Pai, veja meu sapato: já está furado. Está na hora de comprar um novo.
PAI - Amanhã eu vejo isto para vocês. O que não pode acontecer é vocês pararem de estudar. Para ter alguma coisa e ser alguém na vida vocês precisam do estudo.
(Os filhos e filhas saem. O pai fica e comenta: )
PAI - É ... O tempo passa rápido. Os filhos e as filhas vão crescendo... eu estou ficando cansado e o trabalho é difícil. Os governantes não ajudam. Mas, vale a pena lutar. Os filhos e as filhas é tudo que tenho e são frutos desta luta.
2 CENA ( O pai está comprando as coisas dos filhos e das filhas. Neste momento chega a ele um menino pobre e pede algo. O menor chamava-se Toninho) .
TONINHO - Por favor, me dê um pão. Estou com fome.
PAI - Onde você mora? Seus pais devem estar te procurando.
TONINHO - Eu não tenho casa e nem pai, fico por aí.
PAI - Quer vir comigo? Na minha casa você vai ter comida e tem um monte de irmãos e irmãs para você brincar.
TONINHO - Você quer ser meu pai? Então eu vou. ( Toninho apresenta uma expressão de alegria e felicidade)
PAI - Claro que sim. Vamos Lá!
3 CENA ( O pai voltando para casa com o menor Toninho).
PAI - Olá filhos e filhas! Vejam quem eu trouxe para morar com a gente! Ele vai ser como um filho meu e irmão de vocês.
1 FILHO - Mas quem é ele pai? De onde vem?
2 FILHA - E a família dele com fica?
PAI - Pelo que eu pude perceber, ele nunca teve família. A partir de hoje nós vamos ser a família dele. Vocês vão me ajudar, não é mesmo?
2 FILHO - Claro que sim pai. Nós vamos ser como irmãos e irmãs para ele e ajuda-lo nos estudos.
4 CENA ( Depois de passado um tempo, o pai já velho, não conseguindo mais trabalhar os filhos e filhas já formados com diploma na mão e ótimos empregos).
( Os dois filhos e as duas filhas estão reunidos).
1 FILHA - Bom, quem vai ficar com o pai? Eu não posso. Vou ter que viajar muito. Jornalista é isto mesmo.
2 FILHO - Ah, na minha casa não dá. Montei meu escritório de advocacia lá e não vou ter tempo para olhar pra ele. E ... minha mulher vocês sabem como é ...
2 FILHA -Eu, como médica, não dá; pois é um corre-corre a vida que levo: Consultório, hospital, cirurgia... Não vai dar mesmo!
1 FILHO - O Toninho talvez. ( Nesta cena Toninho já é um rapaz).
2 FILHA - Como? Ele está sem emprego e nem terminou a faculdade.
TONINHO - (Neste momento Toninho entra em cena, chegando em casa com os livros na mão).
O pai qual é o motivo da conversa?
1 FILHA - Ah, já sei. Vamos colocá-lo no asilo. Lá eles vão cuidar dele. Ele vai fazer amizade com os outros velhinhos e se acostumar logo.
2 FILHO - Isto mesmo.
1 FILHA - Vamos logo resolver este problema. Eu até conheço o asilo de Espigão, onde certamente haverá um vaga para nosso pai.
1 FILHO - Eu já vou na frente ajeitar as coisas enquanto que vocês levam o pai.
( O filho e as filhas saem e fica Toninho sozinho em casa).
TONINHO - Que injustiça! Se pelo menos eu tivesse condições de cuidar dele. Mas isto não vai ficar assim.
5 CENA - (Toninho visita o pai no asilo).
TONINHO - Olá pai. Como está tudo? O senhor está bem?
PAI - É triste, filho. A solidão é imensa! Meus quatro filhos nunca vem me visitar. Aqui, mesmo recebendo todo cuidado, nunca é como a casa da gente.
TONINHO - Pai, isto não vai ficar assim; eu ainda vou tirar o senhor daqui.
CENA FINAL
( Toninho, depois de algum tempo, já passado nos estudos, tendo arrumado um bom emprego, volta a visitar o pai no asilo.
TONINHO - Pai, eu tenho uma ótima notícia. Primeiramente quero lhe agradecer por tudo o que o Senhor fez por mim. Obrigado! Eu terminei a faculdade e consegui um emprego. Não é uma coisa muito boa, mas dá para se virar e sobreviver. Além disso, como o senhor sabe, eu casei e consegui uma casa para morar. Sendo assim, eu estava conversando com minha esposa e nós resolvemos levar o senhor para morar lá em casa.
PAI - Que bom, meu filho. Eu fico muito contente com isso!
TONINHO - Vamos para casa, pai? ( os dois se abraçam e saem felizes)
1 CENA ( Os dois filhos e as duas filhas estão estudando. O pai chega do trabalho).
TODOS - Olá Pai!
1 FILHO - Estamos estudando, pai!
PAI - Que bom, meus queridos! Como vão os estudos?
1 FILHO - Eu tirei 10 na prova hoje.
1 FILHA - Eu tirei 9,5. Na próxima eu chego lá.
2 FILHO - Como foi no trabalho pai?
PAI - É, meus filhos, a coisa não está nada boa. A gente tem que trabalhar cada vez mais para conseguir alguma coisa.
2 FILHA - Pai, eu preciso de dinheiro para comprar caderno e mais um livro.
2 FILHO - Ah, eu também! Minha caneta e meu lápis já estão no fim.
1 FILHA - Pai, veja meu sapato: já está furado. Está na hora de comprar um novo.
PAI - Amanhã eu vejo isto para vocês. O que não pode acontecer é vocês pararem de estudar. Para ter alguma coisa e ser alguém na vida vocês precisam do estudo.
(Os filhos e filhas saem. O pai fica e comenta: )
PAI - É ... O tempo passa rápido. Os filhos e as filhas vão crescendo... eu estou ficando cansado e o trabalho é difícil. Os governantes não ajudam. Mas, vale a pena lutar. Os filhos e as filhas é tudo que tenho e são frutos desta luta.
2 CENA ( O pai está comprando as coisas dos filhos e das filhas. Neste momento chega a ele um menino pobre e pede algo. O menor chamava-se Toninho) .
TONINHO - Por favor, me dê um pão. Estou com fome.
PAI - Onde você mora? Seus pais devem estar te procurando.
TONINHO - Eu não tenho casa e nem pai, fico por aí.
PAI - Quer vir comigo? Na minha casa você vai ter comida e tem um monte de irmãos e irmãs para você brincar.
TONINHO - Você quer ser meu pai? Então eu vou. ( Toninho apresenta uma expressão de alegria e felicidade)
PAI - Claro que sim. Vamos Lá!
3 CENA ( O pai voltando para casa com o menor Toninho).
PAI - Olá filhos e filhas! Vejam quem eu trouxe para morar com a gente! Ele vai ser como um filho meu e irmão de vocês.
1 FILHO - Mas quem é ele pai? De onde vem?
2 FILHA - E a família dele com fica?
PAI - Pelo que eu pude perceber, ele nunca teve família. A partir de hoje nós vamos ser a família dele. Vocês vão me ajudar, não é mesmo?
2 FILHO - Claro que sim pai. Nós vamos ser como irmãos e irmãs para ele e ajuda-lo nos estudos.
4 CENA ( Depois de passado um tempo, o pai já velho, não conseguindo mais trabalhar os filhos e filhas já formados com diploma na mão e ótimos empregos).
( Os dois filhos e as duas filhas estão reunidos).
1 FILHA - Bom, quem vai ficar com o pai? Eu não posso. Vou ter que viajar muito. Jornalista é isto mesmo.
2 FILHO - Ah, na minha casa não dá. Montei meu escritório de advocacia lá e não vou ter tempo para olhar pra ele. E ... minha mulher vocês sabem como é ...
2 FILHA -Eu, como médica, não dá; pois é um corre-corre a vida que levo: Consultório, hospital, cirurgia... Não vai dar mesmo!
1 FILHO - O Toninho talvez. ( Nesta cena Toninho já é um rapaz).
2 FILHA - Como? Ele está sem emprego e nem terminou a faculdade.
TONINHO - (Neste momento Toninho entra em cena, chegando em casa com os livros na mão).
O pai qual é o motivo da conversa?
1 FILHA - Ah, já sei. Vamos colocá-lo no asilo. Lá eles vão cuidar dele. Ele vai fazer amizade com os outros velhinhos e se acostumar logo.
2 FILHO - Isto mesmo.
1 FILHA - Vamos logo resolver este problema. Eu até conheço o asilo de Espigão, onde certamente haverá um vaga para nosso pai.
1 FILHO - Eu já vou na frente ajeitar as coisas enquanto que vocês levam o pai.
( O filho e as filhas saem e fica Toninho sozinho em casa).
TONINHO - Que injustiça! Se pelo menos eu tivesse condições de cuidar dele. Mas isto não vai ficar assim.
5 CENA - (Toninho visita o pai no asilo).
TONINHO - Olá pai. Como está tudo? O senhor está bem?
PAI - É triste, filho. A solidão é imensa! Meus quatro filhos nunca vem me visitar. Aqui, mesmo recebendo todo cuidado, nunca é como a casa da gente.
TONINHO - Pai, isto não vai ficar assim; eu ainda vou tirar o senhor daqui.
CENA FINAL
( Toninho, depois de algum tempo, já passado nos estudos, tendo arrumado um bom emprego, volta a visitar o pai no asilo.
TONINHO - Pai, eu tenho uma ótima notícia. Primeiramente quero lhe agradecer por tudo o que o Senhor fez por mim. Obrigado! Eu terminei a faculdade e consegui um emprego. Não é uma coisa muito boa, mas dá para se virar e sobreviver. Além disso, como o senhor sabe, eu casei e consegui uma casa para morar. Sendo assim, eu estava conversando com minha esposa e nós resolvemos levar o senhor para morar lá em casa.
PAI - Que bom, meu filho. Eu fico muito contente com isso!
TONINHO - Vamos para casa, pai? ( os dois se abraçam e saem felizes)
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aquele que beber da água que eu lhe der nunca terá sede; pelo contrário, a água que eu lhe der se fará nele uma fonte de água que jorre para a vida eterna.
João 4:14
João 4:14
E quem tem sede, venha; e quem quiser, tome de graça da água da vida.
Apocalipse 22:17
Apocalipse 22:17
